Investigação da 301 e tarifas contra o Brasil
Os traidores da Pátria não conseguirão reescrever a história. O Brasil sabe que o tarifaço tem sua origem em uma tentativa de interferência externa na justiça brasileira.
A questão é pertinente:
Jacques wagner é senador - Tariflávio Bolsonaro é senador
Jacques wagner está sendo acusado de receber valores do vorcaro - Tariflávio também
JWagner foi alvo de operação autorizada pelo Mendonça - pq o Tariflávio não?
Hoje minha irmã Bethânia faz 80 anos. Ela estava com menos de 18 quando vim trazê-la pra fazer o Opinião. Meu pai exigira que eu viesse tomar conta dela. Eu já tinha 21 e compunha canções. Mas soube o tempo todo que estava trazendo comigo uma personalidade genial para o mundo da cultura brasileira. Parabéns a todos nós pelo dia dela.
.@FlavioBolsonaro, a investigação envolvendo Jaques Wagner demonstra exatamente a diferença entre uma polícia de Estado e uma polícia de governo. No governo do presidente Lula, a PF tem autonomia para investigar qualquer pessoa. Não existe blindagem, investigação seletiva ou perseguição política: todos devem responder perante a lei, doa a quem doer, sempre com respeito à presunção de inocência, ao contraditório e à ampla defesa.
Não temos compromisso com o erro. Se alguém cometeu irregularidade, deve ser investigado e responder pelos seus atos. A diferença é que, no nosso governo, a PF trabalha com independência. Já Bolsonaro tentou interferir na instituição para proteger a própria família, episódio que levou à saída de Sergio Moro do Ministério da Justiça em meio às investigações envolvendo você, Flávio, no caso das rachadinhas.
O próprio Jair Bolsonaro revelou a lógica do seu governo quando disse que trocaria quem fosse necessário porque não deixaria a PF “foder a família” dele. Esse é o contraste: com Lula, a PF investiga com autonomia; com Bolsonaro, houve interferência para blindar você.
Agora, a pergunta que não quer calar: quando você irá explicar os 61 milhões de reais que tomou do Vorcaro?
O primeiro documento é uma planilha intitulada "Funding Schedule", apresentada nas conversas dos envolvidos como o cronograma de financiamento do projeto. O arquivo registra uma operação de quase US$ 24 milhões — cerca de R$ 134 milhões na época —, exatamente o valor que o Intercept Brasil revelou na primeira reportagem da série.
Documentos obtidos pela equipe do Intercept Brasil desmentem a versão de aliados ao bolsonarismo de que não havia comprovação das transações financeiras de Daniel Vorcaro para fundo ligado a Eduardo Bolsonaro.
Segue o fio para conferir 🧶👇
BOMBA! Documentos inéditos obtidos pelo The Intercept comprovam de forma irrefutável que Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, enviou dinheiro para os EUA bancar o suposto filme "Dark Horse", cinebiografia de Bolsonaro.
Os bolsonaristas tentaram de tudo: chamaram a reportagem de mentirosa, disseram que não havia provas, que o Intercept teria "recuado". Mas a verdade é que as negociações somaram US$ 24 milhões (R$ 134 milhões) e os pagamentos efetivos chegaram a US$ 10,6 milhões (R$ 61 milhões).
Planilhas e comprovantes bancários agora escancaram o caminho do dinheiro. A Polícia Federal já enviou parecer favorável para investigar Flávio Bolsonaro e o destino dos 61 milhões. A suspeita é clara: os recursos podem ter tido outro destino, inclusive para bancar a permanência de Eduardo Bolsonaro nos EUA.
Enquanto isso, a família Bolsonaro segue num desfile de contradições e tentativas desesperadas de desviar o foco. Mas a verdade sempre vem à tona.
🚨 URGENTE: produtora do filme de Bolsonaro fechou outro contrato (2,5 milhões) com a prefeitura de SP, informa o DCM!
O dinheiro foi usado para contratar a esposa de Malafaia e a irmã de André Valadão em eventos evangélicos!
É uma farra com o dinheiro do povo!
“Quero matar alguém hoje e pode ser você".
"Eles tiraram minhas calças e roupa íntima e fui estuprada por um dos soldados".
"Outras pessoas tiveram armas inseridas dentro delas".
"Injetaram em minha filha uma substância desconhecida".
Depoimento de Juliet Lamont, integrante da Flotilha de Gaza, sobre o que sofreu em Israel.