Um em cada 8 cânceres diagnosticados no mundo em 2024 foi causado por uma infecção. São 2,3 milhões de casos, segundo estudo da IARC/OMS publicado ontem na Lancet Oncology.
E boa parte disso é evitável. (pequeno fio)
Ah, e se você faz qualquer associação entre uma vacina de mRNA tomada há alguns anos e doença priônica, além de muito muito muito burro, você tem uma falha brutal de caráter.
Eles estão destruindo livros em enormes quantidades depois de escaneá-los e usar o conteúdo para treinar seus modelos!
Apenas ditadores e regimes autoritários destruiram livros em massa!
Tirem as suas próprias conclusões!
Eu não me incomodo com pessoas normais que proclamam em favor de ivermectina ou cloroquina e são antivacinas: 99% delas são leigas e vítimas da desinformação.
Em contrapartida, profissionais de saúde que seguem esse raciocínio, são canalhas mesmo.
Os anti-vacinas adoram falar que as vacinas da COVID causam problemas cardíacos.
E sim, uma delas realmente causa:
Vacinas mRNA, como a da Pfizer, aumentam o risco de uma miocardite.
Mas tem um "detalhe" nessa história que os anti-vacinas nunca te contaram
galera, eu não vou ressuscitar essa discussão sobre pandemia NEM FODENDO, mas pra quem não sabe minha opinião, vou relembrar:
- durante uma pandemia eu quero que sua ~AUTONOMIA PESSOAL~ vá catar coquinho na descida, o que deveria prevalecer é o interesse coletivo e a sobrevivência. por mim vacinava antivaxxer
com zarabatana
flw vlw
Importantíssimo:
Adiscussão sobre o Fauci está em torno da sua relação com a China, origem do vírus, etc.
A pauta de que vacinas não funcionam continua sendo apenas um delírio de quem enriqueceu explorando o tema e enganando os menos capazes de entender evidência científica.
Defendi as vacinas, mas admito que eu estava enganado.
Achei que a ausência delas mataria muitos antivax a ponto desse grupo voltar a ser escasso.
Mas continuam por aí e ainda são muitos.
Quem reabriu as portas desse inferno?
- Nenhuma vacina é "100% segura". Todas têm possíveis efeitos adversos.
- Nenhuma vacina para COVID, das que foram aprovadas e injetadas nas pessoas, causaram mais malefício do que benefício.
- Sim, a vacina da Pfizer aumenta ligeiramente o risco de miocardite e, ao mesmo tempo, foi uma vacina que salvou a vida de milhares de pessoas.
- Independente de quantas vezes os lunáticos repitam isso: não existe e nunca existiu um medicamento barato que ajuda a prevenir ou tratar COVID.
Todas as vacinas, medicamentos, suplementos, alimentos, bem como qualquer produto que vc usa no dia a dia, são liberados mesmo antes de conhecermos se existem ou não efeitos ultra-raros. O mundo funciona assim desde sempre e continuará funcionando dessa forma.
Boa pergunta!
Não dá para fazer essa comparação a olho nu. Só é possível avaliá-la adequadamente em estudos científicos (e esses sugerem não haver diferença).
Para concluir que pacientes tratados com o genérico respondem pior do que aqueles tratados com o medicamento de referência, seria necessário comparar grupos semelhantes antes do tratamento, considerar as características que influenciam a resposta terapêutica e medir a evolução de cada grupo em relação ao seu estado basal.
Um psiquiatra não consegue fazer esse ajuste mentalmente apenas observando os pacientes do consultório. Principalmente porque eles teriam que decorar de maneira imparcial essas informações sobre milhares de pacientes e contrastar mentalmente.
Sem uma comparação estruturada, é impossível separar uma diferença real entre os medicamentos de outros fatores, como gravidade inicial, adesão, expectativas, evolução natural da doença e diferenças entre os próprios pacientes.
Por isso, afirmar que os genéricos funcionam pior com base apenas em impressão clínica costuma refletir uma superestimativa da nossa capacidade de perceber relações de causa e efeito na prática cotidiana e não uma diferença real existente.
Carta aberta ao presidente Lula de um biomédico.
Muito importante ler as denúncias nela contidas.
Espero que meus amigos verdadeiros leem.
São Paulo, 01 de Junho de 2026
Exmo. Sr. Presidente da República do Brasil
Luiz Inácio Lulla da Silva
Eu me formei em Biomedicina há 47 anos, com especialização em Imunologia, e entre o período de formação e depois de formado passei por diversos problemas sanitários. Alguns, mais complicados, outros nem tanto. Surtos de meningite, AIDS, gripe suína, gripe aviária, retorno da tuberculose, e por fim a pandemia do COVID.
Durante o período dos dois anos da COVID trabalhava em 3 hospitais, em todos eles era responsável pelo laboratório, em dois eu era responsável pela área científica. Tinha como função, levantar todas as atualizações de todas as pesquisas que iam aparecendo durante a pandemia e direcionar o que iríamos fazer a partir de novos conhecimentos que angariávamos.
