É ESCANDALOSO! O QG de campanha de Flávio Bolsonaro em Brasília é uma mansão no valor de R$14,5 milhões, comprada por José Vicente Santini, coordenador da campanha.
E onde está a inconsistência? À época da compra, Santini tinha um salário de cerca de R$22 mil, como assessor do governo Tarcísio. Mas o negócio foi fechado com R$4 milhões de entrada e R$10,5 milhões financiados pelo BRB (!!!)
As parcelas ficaram em cerca de R$128 mil por mês. Em uma simulação, um financiamento como esse exigiria comprovação de renda mensal de quase R$430 mil. De onde saiu todo esse dinheiro?
O financiamento foi feito justamente pelo BRB, banco cujo ex-presidente, Paulo Henrique Costa, está preso desde abril, acusado de receber centenas de milhões em propina de Daniel Vorcaro, do Banco Master, em troca de favorecimentos ilícitos.
A compra da mansão de Santini aconteceu dois meses antes da operação da PF que prendeu Vorcaro. Fica a pergunta: como um coordenador de campanha com salário de assessor consegue esse crédito bilionário num banco público sob investigação por exatamente esse tipo de esquema?
Flávio, Santini e todos os envolvidos tem que explicar essa operação. Investigação já!
Queremos a aprovação do PL que criminaliza a misoginia já! A urgência e também o mérito. Em um cenário de crescimento dos feminicídios e violências, não podemos ignorar a mobilização de mulheres em todo o país pela aprovação do projeto. Foi esse o apelo que fiz no plenário da Câmara. Chega de misoginia!
“Política a gente faz desde o primeiro dia que nasce.”
A fala de Benedita da Silva integra "Estopim", série que investiga as raízes estruturais da violência contra as mulheres no Brasil.
Estreia domingo, 08/03, às 21h, no Canal Brasil. Episódios diários até 12/03.
Em “Estopim”, a reflexão sobre violência contra a mulher também passa pela forma como meninos e homens são socializados. Sem espaços de diálogo e políticas públicas para eles, o ciclo da violência tende a se repetir.
Estreia 08/03, 21h, no Canal Brasil.
No primeiro episódio de “Estopim”, a professora de economia da UFF Hildete Pereira fala sobre o apagamento das mulheres na história do Brasil.
“Crimes Políticos” parte do assassinato de Marielle Franco e relembra o caso da juíza Patrícia Acioli. Hoje, às 21h, no Canal Brasil.
Quando o agressor parece distante, é mais fácil condená-lo. Mas e quando ele é alguém próximo?
No episódio “Crimes Sexuais”, a jornalista e pesquisadora Bianca Bortolon reflete sobre o estupro como problema estrutural.
Assista "Estopim" hoje, às 21h, no Canal Brasil.
Décadas separam os casos de Aída Curi, Mônica Granuzzo e de uma adolescente violentada por 33 homens em 2016. Mesmo assim, a pergunta persiste: por que a sociedade ainda culpa a vítima?
Assista "Estopim" hoje, às 21h, no Canal Brasil.
No penúltimo episódio, "Estopim" discute crimes de ódio motivados por transfobia e lesbofobia. Casos como os de Gisberta Salce, Dandara, Luana Barbosa e Carol Campelo revelam como mulheres trans e lésbicas são alvo de violências brutais movidas pelo preconceito.
A professora e pesquisadora Suane Soares reflete sobre como essas mortes são tratadas e lembradas pela sociedade.
Assista “Estopim” hoje, às 21h, no Canal Brasil.
Nem todos os feminicídios ganham manchetes. Muitos permanecem invisibilizados pela origem, pela raça ou pela classe das vítimas.
No episódio final de "Estopim", discutem-se os crimes invisibilizados e o porquê de violências contra mulheres rurais, indígenas e negras tantas vezes serem banalizadas ou ignoradas pela mídia. Francy Júnior, coordenadora do Movimento de Mulheres Negras da Floresta Dandara, reflete sobre como a autonomia das mulheres ainda provoca reações de exclusão na sociedade.
Assista a “Estopim” hoje, às 21h, no Canal Brasil.
A ideia de “crime passional” ajudou por décadas a justificar violências contra mulheres. No episódio “Crimes Conjugais”, a jurista Soraia Mendes analisa essa narrativa.
Assista "Estopim" hoje, às 21h, no Canal Brasil.
O Estado de Israel violou as leis Internacionais ao interceptar os integrantes da “Flotilha Global Sumud”, entre eles cidadãos brasileiros, fora de seu mar territorial. E segue cometendo violações ao mantê-los detidos em seu país.
Desde a primeira hora, dei o comando ao nosso Ministério das Relações Exteriores para que preste todo o auxílio para garantir a integridade dos nossos compatriotas e use todas as ferramentas diplomáticas e legais, junto ao Estado de Israel, para que essa situação absurda se encerre o quanto antes e possibilite aos integrantes brasileiros da flotilha regressarem a nosso país em plena segurança.
E se Israel interceptar a @GlobalSumudF? Isso só provaria que a fome não é um “efeito colateral” mas sim, um projeto político. O regime sionista vê essa missão como ameaça porque ela carrega o que ele mais teme: a solidariedade internacional organizada. E nós não vamos parar!
Estou com ativistas de mais de 40 países para uma operação que pretende levar medicamentos e alimentos até Gaza, missão histórica da @GlobalSumudF
A missão busca romper o cerco ilegal de israel contra Gaza e denúnciar o genocídio do povo Palestino. #PalestinaLivreDoRioAoMar