Estamos sendo controlados por uma corja de acéfalos hipócritas patéticos que jamais deveriam ter saído do esgoto moral e intelectual de onde se arrastaram.
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O SECRETÁRIO DE ESTADO WASHINGTON
23 de junho de 2026
Ao Excelentíssimo
Flávio Bolsonaro
Senador da República Federativa do Brasil
Senado Federal - Anexo I - 17º PavimentoBrasília-DF, 70165-900
Prezado Senador Bolsonaro:
Obrigado por sua carta e por sua recente visita a Washington. Compartilho de sua convicção de que a amizade duradoura entre os Estados Unidos e o Brasil deve permanecer ancorada em valores compartilhados, respeito mútuo e uma visão unificada para a segurança e prosperidade do Hemisfério Ocidental.
Agradeço profundamente o seu apoio à nossa decisão de designar o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital como Terroristas Globais Especialmente Designados e Organizações Terroristas Estrangeiras sob a lei dos EUA. Os Estados Unidos reconhecem que a violência e as sofisticadas redes criminosas dessas facções ameaçam a segurança de cidadãos honestos em todo o nosso hemisfério compartilhado. Ao visar suas redes financeiras, de drogas e de armas, estamos tomando ações decisivas para proteger tanto o povo brasileiro quanto o americano contra o crime organizado transnacional.Como o senhor observou, o Embaixador do Representante Comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, anunciou em 1º de junho de 2026 sua determinação de que certos atos, políticas e práticas do Brasil são irracionais ou discriminatórios e sobrecarregam ou restringem o comércio dos EUA. Ele propôs uma ação responsiva para comentários públicos. Esta determinação e a proposta de ação responsiva são decorrentes de uma investigação iniciada em julho de 2025 sob a direção específica do Presidente Trump.O Embaixador Greer deixou claro que continuamos a ter diferenças substanciais na resolução dos problemas identificados nesta investigação. Estas relacionam-se ao comércio digital, serviços de pagamento eletrônico, tarifas preferenciais injustas, aplicação anticorrupção, proteção de propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e desmatamento ilegal.
Inacreditável, o nível de aparelhamento das instituições brasileiras por militantes da esquerda radical é assustador.
Como um órgão de Estado pode mentir descaradamente dessa maneira e usar a expressão depreciativa da propaganda política de Lula?
Aliás, a mesma expressão que Lula usou associando a enforcamento público.
Ano que vem vai precisar ser feita uma limpa nesses órgãos ou haverá sabotagem pior do que na época de Ernesto Araújo.
Detalhe que essa conversa do governo de “estamos negociando através de canais oficiais” é uma furada.
O próprio secretário de Estado americano, Marco Rubio, deixou claro em sua carta a Flávio Bolsonaro que TODAS as partes interessadas do Brasil devem comparecer a audiência pública em Washington do dia 6 de julho.
O governo não mandou ninguém, prefere rifar o Brasil para manter uma narrativa com objetivo eleitoreiro.
Agora começa a ficar claro o porquê do Lula querer mudar o presidente do Banco Central para ajudar o Master. E pode ter certeza, o Jaques Master não deve ser o único petista enrolado.
Lula é Master e Master é Lula
Tenho lado, sim. E nunca escondi isso de ninguém. Sou Jair Bolsonaro, e apoio incondicionalmente suas decisões. Apoio porque convivi, porque vi de perto, porque confio. Não vou me calar.
Quem usa a palavra “atacar” já revela que está contaminado. O que faço não é ataque: é denúncia. Minha crítica é dirigida à sujeira que poucos veem e que corre solta nos corredores da política, protegida pelo silêncio cúmplice e pela hipocrisia conveniente.
Uso minhas redes como instrumento de comunicação direta com quem enxerga o óbvio: Jair Bolsonaro está sendo perseguido, humilhado e torturado por interesses políticos, inclusive por aqueles que se dizem de Deus, mas agem movidos por ambição e vaidade.
Não vou me esconder. Não serei conivente. Há muitos interesses nessa campanha, e a maioria deles está muito distante de qualquer preocupação real com Bolsonaro ou com o Brasil.
Batam à vontade. Deixem que as vozes das suas cabeças e as interpretações distorcidas de fragmentos da verdade apareçam. A verdade, porém, é uma só: eu estou com Jair Bolsonaro hoje, amanhã e sempre.
E, diferente do que muitos imaginam, não ligo para ser eleito. O que eu quero é o Brasil de volta. O Brasil que Jair Bolsonaro construiu praticamente sozinho. Um Brasil digno, honesto, que enfrentou máfias, rompeu privilégios e devolveu esperança a quem nunca teve voz.
