@WilliamJacob Mudou-se tudo para não mudar nada... Pantanal de novo em chamas, yanomamis morrendo, crise econômica, impostos aumentando, só falta um cercadinho!
O que a Gol fez com o cão Joca foi tortura e assassinato de animal. Falaram de "erro" mas o que houve foi negligência e amadorismo. Pensar que, além de tudo, o dono pagou por este transporte mortífero. Não existe reparação pra isto, bicho.
Thank goodness that it was only a dream @natimbruglia! 😅
Banish your reoccurring nightmares this #WorldSleepDay with 'Sleep Sound with Natalie Imbruglia' where she recites poetry alongside immersive Australian nature soundscapes for you to dream about. https://t.co/XX89dzg7Yi
Eu tenho vergonha desse país.
Não conseguem encher uma viela para protestar contra os altos juros pagos aos banqueiros, direitos trabalhistas e previdenciário dos pobres, contra entrega do patrimônio público. Mas, enchem avenidas para defender políticos. Fujam para as montanhas.
O Brasil tem o Imposto de Renda que mais alivia para os ricos e pesa na (baixa) renda da população. A última correção da tabela foi há quase 10 anos atrás, e o último Ministro da Fazenda a criar novas faixas foi Ciro Gomes, em 1994 (decisão depois revertida por FHC e Lula).
O que me preocupa realmente na eleição na Argentina é que Lulla vai querer fazer igual em 2026: indicar seu Ministro da Fazenda (Haddad) para polarizar com a extrema-direita. O resultado já conhecemos este ano e em 2018.
A vitória de Milei na Argentina é mais uma comprovação de que a receita de bolo da extrema-direita continua funcionando. É a adoção do discurso antissistema, ainda que farsesco e dissimulado. É a fabricação de uma agenda pra enganar o eleitor com a promessa de mudança radical, de renovação, de contestação do status quo, de desafiar as bases do sistema político.
Enfim, a extrema-direita aprendeu como ganhar eleições sequestrando as bandeiras históricas que eram da esquerda - a defesa da mudança, a contestação do sistema e do status quo - e que foram progressivamente abandonadas desde os anos 80. Uma tragédia muito grande, porque a direita, que já tinha o poder financeiro e o poder midiático, agora também simula defender pautas que tem potencial de mobilizar as massas. A esquerda, perdendo até mesmo as ruas, reage da pior forma possível: abraça a defesa da institucionalidade e do status quo. Até consegue mobilizar setores progressistas da classe média, da universidade, mas, no fim das contas, ao assumir-se como antagonista da "radicalidade" da extrema-direita, acaba validando a farsa.
O diagnóstico já está dado e é confirmado a cada eleição de um cosplay de Trump. A saída obrigatoriamente passa por reconquistar a classe trabalhadora denunciando a dissimulação do discurso antissistema e oferecendo uma alternativa factível aos que querem mudança - e não blablabla sobre "defesa da democracia", "defesa das instituições", exaltação de ministro da Suprema Corte, etc. Mesmo assim, há dirigentes - incluindo na direção nacional do PT - que garantem que a saída para isso é abandonar ainda mais a identidade de esquerda, abandonar a contestação do status quo, assumir cada vez mais a defesa da institucionalidade. Enfim, transformar o PT num novo PSDB. E, meus queridos, se alguém quer transformar seu partido num novo PSDB, tenha certeza que ele não é seu amigo.
Qdo a "esquerda" não responde ao desejo da população por mudanças, o povo vai procurá-las em outro lugar, msm q isso signifique embarcar numa aventura insana sem garantia de chegada... Ficar parado parece ser + agonizante. Foi assim no Brasil, é agora na Argentina. Sad but true!