Women are sharing live locations, checking the backseats of cars, carrying their keys between their knuckles and holding their hands over their drinks.
Men are doing 3 hour podcasts about how unfair it is that women don't smile at them.
eu (depois de ter inventado uma maquina do tempo): então quem é que achas que está certo? a esquerda ou a direita?
d. afonso henriques: podemos ir outra vez ao mercadona por favor
eu: não, para de me pedir isso
As minhas medidas para Israel em Portugal:
-Expulsar todos os representantes do Estado genocida
-Julgar por crimes de guerra todos os israelitas que participaram, militar ou logisticamente, no genocídio.
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@MLGMagicHoodini@haesquerda sabes usar outro discurso ou vai sempre ser o mesmo? têm tanta incapacidade de pensamento crítico que precisam sempre de repetir o que o lorde diz?
"No, but you have to understand that Americans join the Army cause they're poor. They're victims". Dude, idgaf, there's no justification for this. Mind you, this was when the draft was still in place, it's even more unacceptable for later wars like Afghanistan or Iraq
Entre 1978 e 1992, o Afeganistão viveu uma experiência socialista que, com apoio da União Soviética, produziu avanços concretos, especialmente na vida das mulheres. Nesse período, o analfabetismo feminino caiu de 98% para 75%, ainda alto, mas uma redução gigantesca em um país marcado por séculos de exclusão educacional.
Na Universidade de Cabul, cerca de 60% do corpo docente era composto por mulheres. O casamento infantil foi proibido, assim como qualquer forma de casamento forçado. A prática de “vender” mulheres por meio do dote foi criminalizada. A burca foi banida. Mais do que leis no papel, havia um projeto de transformação social em curso.
Milhares de mulheres afegãs foram estudar na URSS e retornaram formadas, sobretudo na área da medicina, fortalecendo o sistema de saúde e a presença feminina no espaço público. Não por acaso, mais da metade dos funcionários do Estado eram mulheres. Isso não era “utopia”: era política pública.
Esse processo, porém, foi rotulado como “ditadura” pelos Estados Unidos. Em parceria com o Paquistão, Washington armou, financiou e treinou forças fundamentalistas que mais tarde dariam origem ao Talibã, tudo em nome da Guerra Fria e do combate ao socialismo.
O resultado está diante de nós hoje: meninas e mulheres oficialmente proibidas de frequentar a escola, em qualquer idade; apagadas da vida pública, do trabalho e do futuro. Aquilo que foi chamado de “libertação” produziu uma das mais brutais regressões sociais do século XXI.
Não foi o socialismo que condenou as mulheres afegãs.
Foi o imperialismo que decidiu que a emancipação feminina era um preço aceitável a se pagar.