Gosto muito dessa palestra do Ciro pq ele conta os bastidores do que o Lula fez contra ele durante 25 anos.
Sei que os Lulistas não irão gostar NENHUM POUCO desse vídeo pq desconstrói o Lula até pra OSSO.
Não vejo a hora dele falar sobre o 2 turno dessa eleição.
Estamos chegando à reta final da eleição presidencial e, como muita gente tem me perguntado em quem vou votar, resolvi deixar clara a minha posição.
Eu já comentei aqui que meu candidato seria 𝗧𝗮𝗿𝗰í𝘀𝗶𝗼 𝗱𝗲 𝗙𝗿𝗲𝗶𝘁𝗮𝘀. Continuo acreditando que seria a melhor opção para o Brasil, pela capacidade de gestão, pragmatismo e visão econômica. Quem sabe em 2030.
Mas a política nem sempre oferece o cenário que gostaríamos.
Antes de tudo, quero deixar claro que 𝘁𝗲𝗻𝗵𝗼 𝘃𝗲𝗿𝗱𝗮𝗱𝗲𝗶𝗿𝗮 𝗿𝗲𝗽𝘂𝗹𝘀𝗮 𝗮𝗼 𝗹𝘂𝗹𝗶𝘀𝗺𝗼, 𝗮𝗼 𝗯𝗼𝗹𝘀𝗼𝗻𝗮𝗿𝗶𝘀𝗺𝗼 𝗲 𝗮 𝗾𝘂𝗮𝗹𝗾𝘂𝗲𝗿 𝗺𝗼𝘃𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝘁𝗿𝗮𝗻𝘀𝗳𝗼𝗿𝗺𝗲 𝗽𝗼𝗹í𝘁𝗶𝗰𝗼𝘀 𝗲𝗺 𝗳𝗶𝗴𝘂𝗿𝗮𝘀 𝗱𝗲 𝗱𝗲𝘃𝗼çã𝗼.
𝗡ã𝗼 𝘁𝗲𝗻𝗵𝗼 𝗽𝗼𝗹í𝘁𝗶𝗰𝗼 𝗱𝗲 𝗲𝘀𝘁𝗶𝗺𝗮çã𝗼. Acho absurdo defender alguém incondicionalmente, justificar seus erros e tratar qualquer crítica como ataque pessoal.
Meus valores estão mais alinhados à direita, especialmente na economia. Acredito na livre iniciativa, no empreendedorismo, na responsabilidade fiscal, na segurança jurídica e em um Estado mais eficiente e menos intervencionista.
Isso não significa concordar com tudo que vem da direita ou rejeitar automaticamente ideias da esquerda. Reconheço a importância de políticas sociais bem estruturadas, da educação pública de qualidade e de uma rede de proteção para quem precisa.
𝗧𝗲𝗿 𝗰𝗼𝗻𝘃𝗶𝗰çõ𝗲𝘀 𝗻ã𝗼 𝘀𝗶𝗴𝗻𝗶𝗳𝗶𝗰𝗮 𝗽𝗲𝗿𝗱𝗲𝗿 𝗮 𝗰𝗮𝗽𝗮𝗰𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗱𝗲 𝗿𝗲𝗰𝗼𝗻𝗵𝗲𝗰𝗲𝗿 𝗯𝗼𝗮𝘀 𝗶𝗱𝗲𝗶𝗮𝘀, 𝗶𝗻𝗱𝗲𝗽𝗲𝗻𝗱𝗲𝗻𝘁𝗲𝗺𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗱𝗲 𝗼𝗻𝗱𝗲 𝘃𝗲𝗻𝗵𝗮𝗺.
Dito isso, Flávio Bolsonaro não era minha primeira opção. Tenho ressalvas importantes ao seu nome e ao grupo político que representa. Mas, diante das alternativas com chances reais de vitória, 𝗱𝗲𝗰𝗶𝗱𝗶 𝘃𝗼𝘁𝗮𝗿 𝗻𝗲𝗹𝗲.
Não acredito que o atual governo esteja conduzindo o Brasil na direção econômica de que precisamos.
Temos um problema fiscal estrutural, um Estado caro, baixa produtividade e enormes obstáculos para quem empreende e investe. Enquanto o mundo avança com a revolução tecnológica e a inteligência artificial, seguimos presos a discussões econômicas ultrapassadas.
E existe outro ponto que considero fundamental: 𝗮 𝗮𝗹𝘁𝗲𝗿𝗻â𝗻𝗰𝗶𝗮 𝗱𝗲 𝗽𝗼𝗱𝗲𝗿.
Nas últimas duas décadas, o PT e a esquerda tiveram enorme protagonismo no governo federal. Acredito que a democracia se fortalece quando diferentes projetos têm a oportunidade de governar e ser avaliados pelos seus resultados.
𝗡𝗲𝗻𝗵𝘂𝗺 𝗽𝗮𝗿𝘁𝗶𝗱𝗼 𝗱𝗲𝘃𝗲𝗿𝗶𝗮 𝘀𝗲 𝘀𝗲𝗻𝘁𝗶𝗿 𝗱𝗼𝗻𝗼 𝗱𝗼 𝗽𝗼𝗱𝗲𝗿. 𝗔 𝗮𝗹𝘁𝗲𝗿𝗻â𝗻𝗰𝗶𝗮 é 𝘀𝗮𝘂𝗱á𝘃𝗲𝗹 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗮𝘀 𝗶𝗻𝘀𝘁𝗶𝘁𝘂𝗶çõ𝗲𝘀, 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗮 𝗳𝗶𝘀𝗰𝗮𝗹𝗶𝘇𝗮çã𝗼 𝗲 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗼 𝗽𝗿ó𝗽𝗿𝗶𝗼 𝗽𝗮í𝘀.
Flávio vai resolver nossos problemas? Não sei. Mas não tenho confiança de que a continuidade do atual governo vá resolvê-los. E, diante dessa escolha, prefiro dar uma chance à mudança.
Isso não significa um cheque em branco. Vou continuar cobrando responsabilidade fiscal, respeito às instituições e competência administrativa, independentemente de quem esteja no poder.
𝗠𝗲𝘂 𝘃𝗼𝘁𝗼 𝗻ã𝗼 é 𝘂𝗺𝗮 𝗱𝗲𝗰𝗹𝗮𝗿𝗮çã𝗼 𝗱𝗲 𝗮𝗺𝗼𝗿. É 𝘂𝗺𝗮 𝗱𝗲𝗰𝗶𝘀ã𝗼 𝗽𝗼𝗹í𝘁𝗶𝗰𝗮, 𝘁𝗼𝗺𝗮𝗱𝗮 𝗰𝗼𝗺 𝗺𝘂𝗶𝘁𝗮𝘀 𝗿𝗲𝘀𝘀𝗮𝗹𝘃𝗮𝘀.
Porque, na minha avaliação, estamos acelerando em direção a um precipício. E, embora mudar de motorista não garanta que chegaremos ao destino, continuar no mesmo caminho também não parece uma boa estratégia.
𝗣𝗼𝗿𝘁𝗮𝗻𝘁𝗼, 𝗱𝗼𝗺𝗶𝗻𝗴𝗼 𝗺𝗲𝘂 𝘃𝗼𝘁𝗼 𝘀𝗲𝗿á 𝟮𝟮.
Sem paixão, sem idolatria e sem acreditar em salvadores da pátria.
E, se você pensa diferente, tudo bem. Pessoas inteligentes e bem-intencionadas podem chegar a conclusões políticas diferentes.
𝗗𝗲𝗺𝗼𝗰𝗿𝗮𝗰𝗶𝗮 𝘁𝗮𝗺𝗯é𝗺 é 𝗿𝗲𝘀𝗽𝗲𝗶𝘁𝗮𝗿 𝗶𝘀𝘀𝗼, 𝗶𝗻𝗰𝗹𝘂𝘀𝗶𝘃𝗲 𝗾𝘂𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗼 𝗻𝗼𝘀𝘀𝗼 𝗰𝗮𝗻𝗱𝗶𝗱𝗮𝘁𝗼 𝗽𝗲𝗿𝗱𝗲.
Futebol é um esporte filho da puta mesmo cara, impressionante.
Fluminense fazendo uma partida gigante, e no fim do primeiro tempo, numa única escapada, Palmeiras abre o placar.
Se eu fosse Lula, abriria mão da candidatura e deixaria Alckmin para limpar o salão, apagar a luz e fechar a porta.
Porque, a partir de agora, não há nada que Lula possa fazer que mude a tendência, que mude a opinião do povo brasileiro.
O brasileiro não está decidindo esta eleição baseado no que foi prometido na campanha, nas propostas dos candidatos, no programa de governo, no debate, no santinho, no jingle ou no marqueteiro.
Não decidiu com base nos prints do Vorcaro, nos vídeos, nas denúncias, na manchete de ontem ou na revelação de amanhã. O brasileiro decidiu com duas coisas muito claras que viu, viveu e sentiu durante os últimos quatro anos.
A primeira foi a perversão na forma de tratar a economia por Fernando Haddad, o pabundado de Lula, que criou um imposto atrás do outro, sufocou o brasileiro, deixou tudo mais caro no supermercado e, principalmente, deixou o povo endividado.
Não é uma discussão de economista, de PIB, de gráfico ou de relatório do Banco Central. É a carne, o café, o aluguel, o cartão, o financiamento, a prestação, a dívida. É o salário acabando antes do mês. Todo mundo viu isso. Todo mundo sentiu isso.
Mas Lula conseguiu enterrar a própria candidatura com o monstro que ele criou, alimentou e fortaleceu: a cooptação, o aparelhamento e a instrumentalização do STF. Isso ficou claro para todo mundo.
E é aí que entra o eleitor flutuante, o eleitor isento, o sujeito que não vive política, que não acorda pensando em Alexandre de Moraes, que não passa o dia lendo decisão judicial, que não sabe decorar artigo da Constituição, que não acompanha cada movimento de Brasília e que passou boa parte desses quatro anos tentando simplesmente viver a própria vida.
Esse eleitor não precisava amar Bolsonaro para rejeitar Lula. Não precisava virar de direita, vestir camisa da seleção, seguir influenciador, defender anistia ou entrar em guerra ideológica. Ele precisava apenas olhar.
A sessão do dia 15 de setembro deixou nojo nesse eleitor. Nojo no eleitor flutuante, no eleitor isento, naquele brasileiro que estava fora da guerra das torcidas e que viu diante de si aquilo que durante anos lhe disseram que era exagero, paranoia, teoria de bolsonarista.
Ele viu um poder que já não precisava esconder o próprio poder, uma estrutura que já não precisava convencer, explicar, pedir licença ou fingir equilíbrio, e percebeu que aquilo não era mais uma discussão abstrata entre juristas, ministros e políticos de Brasília.
O sujeito que durante anos conseguiu olhar para Brasília como quem olha para uma doença distante percebeu que a doença tinha entrado em casa. E não foi preciso transformá-lo em bolsonarista. Não foi preciso convertê-lo a nada. Ele simplesmente concluiu que não queria mais aquilo.
Ele não decidiu olhando campanha. Não decidiu porque gostou mais do programa de um candidato do que do programa do outro. Não decidiu porque assistiu a um vídeo melhor, porque acreditou numa promessa ou porque apareceu uma denúncia nova.
Ele chegou à eleição carregando quatro anos de supermercado, imposto, dívida, cansaço e a sensação de assistir às instituições sendo tomadas por um projeto de poder.
Esse eleitor simplesmente viu que ou ele tirava Lula ou Lula tirava o Brasil de si.
A partir daí, Lula pode trocar marqueteiro, discurso, promessa, vice, gravata, slogan e cenário de televisão. O problema aconteceu antes da campanha começar.
Se eu fosse Lula, chamava Alckmin.
Não para herdar o baile.
Para limpar o salão, apagar a luz e devolver a chave.
A esquerda perdeu pra ela mesma achou que tava tudo sob controle... e as brigas no STF foi a gota d'água. Não era o resultado que queria ainda acreditava que teria uma terceira via, mas diante do cenário é aceitar 4 anos do Flávio
A esquerda precisa aceitar que perdeu as eleições.
Eu particularmente não votei em nenhum dos dois.
Mas não faz nenhum sentido o Lula entrar com essa bancada, quem sofre no meio disso é o povo.
Deixa o Flávio entrar para o Lula se aposentar e em 2030 a gente aposenta o Bolsonarismo se os próximos 4 anos não forem bons para o Brasil.
O brasileiro precisa parar de ser fã de político e o recado tem que ser que será retirado do poder se prejudicar o povo.
Primeira vitória do Fluminense fora de casa no pós Copa, e consequentemente sob esse novo comando do Marcão.
Resultado importante demais, é fundamental ganhar confiança e embalar nesse momento antes da semifinais da Libertadores!🇭🇺
NUNCA esqueça disso, eu nunca irei esquecer, depois que aprendi, fui aprovado.
Concurseiro faz prova de 120 questões → erra 22.
Hoje joga as 22 no NotebookLM → gera resumo + explicações.
Refaz a prova 4 dias depois → acerta 19 das 22 que errou antes.
Isso é revisão inteligente.
Não é revisão de volume.
Fábio, EU TE AMO MUITO. Você é enorme, você é gigante, você é eterno para todo e qualquer torcedor tricolor. Obrigado por isso e por tanto.
O FLUMINENSE ESTÁ CLASSIFICADO PARA AS QUARTAS DE FINAL DA LIBERTADORES!
Que vitória do Fluminense! A virada sobre um Palmeiras, líder da Série A do Brasileiro é do tipo que refaz a confiança. E não pelo resultado, em si. Mas pelo enredo, pelos personagens e pela postura do time. Não é a primeira vez que os jogadores tricolores respondem à presença do interino Marcão à beira do campo. A aplicação tática do Fluminense surpreendeu o Palmeiras de Abel Ferreira e este talvez tenha sido o maior predicado do time carioca. No cenário desenhado para o confronto, todos tiveram boa participação - incluindo Serna e Cano, que saíram do banco para virar o placar. A queda de produção do Palmeiras, há quatro jogas sem vitória, não sentencia a perda da liderança no curto prazo. Mas reforça a impressão de que ainda não temos um favorito para a conquista do título.