Para que esse Brasil volte a existir, Jair Bolsonaro indicou seu filho. Não um oportunista de discurso polido e vazio, mas um candidato legítimo, forjado nos mesmos valores, guiado pelo pai e pelos princípios que sempre defenderam Deus, pátria, família e liberdade.
Aqui não há ambiguidade.
Aqui não há recuo.
Aqui é Jair Bolsonaro.
@FlavioBolsonaro Presidente!
A Droga que Veio do Solo Japonês — e o Crime de Ter Proibido a Pergunta
Em algum momento entre o fim dos anos 1960 e o início dos anos 1970, um microbiologista japonês chamado Satoshi Ōmura começou a coletar amostras de solo pelo Japão. Ele sabia que compostos naturais de origem microbiana tinham gerado alguns dos maiores avanços farmacológicos da história — a penicilina era o exemplo mais eloquente — e apostava que o solo japonês ainda guardava segredos. Sua equipe processou milhares de amostras, cultivou bactérias, triou cada cultura em busca de potencial medicinal.
Uma dessas culturas, isolada em 1978, revelou-se extraordinária.
O composto produzido pela bactéria Streptomyces avermitilis foi enviado para William C. Campbell, especialista em parasitologia nos Laboratórios de Pesquisa da Merck, nos Estados Unidos. Campbell purificou o agente ativo — a avermectina — e demonstrou que ele era "notavelmente eficaz" contra parasitas em animais domésticos e de criação.
Modificado quimicamente, tornou-se a ivermectina. Testada em humanos, mostrou eficácia igual contra as larvas parasitárias que causavam duas das doenças mais devastadoras dos países tropicais: a oncocercose — a cegueira dos rios — e a filariose linfática, conhecida popularmente como elefantíase.
Em 2015, o Comitê Nobel de Estocolmo concedeu a Ōmura e Campbell o Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina. A ivermectina havia, segundo o próprio comitê, "radicalmente reduzido a incidência da cegueira dos rios e da filariose linfática", afetando centenas de milhões de pessoas nas regiões mais pobres do planeta. Desde que seu uso em larga escala começou, em 1989, mais de 250 milhões de pessoas passaram a recebê-la anualmente. O perfil de segurança acumulado ao longo de décadas era, segundo qualquer métrica farmacológica, excepcional.
Esse é o medicamento que, em 2020 e 2021, foi transformado no Brasil e em boa parte do mundo ocidental em símbolo de ignorância, charlatanismo e "negacionismo científico."
Pense bem nisso.
O Momento em que a Pergunta se Tornou Crime
Em 3 de abril de 2020, pesquisadores da Universidade Monash, na Austrália, publicaram no periódico científico Antiviral Research um estudo com uma descoberta perturbadora: a ivermectina, em condições de laboratório, inibia a replicação do SARS-CoV-2 em células infectadas, produzindo uma redução de aproximadamente 5.000 vezes na carga viral em 48 horas. Os próprios autores foram cuidadosos: o estudo era in vitro, as concentrações utilizadas eram superiores às clinicamente atingidas com doses padrão, e estudos clínicos em humanos seriam necessários antes de qualquer conclusão.
A linguagem era a da ciência honesta: "a ivermectina portanto justifica investigação adicional sobre possíveis benefícios em humanos."
O mundo científico notou. Em poucas semanas, dezenas de grupos de pesquisa em diferentes países iniciaram estudos. A lógica era impecável: um medicamento com décadas de uso seguro, bilhões de doses administradas, perfil toxicológico amplamente conhecido, listado pela OMS como medicamento essencial, que demonstrava atividade antiviral in vitro — contra o HIV, o dengue, o vírus influenza, o vírus Zika e agora o SARS-CoV-2 — merecia ser investigado com urgência em um contexto de pandemia global, sem tratamentos disponíveis e com mortes acelerando.
Isso era, textualmente, o método científico funcionando.
O que veio depois não foi.
Ao invés de financiamento robusto para ensaios clínicos randomizados amplos e metodologicamente rigorosos — o único caminho para uma resposta confiável —, o que se viu foi a criminalização progressiva da hipótese. Médicos que prescreviam ivermectina a pacientes que a solicitavam foram denunciados a conselhos de medicina. Plataformas digitais removeram conteúdos sobre o tema. A narrativa dominante classificou como "desinformação" qualquer discussão favorável à possibilidade — antes mesmo de os estudos decisivos estarem concluídos. No Brasil, o assunto foi capturado pela polarização política, o que tornou qualquer avaliação serena praticamente impossível: ou você era "anticiência" por investigar a hipótese, ou era "bolsonarista" por mencioná-la em uma conversa.
