Pra quem disse que EU estava "politizando" o Grêmio, então toma aqui uma frase do PRESIDENTE "DE FACTO" do clube, Celso Rigo, falando com o presidente do Cruzeiro sobre Tite e Roger:
"Os dois são esquerdão, sem fundamento."
Sim, o Grêmio virou uma sede do PL.
Os caras tratam o time conforme suas ideologias políticas levando isso pra tomar DECISÕES DE GESTÃO. Se na urna o cara voto em A ou B pouco me
importa. Mas tomar isso como “fundamento” de gestão é criminoso.
Só um exemplo: Luis Suárez fez um post dia desses em homenagem às vítimas da ditadura militar uruguaia que o ídolo do Rigo, Bolsonaro, aplaude. Me diga: Suárez também é “muito esquerdão”?
Tome tento, senhor Rigo. Estou pouco me lixando pras besteiras que o senhor pensa. Mas que vá pensar na sua casa.
É o homem da grana do Grêmio dizendo que não contrata treinador por ser de esquerda, é diretor que diz que lulistas não podem ser torcedores.
Sabem o que aconteceu com o último presidente que usou o Grêmio pra fazer POLÍTICA, o senhor Romildo Bolzan?
FOMOS REBAIXADOS
Se organizem, gente minúscula.
Eles estão dizendo que pediram ao Trump pra classificar as facções como grupos terroristas, mas esqueceram de dizer isto aqui:
1) O grupo político deles entregou a traficantes cargos em escolas estaduais.
2) O pré-candidato a governador do grupo político deles precisou ser trocado pq foi preso sob a suspeita de integrar o Comando Vermelho.
3) O deputado TH Joias, do grupo político deles, está preso sob a acusação de ser o fornecedor de armas do Comando Vermelho.
4) O ex-governador Cláudio Castro é suspeito de dar suporte ao grupo Refit pra lavar dinheiro do PCC.
5) Eles defendem mudar o nome de "organização criminosa" pra "grupo terrorista" não pra combater as facções, mas pq ao classificar como grupo terrorista, a legislação dos EUA permite que o Trump invada o território brasileiro.
Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional.
Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo.
A condenação ao uso da força é consistente com a posição que o Brasil sempre tem adotado em situações recentes em outros países e regiões.
A ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz.
A comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação.