@vilmarsantoss@joaquimrib1801 O pior não é ir para o segundo e sim saber que 45% dos brasileiros "votaram" neste descondenado. Com tudo o que ele fez e faz é ter a certeza de que quase a metade dos brasileiros tem o caráter deste abjeto senhor. Muito triste! Isto sim é decepcionante!😌
O Gaúcho que viralizou ao criar o Lanche dos pássaros: O hábito começou em 2023 e se tornou rotina: beija-flores, bem-te-vis, sabiás e até sanhaços passaram a visitar diariamente o parapeito, atraídos por frutas e bebedouros instalados no local.
O registro em vídeo de uma sessão da 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) funciona como um epitáfio para a moralidade jurídica. Nele, o Ministro Rogerio Schietti Cruz questiona, com nítida perplexidade, a persistência do relator em flexibilizar normas penais. Diante da insistência, Schietti enviou uma mensagem clara: “a cada sessão, o tribunal avança na idade permitida para o inadmissível.”
Enquanto Brasília debate nuances sobre os 13 anos, a 9ª Câmara Criminal do TJMG mergulhou no abismo. Em decisão que atropela a lógica, magistrados absolveram um homem de 35 anos do crime de estupro de vulnerável contra uma criança de 12 anos.
A justificativa para a absolvição beira o escárnio: a suposta formação de um "núcleo familiar". Ignorando a Súmula 593 do STJ, que define o crime como objetivo para menores de 14 anos, o tribunal mineiro inventou uma "exceção" para chancelar o horror.
O perfil do "beneficiário" dessa manobra é um retrato do caos: um sujeito com extenso histórico criminal, incluindo tráfico, homicídio e agressão. Em apenas um mês de "vínculo", ele retirou a criança da escola e consumiu drogas na frente dela. A "anuência" da criança fundamentou-se no desespero: ela declarou aceitá-lo apenas porque, em sua realidade de abandono, ele era o único que não a agredia fisicamente.
Ao validar tal união, o Judiciário não apenas falha; ele se torna cúmplice. Se uma criança de 12 anos é legalmente incapaz para os atos mais básicos da vida civil, é uma aberração jurídica considerá-la apta a "constituir família" com um criminoso reincidente 23 anos mais velho.
No Brasil atual, o conceito sagrado de família está sendo sequestrado para rasgar o Código Penal e institucionalizar o abuso de quem mais deveria ser protegido.
Yasmin tinha 12 anos. Oito deles passados dentro de hospitais, lutando contra um câncer agressivo. Oito anos em que a infância virou coragem forçada. Ainda assim, quem a conhecia falava de doçura, de fé, de uma força que não cabia naquele corpo pequeno. Um anjo, diziam. E não era exagero.
O Estado fez o que costuma anunciar em coletiva. Liberou 2,5 milhões para um tratamento que precisava vir de fora do país. A chance existia. O remédio existia. Três empresários ficaram responsáveis pela intermediação. Adultos. Empresários. Gente “respeitável”.
Quando a família perguntou por que só uma ampola tinha chegado, descobriram o impensável. A conta do tratamento estava zerada. Zerada. O dinheiro de uma criança com câncer tinha sido drenado enquanto ela esperava, dia após dia, por algo que poderia mantê-la viva.
Yasmin morreu.
Dois dos empresários foram condenados a apenas quatro anos e nove meses, inicialmente em regime fechado. O terceiro foi absolvido. Absolvido. Como se isso fosse um desvio qualquer, um erro administrativo, um detalhe contábil. Como se não houvesse uma criança no centro dessa história.
E aqui está o que mais dói admitir. No Brasil, roubar o futuro de uma criança doente não causa horror suficiente. Não gera penas exemplares. Não provoca ruptura moral. É tratado como mais um processo, mais um número, mais um acordo possível.
Isso não é tragédia inevitável. É escolha. Escolha de um sistema que protege quem rouba com papel timbrado e abandona quem depende do básico para continuar respirando. Yasmin não perdeu a luta para o câncer.
Ela perdeu para a indiferença institucionalizada. E fingir normalidade diante disso é parte do problema.
Comoção pública pela Yasmin? Zero. Artistas da esquerda rasgando o orifício anal nas ruas, com placas com sua foto nas mãos? Zero. Hashtags subindo nas redes sociais? Nenhuma.
Eu não vou deixar a Yasmin virar somente um número frio em uma estatística demoníaca.
Estou atrás de detalhes sobre este caso. Em breve vamos saber a quantidade de atrocidades que fizeram a luta de Yasmin.
Pra quem está acompanhando casos de pedofilia no resto do mundo: neste exato momento, em Arroio Grande, Brasil, duas crianças pequenas retiradas dos pais à força foram colocadas num abrigo que ja esteve envolvido em caso de pedofilia e morte
https://t.co/MwYzyqVxXT
Uma rede imensa de pedofilia ABERTA ao público foi denunciada pelo humorista felca . Por que a justiça não o fez antes ? Por que nossos juízes só se preocupam em prender pessoas por crime de opinião ? Por que ninguém joga luzes sobre as sombras do funk que sexualiza crianças e adolescentes precocemente ? Respostas no vídeo
@joaquimrib1801 Quem tem "olhos" que veja e "ouvidos", que ouça não é Joaquim? É tal qual "O ensaio sobre a cegueira" de Saramago! Quem viver verá! A Luz venceu!!