From Chicago to Peru to the Vatican, the first North American pope has become a role model for the causes of peace and hope in the first year of his pontificate.
Pope Leo XIV is one of the 2026 TIME100 — @TIME's annual list of the world’s most influential people.
#TIME100 #PopeLeoXIV @Pontifex
A crucificação de Cristo no ponto de vista médico
A morte de Jesus Cristo na cruz foi um dos sofrimentos físicos mais extremos já registrados na história. De acordo com a análise médica do Dr. Maxwell, baseada nos relatos bíblicos, na medicina de trauma e em evidências históricas, Jesus enfrentou um martírio prolongado e devastador antes e durante a crucificação.
Condições iniciais:
>Jesus permaneceu 36 horas sem dormir, desde que se levantou cedo no dia da Última Ceia até sua morte na cruz.
>Na noite anterior, caminhou aproximadamente 4 km por Jerusalém durante os julgamentos (casa do sumo sacerdote, Herodes e Pilatos).
>No Jardim do Getsêmani, sofreu intensa agonia emocional e física, chegando a apresentar hematidrose — um fenômeno raro em que o suor se mistura com sangue devido ao extremo estresse, fazendo cada poro do corpo exsudar sangue.
A flagelação foi uma das torturas mais brutais praticadas pelos romanos. Jesus foi despido e amarrado para receber 39 chicotadas com o flagrum, um chicote composto por nove tiras de couro com pesos de chumbo e pedaços de osso nas pontas. Cada golpe podia abrir nove lacerações profundas (cerca de 5 cm de comprimento por 2–2,5 cm de profundidade), arrancando pedaços de músculo. Estima-se que as 39 chicotadas tenham causado ferimentos equivalentes a cerca de 2.000 pontos necessários para suturar. As costas, braços, nádegas e pernas de Jesus ficaram literalmente dilaceradas, com músculos expostos.
Humilhações e espancamentos
>Jesus foi repetidamente espancado no rosto e na cabeça.
>Seus olhos provavelmente ficaram inchados e fechados, o nariz sangrando e os lábios lacerados pelos próprios dentes.
>Uma coroa de espinhos (com espinhos de 3 a 5 cm, afiados como picadores de gelo) foi colocada em sua cabeça e golpeada, causando dezenas ou centenas de perfurações no couro cabeludo e testa.
>Todo o corpo de Jesus estava coberto de sangue seco antes mesmo de carregar a cruz.
A crucificação
>Jesus carregou a cruz por cerca de 500 metros, até o local do Calvário.
>Pregos foram cravados nas mãos (ou pulsos) e nos pés.
>Para respirar, a vítima precisava se erguer dolorosamente sobre os pregos dos pés e das mãos, pois a posição pendurada dificultava a expiração.
>A crucificação não foi a causa direta da morte por choque hemorrágico. Apesar de toda a perda de sangue e trauma, >Jesus permaneceu consciente, lúcido e capaz de falar até o fim.
Segundo a análise, Jesus não morreu por fraqueza, choque ou colapso nervoso. Ele era um homem jovem, saudável e fisicamente forte. Nenhum osso seu foi quebrado, cumprindo a profecia do Salmo 34:20. No final, Jesus entregou voluntariamente seu espírito, em um ato de soberania sobre a própria morte.
O sofrimento de Cristo não foi apenas espiritual, mas também físico em um grau quase inimaginável. A flagelação, a perda de sangue, o estresse extremo, os espancamentos e a crucificação compuseram um dos mais terríveis suplícios já descritos. Esse sacrifício representa o amor de Deus manifestado na entrega total de Seu Filho pela salvação da humanidade.
"¿Por qué creó Dios el mal?"
[Esta es probablemente la mejor respuesta que he escuchado a la pregunta.]
Un Profesor Universitario preguntó a sus alumnos:
"¿Todo lo que existe fue creado por Dios?"
Un estudiante respondió con valentía: