@dmaepoa Bom dia, @dmaepoa!
Esta foi a mesma informação de ontem. O mesmo conserto, o mesmo local e a previsão de retorno no decorrer da quarta-feira.
Hoje pela manhã fiz contato por telefone e me informaram que não havia nenhum serviço em andamento.
O que houve?
Da pedagogia do oprimido à pedagogia do esfaqueado: a escola que sangra
Quando o “aluno coitadinho” vira agressor e o professor sai de maca, algo muito errado deixou de ser dito — e enfrentado.
Na segunda-feira, 1º de abril — ironicamente o Dia da Mentira — uma professora foi esfaqueada em sala de aula por dois alunos de 14 e 15 anos em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul. O ataque foi brutal. A vítima, levada às pressas ao hospital, sobreviveu. Já os agressores, claro, estão “amparados” pelo Estatuto da Criança e do Adolescente. O Brasil, como sempre, protege os mais frágeis — desde que estejam armados com uma faca e cobertos pela ideologia do "sistema opressor".
A cena, que se repete com frequência cada vez maior no país, não é um raio em céu azul. É o resultado lógico de décadas de doutrinação pedagógica, desmonte da autoridade e fetichização da juventude infratora. A educação brasileira não ensina, não corrige e — o mais grave — não protege mais nem seus professores.
A escola que desaprendeu a ensinar (e a se defender)
Nas últimas décadas, a pedagogia brasileira abraçou uma espécie de autodestruição institucional. Inspirada em pensadores como Paulo Freire, adotou como mantra a ideia de que o professor deve ser um “mediador”, jamais uma figura de autoridade. Disciplinar virou “oprimir”. Corrigir virou “violência simbólica”. E reprovar? Nem pensar — “traumatiza”.
A sala de aula foi transformada em um “ambiente horizontal”, onde tudo é diálogo, escuta, acolhimento — menos ensino. Só esqueceram de avisar os adolescentes de que limites ainda existem. Ou pior: talvez ninguém tenha mesmo a intenção de colocá-los.
O resultado está nos corredores escolares: aumento de violência, professores adoecendo, alunos indisciplinados e famílias omissas. E sempre que uma tragédia como a de Caxias do Sul acontece, a resposta oficial é uma só: “Vamos ampliar o atendimento psicológico.” Como se a faca tivesse sido guiada por traumas — e não por uma cultura de impunidade alimentada dentro e fora da escola.
ECA: Estatuto da Cegueira Adolescente
Os dois adolescentes responsáveis pelo ataque já foram “encaminhados” para medidas socioeducativas. A palavra “encaminhados” é um eufemismo para “logo estarão de volta à escola, como se nada tivesse acontecido”. O ECA- tornou-se escudo para criminosos mirins. Ele parte do princípio de que todo adolescente é uma vítima do sistema — nunca um agente do próprio ato.
Com isso:
- Crimes brutais cometidos por menores recebem respostas brandas;
- A sociedade finge surpresa a cada novo ataque;
- E os profissionais da educação continuam na linha de frente, desarmados e sozinhos.
Quando um professor é esfaqueado por um aluno, o problema não é só a violência. É o sistema inteiro que colapsou — e prefere psicologizar a tragédia a enfrentá-la com a seriedade necessária.
Pais ausentes, telas presentes — e a geração do “ninguém manda em mim”
Enquanto isso, em casa, o cenário não é muito diferente. A autoridade parental também virou alvo. Na era dos tutoriais de “como criar filhos livres de traumas”, dizer “não” virou quase um crime. Corrigir é opressor. Castigar é abuso. E o TikTok assume o papel de educador, com vídeos de 15 segundos ensinando o que nem a escola nem os pais têm coragem de abordar.
A consequência é um jovem que cresce sem medo, sem freio e sem noção de consequência. Ele não respeita pai, não respeita professor, e quando comete um crime, ainda é tratado como vítima.
Essa geração não caiu do céu. Foi cultivada com esmero por um sistema que trocou valores por slogans progressistas e autoridade por permissividade. Agora, colhemos os frutos.
