O maneiro da galera que só conhece Nova Iguaçu pela televisão (Leia-se Jornal da hora do almoço), pensa que a cidade é um caos da violência e miséria, sendo que temos uma área nobre com imóveis mais caros que a Barra, onde carinhosamente chamamos de Zona Sul de Nova Iguaçu...
No imaginário de muitas pessoas brancas, espera-se que a pessoa negra seja passiva, esse comportamento mais passivo é tido como o “normal”. Qualquer comportamento empoderado ou que fuja do esperado é muitas vezes interpretado como arrogância e incomoda. Eu amo assistir pessoas negras sem medo de falar e com uma boa autoestima e que exploda quem se incomoda.
Wanessa Camargo, uma mulher branca de 41 anos com uma carreira estável e diversos fãs pelo Brasil, está indo de grupo em grupo, de pessoa em pessoa, insinuando coisas absurdas sobre Davi, um homem negro de 21 anos, alegando ter certeza de que ele não é nada além daquela palavra que ela não quer dizer.
Wanessa está, consciente ou inconscientemente, projetando seus traumas sobre alguém e influenciando outras pessoas a terem essa visão. Coincidentemente, ela abordou outras pessoas negras para corroborar sua perspectiva.
O pior de tudo isso, é que Wanessa Camargo namora simplesmente o Dado Dolabella, que agrediu uma mulher negra, camareira, quebrando os dois braços dela, e que foi enquadrado na Lei Maria da Penha. #BBB24
quem diz q Anitta usa droga não deve ter vida social ou são os chatos do rolê pq eu fico de assim pra pior na quarta latinha Beats https://t.co/kfBG0eF4EM
DENÚNCIA: um rapaz chamado Hilário acabou de relatar que a sua amiga foi agredida na saída do banheiro de um bar por ser CONFUNDIDA COM UMA MULHER TRANS. Um transfóbico afirmou que ela estava no banheiro errado e deu um soco em seu rosto. Cadê o Nikolas Ferreira que passou o dia fingindo que se preocupa com a menina do caso da Choquei? Será que podemos dizer que o discurso de ódio que ele prega contra pessoas trans, justamente nessa temática do banheiro, pode ter influenciado esse valentão?