Inicialmente começamos com a tal da cloroquina, que na realidade o seu uso durou dois meses, durante esse período perdíamos um tempo incrível fazendo eletrocardiogramas dos pacientes devido a quantidade de arritmias que a medicação causava.
Junto a isso comecei a ter alguns problemas com alguns médicos que insistiam em se utilizar da medicação que só nos causava problemas. Recebi ameaças de denúncias de que estávamos negando o tratamento pela cloroquina e que os pacientes pioravam por falta dela.
Um parêntese, no curso médico em geral existe um consenso científico, NÃO existe tratamento precoce para nenhuma virose. A única coisa que previne uma virose é o que chamamos de vacina. Quanto a remédios, não há!!!!
Nos corredores dos hospitais éramos abordados por “pacientes” que queriam nos obrigar que nós os levássemos até o morgue, pois segundo eles, nós estávamos enchendo caixões com pedras e que lá não havia corpos.
Durante esse período ainda tínhamos médicos que mesmo com os exames imunológicos constatando sorologia para COVID positiva, colocavam no atestado de óbito como causa mortis, Síndrome Respiratória Aguda Grave, mas sem indicar o COVID, esses pacientes não entraram nas estatísticas, então podemos considerar que o número de mortes pelo vírus foi bem maior.
Com o passar do tempo as UTI’s dos hospitais nos quais trabalhava foram se complicando por causa de que muitos profissionais que lá trabalhavam foram contraindo a doença e outro tanto, entrando em pura estafa.
Para se otimizar a utilização dos pulmões do paciente se realizava uma manobra conhecida como “pronar o paciente” ,ou seja, colocar o paciente em posição “prona”. Essa intervenção melhora a oxigenação, diminui e redistribui as zonas de colapso alveolar e favorece o maior equilíbrio da relação ventilação/perfusão pulmonar. Mas para tanto precisávamos virar o paciente de bruços de tempos em tempos para conseguirmos esses benefícios. Para isso, necessita-se de pelo menos 4 a 5 enfermeiros que farão esse processo, rapidamente com o paciente invariavelmente entubado. Se multiplicarmos por 20/30 pacientes que muitas vezes existiam nas UTI’s com o mesmo quadro clínico, isso levava os profissionais a um quadro de exaustão intensa.
No auge da pandemia foi instituído um procedimento muito doloroso, psicologicamente falando, para as equipes de UTI, que foram as vídeos chamadas. Quando era decidido que o paciente seria entubado e por causa da proibição de visitas dentro das UTI’s dos pacientes infectados em isolamento, eram feitas chamadas por vídeo para que o paciente pudesse passar à sua família alguma orientação necessária para aquela situação. Então passamos a ter momentos de muita tristeza para quem acompanhava o processo. Alguns acabavam sendo extubados, mas muitos, aquele contato seria o último entre o paciente e seus familiares. Na realidade era uma despedida.
Junto a tudo isso, tivemos ainda a famosa falta de oxigênio em Manaus, coisa que até hoje eu não entendo.
Sou filho de jornalista, e cresci dentro de uma redação na qual meu pai era repórter, e aprendi com ele e com todos da redação da Agência Folhas durante o momento mais difícil na história brasileira (ditadura), de que devemos nos proteger contra teorias da conspiração.
Apesar disso, até hoje acho que aquilo foi encomendado por algum ser iluminado que por algum motivo após algumas pesquisas, que apontaram o COVID como uma doença inflamatória e não respiratória simplesmente, e pelo fato de sê-la, não se necessitaria de uma demanda de oxigênio de como se fazia na época e tomaram Manaus como um polo piloto dessa tentativa macabra. Gostaria muito de não ter esses pensamentos comigo, mas esse gostinho de coisa errada ficou dentro de mim e acho que nunca vou perder.
Por fim tivemos a crise das vacinas. O processo se iniciou com um golpe que o mandatário do governo brasileiro quis dar, mas na realidade ELE estava tomando um golpe (caso Covaxin/Davati). O dinheiro já estava empenhado o que iria gerar um ganho de um dólar por vacina que, sabe-se lá para aonde iria. Eram 400 milhões de doses, que representaria 400 milhões de dólares de propina. Só que as vacinas não existiam, a firma era fria e o grande “capitão de forte apache” foi traído pela ganância.
Enfim no período que deveriam ter sido iniciadas as vacinações até quando foram efetivamente realizadas, houve pelas minhas contas, cerca de 160.000 mortes que foram causadas deliberadamente pelo governante genocida. Dados como, a população do Brasil que corresponde a 2% da população mundial gerou 11% das mortes por COVID, escancaram o que efetivamente foi causado por essa “pessoa”.
Um dos únicos países do mundo que não tinha política de enfrentamento da doença, era o Brasil.
Um governo que tinha como ministro da saúde um general que dizia não conhecer o SUS e ainda tinha como conselheiro um infectologista/imunologista que depois se descobriu que não tinha habilitação para tanto.
