@MarPetrucelli Com boletim impresso, que os partidos pegam uma via em cada seção, basta conferir com os dados apurados pelo TSE. Nunca houve divergência entre um bu e um resultado.
@c_disprosio@ceajur_jobneto Se vocês tem tanta certeza, procurem os boletins impressos com os diretórios municipais ou nas zonas eleitorais. Depois confirma a veracidade dos dados transmitidos e dos boletins digitais disponíveis no site do TSE. Encontre só um equivocado. Nunca existiu isso
@c_disprosio@ceajur_jobneto Aí é que está o ponto de segurança. Os boletins foram impressos no encerramento da votação e estão disponíveis no site do TSE. Os partidos pegaram suas vias impressas através dos fiscais nas seções. Nunca houve diferença de um boletim de urna impresso com um resultado oficial.
@leonardodias O motivo é simples. As seções tem em média a mesma quantidade de eleitores. Terminamos a votação em horário aproximado. Terminou a votação existe um ponto de transmissão relativamente próximo. As transmissões são enviadas direto do ponto/zona para o TSE, ai acontece o acúmulo
@AkitaOnRails Por isso a polymarket acerta tanto. O apostador comum move a linha do justo para o injusto, os sindicatos corrigem a probabilidade para algo próximo do justo. Quanto mais dinheiro entra, mais difícil mover as linhas oferecidas.
Eu já falei sobre isso algumas vezes, mas é sempre bom falar novamente.
Quando falamos de Série A, estamos falando de um nicho de jogadores.
Pensando em titulares de linha da Série A, são apenas 200 jogadores, dentro de um universo praticamente imensurável de milhões que sonham em jogar futebol profissionalmente.
O jogador médio, que fica anos na elite, entre os melhores times, sabe jogar bola. Ele está ali entre os uma centena dos melhores jogadores do país e conseguiu se manter durante anos na elite.
Ele tem a maior parte dos fundamentos bem treinados, tem qualidade e condição física.
Então, em condições ideais, esse cara tende a entregar. Pode não ser brilhante, mas vai produzir alguma coisa e agregar. Mesmo aqueles que custam muito mais caro do que são capazes de produzir (e o São Paulo tem alguns).
Só que o futebol é um esporte que, além de coletivo, envolve muito extracampo: preparação física, treinamentos, análise de dados, alimentação, ambiente, estrutura, etc.
Mesmo que determinado jogador efetivamente não pudesse entregar muito mais, quando a história se repete com vários jogadores dentro do mesmo time, a gente entende que o denominador comum não é o atleta, é o clube.
Então são vários fatores: elenco mal montado, filosofia e estilo de jogo mal definidos, bagunça financeira, falta de comando, ambiente ruim, preparação física abaixo dos concorrentes e assim por diante.
Eu não estou falando que o Arthur é a solução ou um craque. Fui crítico da contratação, acho que custa mais do que é capaz de entregar, embora às vezes resolva jogos.
Estou falando que, em um time organizado, o rendimento não só dele, mas de vários outros jogadores, seria muito, mas muito superior, desde que houvesse planejamento para que eles se encaixassem no que o time precisa.
Lembrem: Moneyball é isso.
Não é necessariamente ter um jogador gênio, mas encontrar características que tenham valor, montar um elenco complementar e fazer com que jogadores capazes de cumprir funções específicas, juntos, atinjam um nível coletivo muito mais alto.
Então, se todo jogador do São Paulo vive um roteiro parecido, pode até ter alguns lampejos, mas termina caindo para o nível geral do time, a gente percebe que, sim, pode até mudar o jogador, mas, para que alguma coisa realmente mude, quem precisa mudar é o São Paulo.
Você pode trocar Arthur, Luciano, jogador A ou jogador B. Se o ambiente que recebe esses jogadores continuar o mesmo, a tendência é que o roteiro também continue.
O São Paulo não precisa apenas trocar jogadores. Precisa mudar o sistema no qual eles estão inseridos.