A pergunta científica legítima foi devorada pela guerra cultural. E o prejuízo foi científico, não político.
O Que Sabemos, o Que Não Sabemos e Por Que Isso Importa
O estado atual da evidência científica sobre ivermectina e Covid-19 é genuinamente inconclusivo — e essa inconclusividade é, em si mesma, uma informação importante.
Há meta-análises de ensaios clínicos randomizados que não encontraram benefício estatisticamente significativo sobre hospitalização ou mortalidade em pacientes não hospitalizados. Há estudos observacionais que apontam potencial, especialmente em estágios iniciais da infecção e em populações com alta prevalência de parasitoses — o que pode confundir os dados. Há estudos com problemas metodológicos de ambos os lados. Há a limitação técnica documentada: a concentração de ivermectina necessária para inibição viral in vitro é superior à que se atinge por via oral com doses aprovadas — embora haja pesquisadores que apontam que a distribuição tecidual do medicamento, especialmente pulmonar, pode ser subestimada pelos modelos farmacocinéticos convencionais.
O debate, em linguagem científica honesta, está aberto. Não resolvido. Em processo.
E foi exatamente esse processo que foi interrompido antes do tempo, por motivos que não eram científicos.
Quando a FDA americana emitiu seu aviso de "não use ivermectina para Covid" com a famosa campanha comparando a droga a um "medicamento para cavalos" — ignorando que a mesma droga é usada em humanos há décadas, que ganhou o Nobel de Medicina e que está na lista de medicamentos essenciais da OMS — não estava exercendo vigilância científica. Estava fazendo política comunicacional. E o preço foi pago pelos pacientes que tinham o direito a uma conversa honesta com seus médicos, e pelos médicos que tinham o dever de conduzir essa conversa sem medo de perseguição institucional.
A Farmacologia É uma Longa História de "Off-Label"
O absurdo da perseguição ao uso off-label durante a pandemia só se torna pleno quando colocado no contexto da história da farmacologia moderna — que é, em larguíssima medida, uma história de usos off-label que se tornaram padrão de cuidado.
A aspirina foi aprovada como analgésico e antipirético em 1899. Décadas depois, médicos observaram que pacientes que a tomavam regularmente tinham menor incidência de infartos do miocárdio. O uso cardiovascular preventivo da aspirina — hoje prescrito a centenas de milhões de pessoas no mundo — começou como observação clínica off-label, depois virou hipótese, depois virou ensaio clínico, depois virou protocolo universal.
O sildenafil — o Viagra — foi desenvolvido pela Pfizer como tratamento para angina e hipertensão. Nos ensaios clínicos, os pesquisadores notaram um efeito colateral inesperado nos pacientes do sexo masculino. Em vez de ignorar a observação ou puni-la como desvio do protocolo, foram atrás dela. O medicamento foi reposicionado, depois reposicionado uma segunda vez para hipertensão arterial pulmonar. Hoje trata três indicações que a molécula original nem sabia que tinha.
O propranolol foi aprovado para arritmias cardíacas em 1968. Médicos que o prescreviam observaram que pacientes com histórico de enxaqueca paravam de ter crises. Dez anos depois, foi aprovado para prevenção de migrânea. Hoje é um dos beta-bloqueadores mais versáteis da clínica.
A talidomida é o caso mais dramático da história farmacológica moderna: retirada do mercado nos anos 1960 por causar malformações fetais gravíssimas, foi ressuscitada como tratamento para hanseníase e, mais tarde, para o mieloma múltiplo — um câncer de plasma. O medicamento que causou uma tragédia global salvou, décadas depois, pacientes que não tinham outra opção. Isso só foi possível porque médicos observaram, questionaram, testaram — e não foram impedidos de fazê-lo.
A lista continua: a gabapentina, aprovada para convulsões, usada para neuropatia, fibromialgia, síndrome das pernas inquietas. A metformina, aprovada para diabetes tipo 2, investigada com resultados promissores para longevidade e prevenção de câncer. O metotrexato, desenvolvido como quimioterápico, reposicionado como tratamento de primeira linha para artrite reumatoide. A dexametasona, um corticosteroide de uso amplo, que se tornou — essa sim, para o Covid-19 — um dos tratamentos que comprovadamente reduz mortalidade em pacientes graves intubados. A dexametasona era, tecnicamente, off-label para Covid quando os primeiros médicos a usaram. Ninguém foi preso por isso.
