@LUIZDEMEIRA@henriolliveira_ Uma ética coerente busca proteger ambos, e não legitimar a exclusão de um deles com base em critérios de conveniência ou estágio de desenvolvimento.
@LUIZDEMEIRA@henriolliveira_ Por fim, opor dignidade da mãe à vida do feto cria um falso dilema. A dignidade humana não é um recurso escasso que precisa ser retirado de um para existir no outro.
@LUIZDEMEIRA@henriolliveira_ Reduzir o embrião a células segue a mesma lógica de negação simbólica: primeiro redefine-se o que é vida, depois retira-se o valor, e só então se legitima a exclusão.
@LUIZDEMEIRA@henriolliveira_ Logo, o exemplo não prova que vidas vivas podem ser descartadas, mas justamente o oposto: demonstra que a proteção legal existe enquanto há reconhecimento de vida humana.