Por tudo isso esse desgoverno assassinou grande parte das pessoas que morreram.
Agora, porque dessa carta?
Sinceramente, eu não entendo apesar dos meus 68 anos, como que ainda temos uma pessoa ligada a essa família homicida e para lá de complicada com o crime organizado e que nunca fez nada pelo país estar disputando uma eleição, sem que ninguém fale absolutamente nada desse período.
Não entendo como que a CPI da COVID não chegou a nenhuma definição. Foi engavetada.
Não entendo como a PF não seguiu com o seu trabalho para investigar todo esse período nefasto da história desse país.
Porque a mesma PF não investigou a fundo a falta de oxigênio em Manaus.
Porque os convênios médicos envolvidos nesse processo de “lavagem cerebral” também não foram investigados.
Por fim, não entendo como ninguém mais cita esse período, ninguém mostra a crueldade do dirigente do país naquele período. Vi famílias inteiras desaparecerem em uma semana. Ficamos de 26 de fevereiro de 2020,data do inicio da pandemia, até 22 de maio de 2022, data do término, sem uma politica de vacinação por pura falta de vacinas suficientes, por conta do descaso/proibição na compra de vacinas, com exceção dos profissionais da saúde que começaram a ser vacinados em fins de fevereiro de 2022.
No inicio de 2022, quando vários países já vacinavam sua população, em um dos hospitais que trabalhava tivemos 15 mortes em um único dia, após minutos de cada morte o leito da UTI já estava ocupado por outro paciente. Nunca havia passado por isso e nunca nos meus piores pesadelos poderia ter sonhado com uma coisa dessa.
Enquanto isso eu assistia a um mandatário proferir impropérios, respostas e atos macabros a jornalistas incrédulos.
Apesar de tudo isso, ainda tenho a esperança de que tenhamos um futuro melhor para toda a nossa sociedade, mas muitas vezes me pego pensando se merecemos essa melhora. Penso muitas vezes o que as pessoas hoje e das próximas gerações vão querer para si mesmas.
Confesso que muitas vezes me desanimo e não vejo muita solução, mas também fico extremamente frustrado por ninguém mais falar sobre o período mais triste que tive em toda a minha carreira como biomédico, mais até do que os tempos de HIV, sobre o qual não tínhamos muito controle e que mesmo assim tivemos um desempenho muito bom durante a epidemia e hoje, somos uma referência para o mundo no tratamento e manutenção das pessoas infectadas.
Não sou um petista ou lullista, sou um brasileiro, posso ter diversos problemas conceituais com o seu partido, não ao Sr. , mas sim a alguns de seus colegas de governo. Alguns acho-os desprezíveis.
Votei no Sr. na ultima eleição, nunca havia votado, mas mesmo sem merecer, gostaria que o Sr. e seu staff de comunicação na esquecesse desse período absurdo de nossa historia, Que essa situação que passamos há poucos anos atrás não seja varrida para debaixo do tapete e as discussões sobre as competências de cada candidato para as próximas eleições sejam recheada de discussões sobre esses assassinatos.
Sei, que o seu partido tem os seus problemas também, ninguém é “madre carmelita”, mas o silencio com esse período me incomoda mais do que qualquer coisa que possa ter ocorrido. Espero que esse seja um assunto para se discutir até a eleição para que pelo menos uma parte daquilo que passei eu possa ver discutido e mostrado para todos o que foi um período em que todos nós fomos deixados de lado por um governo corrupto, assassino e desleixado com a sua própria população.
Inclusive, essa discussão seria também interessante em respeito àqueles que perderam entes queridos.
Desculpe o desabafo, mas acho que esses questionamentos seria uma obrigação minha, e escolhi o Sr, o maior mandatário desse pais, e com toda a certeza o maior líder social que esse pais já teve, por entende-lo como o único que poderia fazer alguma coisa, que fosse pelo menos uma discussão de um assunto que ainda me assombra e me entristece .
Parabéns pelo seu trabalho, sei que é difícil, muitas coisas nesse país são difíceis de serem discutidas, mas também sei que minhas esperanças tenho que mantê-las, pois se um dia, pessoas que citei acima voltarem a tomar conta ou se perpetuarem nesse país, não teremos mais chances.
Por fim, obrigado pela sua dedicação, pois se eu tivesse a sua idade nunca iria me propor a arrumar uma encrenca do tamanho que o Sr. assumiu. Mas, se eu conseguir a chegar aos mesmos 80 anos, que isso me sirva de exemplo.
Atenciosamente
Rubens Ribeiro Junior
Biomédico e cidadão brasileiro com orgulho
RG – SSP - 6.497.714
O Ministério Público Federal no Amazonas denunciou dois pesquisadores e a União por supostos crimes contra a humanidade praticados em um estudo feito durante o pico da covid-19 no Brasil, em 2021.
O teste com a droga proxalutamida terminou com 200 pacientes mortos (30% do público-alvo da pesquisa). O órgão pede R$ 85 milhões de indenização. (Uol)