Quando ninguém pode mais mandar, a barbárie comanda
A escola perdeu o poder. A família perdeu o pulso. A justiça perdeu o senso de urgência. E os adolescentes perderam o respeito. O caso de Caxias do Sul é apenas mais um capítulo de uma narrativa conhecida: a do colapso institucional embalado por boas intenções e más decisões.
A pergunta que não se cala é: quantos professores ainda vão sangrar em nome dessa pedagogia falida?
O progressismo educacional transformou o ensino em laboratório ideológico. Enquanto isso, professores — já mal pagos, desvalorizados e sobrecarregados — agora precisam trabalhar com medo de serem esfaqueados por quem deveriam estar educando.
Hora de abandonar o delírio e encarar a realidade
Se queremos reverter essa espiral de decadência, é preciso ter coragem para ir na raiz do problema. Isso envolve:
- Revisar urgentemente o ECA, tornando-o compatível com a realidade de hoje;
- Restaurar a autoridade do professor, inclusive com respaldo legal e institucional;
- E, acima de tudo, resgatar a responsabilidade dos pais, devolvendo-lhes o papel que o Estado, a mídia e a pedagogia moderna tentaram roubar: o de educadores primários.
Educação sem autoridade é utopia. Justiça sem punição é piada. E escola que não protege seu professor não merece o nome que carrega.
Chegou a hora de parar de fingir. Ou enfrentamos os fatos com seriedade — ou nos acostumamos a manchetes com sangue.
A melhor maneira de fazer chegar doações para o Rio Grande do Sul é através de indivíduos ou instituições privadas, não governamentais, que você confia.
@MedicoLiberdade Por favor, diz pra mim que o senhor não está falando sério. Que o senhor não disse que "as motos aquáticas não são para resgatar vítimas". Isso não pode ser verdade.
Amigos, amigos… vocês são maravilhosos demais. Olhem o que vocês fizeram ontem. Sem palavras. 🥲❤️
Já encaminhamos todos os R$700 mil arrecadados no programa 4 por 4 ontem para quatro iniciativas que conhecemos e confiamos (uma para resgate de animais🙏❤️)Nada de governo! Que Deus cubra todos vocês com muitas bençãos. Muito obrigada!
Povo gaúcho, TE AMAMOS e estamos com vocês. Força. ❤️❤️❤️ Vamos nos levantar juntos. ❤️❤️❤️
Obrigada de coração, irmãos e irmãs de alma!
@CEEE_Equatorial Oi, Dona CEEE, tudo bem?
Olha só... Na minha rua estamos há mais de 48 horas com luz em meia fase. Fiz váááários chamados e não tenho um único número de protocolo, porque os atendentes dizem que o sistema "está fora". E ninguém parece dar a mínima para minhas solicitações.
🚨 SOS Rio Grande do Sul‼️
Nesse 🧵 vou postar a atualização das cidades, para q o Brasil e o mundo entendam q o q ocorre no RS, é cenário de guerra.
Nós NECESSITAMOS de TODA ajuda possível para reconstruir nossas cidades.
Nos ajude a mostrar ao mundo essa tragédia!👇
🚨🚨ALERTA PORTO ALEGRE‼️‼️
ZONA NORTE - Região do Sarandi.
O dique da FIERGS está colapsando.
Se você mora da Avenida Souza Melo para baixo no bairro - VÁ PARA UM LOCAL SEGURO IMEDIATAMENTE.
@CEEE_Equatorial Minha rua, no Jardim Lindoia, sem luz até agora. E claro, sem nenhuma previsão. Aliás, não se consegue nem falar com alguém dessa maravilhosa companhia.
Valeu pelo super atendimento, @CEEE_Equatorial.
Mas então... vcs viram que no lançamento da resolução do ab0rt0, d0orga e id. de gênero o egresso reclamou do fim da CPMF, disse que ela foi derrubada pelo ódio e que ele elegeu a Dilma pra se vingar? o homem é uma máquina etilica... eu baixei o discurso inteirinho e finalmente produzi um react pro ytube, ta upando... da onde veio essa fala alucinada, tem muito mais... voa bananil