A regra pro Rio de Janeiro é simples. Benedita, Mônica Benício, Paes e Lula. Em condições saudáveis, eu nunca votaria no Paes. Mas a gente já viveu Witzel. E é bem recente. E não se vota em espancador de mulher. É o básico, sabe?
em uma guerra silenciosa fortíssima com a minha chefe para ver quantos e-mails ela consegue retornar falando falando e não decidir NADA
contagem em 4 até então que eu falei a mesma coisa de jeito diferente
“Professor não vota em Eduardo Paes porque ele vai destruir a educação”.
Tá bem, amore, vote no companheiro Douglas Ruas, herdeiro direto de Paulo Freire 😍✨
acabaram de melhorar meu dia de merda falando: “thami, consegue fazer sua mágica aqui?” e era extrair dados de uma pág pelo próprio código dela e era um pouco mais desafiador do que achei a princípio então gostoso demaisssss
ainda bem que a gente concorda que aqui ficou só o umbral e quem é louco pq me recuso a acreditar que alguém que escute rap esteja tacando hate no xama por ser de esquerda
O FIM DO FUTEBOL BRASILEIRO
O futebol acompanha com atenção as discussões sobre o mercado de apostas no Brasil e reconhece os desafios que sua expansão traz. Os impactos sociais, especialmente sobre as pessoas mais vulneráveis, exigem atenção permanente do Poder Público, das empresas e de todos os setores envolvidos.
Por isso, é fundamental aprimorar as medidas de proteção, fiscalização, educação e prevenção, para reduzir riscos e garantir um mercado responsável.
O Brasil escolheu enfrentar esse desafio pela regulamentação. A regulamentação estabeleceu regras rígidas para as empresas autorizadas a atuar no país, com regras claras que permitem ao Estado fiscalizar o mercado, responsabilizar quem descumpre a lei e combater a atuação de plataformas clandestinas.
Importante ressaltar que, nos últimos anos, o investimento das empresas de apostas autorizadas tornou-se uma das principais fontes de receita do esporte. Este investimento impulsionou o futebol brasileiro de tal forma a dominar o cenário sul-americano em competições como a CONMEBOL Libertadores e a CONMEBOL Sul Americana e a colocar clubes brasileiros em posição de protagonismo.
Essa presença não se limita aos maiores clubes. Os recursos também alcançam equipes de menor expressão, divisões de acesso e competições com menor exposição comercial. Para muitos destas agremiações, especialmente aquelas localizadas no interior do país, não existe hoje outro segmento econômico capaz de substituir imediatamente esse investimento.
Essas receitas são fundamentais para manter estruturas administrativas, centros de treinamento, profissionais, projetos sociais e departamentos que não gerem recursos suficientes para se sustentar de maneira independente, como parte do futebol feminino e a formação de futuros talentos, os primeiros investimentos ameaçados quando a receita cai de forma abrupta.
Assim, os rumores sobre mudanças abruptas na regulamentação do mercado de apostas têm gerado enorme preocupação em todos os clubes, federações e entidades de administração do esporte. Uma mudança abrupta nas regras reduziria a capacidade de investimento dos clubes e criaria desequilíbrios dentro e fora do país. Contratos regularmente firmados, planejamentos plurianuais e compromissos financeiros foram estabelecidos sob um marco regulatório construído pelo próprio Estado.
Para responder a um mercado que já existia e movimentava ilegalmente bilhões de reais, o país instituiu um ambiente regulado. Empresas foram autorizadas, passaram a recolher impostos e assumiram obrigações relacionadas à proteção do consumidor, ao bloqueio de menores, à prevenção de práticas abusivas e ao combate à lavagem de dinheiro e à manipulação de competições. Foi justamente a regulamentação do mercado que retirou o Brasil da liderança do ranking mundial de casos de manipulação.
Inviabilizar esse modelo não fará com que as apostas deixem de existir. Apenas abrirá o caminho para que os consumidores migrem integralmente para plataformas clandestinas, que não pagam impostos, não respeitam limites, não oferecem instrumentos de proteção e não colaboram com as autoridades.
A consequência não será apenas uma porta escancarada para as apostas clandestinas, mas um golpe fatal para o futebol brasileiro, levando muitos clubes à insolvência. Isso, sem falar na insegurança jurídica e profissional que a medida acarretaria, especialmente para contratos regularmente firmados e planejamentos construídos sob o marco regulatório aprovado pelo Congresso Nacional e estabelecido pelo próprio Estado.
O que o futebol entende que deve ser feito, com o máximo rigor, é combater a ilegalidade, fortalecer a fiscalização e aperfeiçoar os mecanismos de proteção, sem colocar em risco um mercado que foi regulamentado pelo próprio Estado.
os cara vão jogar libertadores hoje e lançaram nota esperneando pq o governo quer acabar com as bets mds kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk tem que ter fôlego p ser torcedor desse timeco na mesma década que forçaram a volta do CARIOCA no meio de uma pandemia enquanto as pessoas morriam
enrolei p levantar pq achei que ia rolar um esporro de leve de uma merda que arrumei né
na hora que saio do quarto meu pai grita mires eu penso que fudeu e ele vira “vamos lá p trás, papai comprou camarão e tem cerveja” mto bom ser filha desses caras tmlc kkkkk