O uso off-label, portanto, não é exceção na medicina. É o motor da inovação clínica. Representa, nos Estados Unidos, entre 10% e 20% de todas as prescrições. Em oncologia pediátrica, chega a 60% — porque os ensaios clínicos raramente incluem crianças, e os médicos precisam agir com o melhor julgamento clínico disponível enquanto a evidência formal não chega.
Proibir o uso off-label como categoria, ou tratar o médico que o pratica como criminoso por padrão, não é proteger os pacientes. É paralisar a medicina.
O Que Ōmura Nunca Imaginou
Satoshi Ōmura não imaginou, quando coletava amostras de solo pelo Japão nos anos 1970, que o composto que encontraria seria um dia Prêmio Nobel. Não imaginou que salvaria centenas de milhões de pessoas da cegueira e da elefantíase. E certamente não imaginou que cinquenta anos depois, em plena pandemia global, o medicamento que ajudou a criar seria proibido de ser pesquisado livremente — e que médicos seriam perseguidos por tentar descobrir se ele poderia salvar mais vidas.
A ciência avança porque há pessoas que fazem perguntas que o consenso atual não consegue responder. Porque há médicos que observam efeitos que os protocolos ainda não preveem. Porque há pesquisadores que coletam solo em lugares inusitados e enviam amostras para laboratórios em outros países sem saber o que vão encontrar.
O que esses médicos e pesquisadores nunca precisaram até 2020 foi de permissão do Estado para formular uma hipótese.
Quando Caiado diz que ninguém deve questionar autoridades sanitárias "por respeito à ciência", ele está dizendo, na prática, que Satoshi Ōmura deveria ter esperado a aprovação do Ministério da Saúde japonês antes de coletar suas amostras de solo. Que William Campbell deveria ter obtido autorização burocrática antes de purificar a avermectina. Que os clínicos que observaram o efeito cardiovascular da aspirina deveriam ter ficado quietos porque a indicação aprovada era outra.
A história da farmacologia é a prova empírica, acumulada ao longo de séculos, de que a liberdade de observar, questionar e testar é a única força que faz a medicina avançar.
Silenciá-la, em nome de qualquer autoridade, não é conservadorismo científico. É regressão.
Esclarecimentos sobre o video do Dr. CAIADO no podcast do Dr. Felipe Sestaro: Questionamento é a mãe da ciência! E para tratar a doença é fundamental entender sua fisiologia(mecanismo da doença). Corticoide: foi fundamental, pois o que mata era resposta imunológica!
Para muitos, FBolsonaro se transformou, repentinamente, numa surpresa.
Fica cada vez mais claro que o sangue que corre nas veias do filho é o mesmo de Jair Bolsonaro, e que a escolha de Flavio como seu sucessor foi certeira.
Para pavor dos inimigos do Brasil.
Jair Bolsonaro sofre, compulsoriamente, recluso e afastado pelo sistema e pelo lulismo, mas isso, claramente, não teve o efeito esperado por eles.
A força política do ex presidente continua inalterada, forte e presente no coração dos brasileiros que amam este país.
A ideia vive, cada vez mais forte, agora carregada pela coragem de FBolsonaro.
Os riscos, hoje, são maiores, e muito, do que os do dia 6 de setembro de 2028, quando a esquerda tentou assassinar o então candidato Jair Bolsonaro.
Hoje, a esquerda e o lulismo jogam realmente o tudo ou nada, num jogo imundo onde tudo será possível, até a eliminação física de seu inimigo, que cresce cada vez mais.
Se derrotado em outubro, o lulismo, já de quatro, não terá outra chance, e isso é claro.
Cabe a cada brasileiro de bem participar dessa luta, num bloco unido, para eliminar de vez essa praga do cenário brasileiro.
Para que o Brasil retome, finalmente, seu caminho rumo ao desenvolvimento, ocupando o lugar que merece no mundo.
E esqueça o momento sombrio em que, sob o desgoverno lula, foi apenas um pária atrasado e corrupto.
Flavio Bolsonaro tem que ser protegido de todas as formas.
O argumento de que a designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos “ameaça a soberania brasileira” inverte completamente o problema.
A ameaça à soberania brasileira não vem dos EUA reconhecer a realidade. A ameaça à soberania brasileira vem de facções criminosas que controlam territórios, impõem regras paralelas, aterrorizam populações civis, corrompem agentes públicos, lavam bilhões, traficam drogas e armas através de fronteiras e projetam sua atuação para além do Brasil.
Soberania é a capacidade efetiva do Estado de controlar seu território, proteger sua população e impedir que organizações criminosas substituam o poder público.
O argumento de que PCC e CV não poderiam ser tratados como organizações terroristas porque “não têm bandeira política” é juridicamente estreito e empiricamente ingênuo. Essas organizações talvez não publiquem manifestos ideológicos como grupos revolucionários clássicos. Mas exercem poder político no sentido mais concreto possível porque controlam comunidades, intimidam autoridades, influenciam eleições, paralisam cidades, impõem toque de recolher, ordenam ataques contra agentes públicos e usam violência sistemática contra civis para preservar domínio territorial e econômico.
A designação americana não transforma o Brasil em alvo. Ela mira organizações criminosas específicas que representam ameaça transnacional. Também não autoriza automaticamente intervenção militar em território brasileiro. Esse espantalho serve mais para criar pânico político do que para explicar o direito aplicável. O efeito concreto da designação é ampliar ferramentas contra financiamento, logística, facilitadores, lavagem de dinheiro, movimentação internacional, apoio material e redes de suporte. Ou seja onde essas facções são mais vulneráveis.
Também é curioso ouvir preocupações abstratas com soberania quando as principais vítimas da perda de soberania são os brasileiros que vivem sob domínio criminoso. Para a mãe que não pode sair de casa porque uma facção decretou toque de recolher, para o comerciante extorquido, para a família atingida por guerra territorial, para o policial assassinado e para a comunidade abandonada à governança criminal, a soberania brasileira já foi violada há muito tempo — não por uma designação americana, mas pelo poder armado das facções.
A pergunta correta é por que o Estado brasileiro permitiu que essas organizações crescessem a ponto de se tornarem uma ameaça hemisférica. Se o Brasil tivesse desmantelado sua infraestrutura financeira, contido sua expansão internacional, protegido suas fronteiras, impedido sua infiltração institucional e recuperado os territórios dominados por facções, talvez EUA não tivesse sentido necessidade de agir.
Isso não é uma medida anti-Brasil. É uma medida contra o PCC e o Comando Vermelho. O verdadeiro ato pró-Brasil é reconhecer que o povo brasileiro é a primeira e maior vítima dessas organizações e que a cooperação internacional contra elas deve ser bem-vinda, não tratada como ofensa nacional.
O Brasil deveria responder não com indignação performática, mas com cooperação, inteligência financeira, extradições, bloqueio de ativos, repressão à lavagem de dinheiro e uma estratégia nacional séria para recuperar territórios dominados pelo crime organizado.
A soberania brasileira não será protegida defendendo a sensibilidade diplomática de facções criminosas. Será protegida destruindo o poder delas.
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Se não deixam os brasileiros cantarem o Hino Nacional nas escolas, eis que de repente, um homem sobe em um palco na Europa, nos alerta de como devemos fazer. Ele é um jovem italiano da Umbria e começa a cantar o hino mais bonito do mundo e coloca a mão no peito. Deve ter ensaiado muito para sair com uma dicção quase perfeita. Ele é David Carbono, da equipe de Andréa Bocelli. Emocionante!!! Úmbria é uma região italiana que faz fronteira com Toscana a oeste , Le Marche a leste e Lazio ao sul ... Úmbria, conhecida como "coração verde" da Itália . Essa é segunda vez que ele canta o Hino Brasileiro para um grande público. É de arrepiar ...!!! Maravilhoso ...!!! 💚🕊️🇧🇷🕊️💚
Nota lida por Flavio Bolsonaro após o encontro com o presidente Donald Trump, aqui no vídeo..
Destaque: a embaixada brasileira em Washington se recusou a ceder o espaço para essa reunião com a imprensa.
Notável ainda a posição clara de Flavio Bolsonaro sobre o crime organizado: fez um pedido ao presidente americano para que as facções CV e PCC fossem consideradas grupos terroristas, o que bate de frente com a posição do lulismo, que protege essas facções.
Essa declaração temerária de Flavio Bolsonaro é uma demonstração de coragem que deve impressionar positivamente os norte americanos, especialmente Donald Trump, que sofreu 3 tentativas de assassinato e teve sua filha ameaçada recentemente.
Trump sabe exatamente o que significa lutar contra o crime organizado e as forças radicais da esquerda, para isso basta lembrar do assassinato de Charlie Kirk em setembro de 2025.
Os frutos políticos dessa reunião serão vistos nos próximos dias, mas uma coisa é certa e comprovada:
Flavio Bolsonaro tem muito mais a oferecer a Trump do que lula.
E muito mais a oferecer ao Brasil.