Uma excelente entrevista do jovem EDUARDO LEITE e mais importante ainda, ond edica destacada a importancia de uma candidatura, como a sua que é, efetivamente independente dos dois polos populistas a esquerda com Lula e a direita com Flávio Bolsonaro.
Sabe quanto cobram os advogados mais bem pagos do mundo? 15 mil reais por hora. Nem se cobrasse isso, a mulher de Alexandre de Moraes conseguiria justificar os honorários assombrosos recebidos do Banco Master. Qual é a sua opinião?
#master#esposa#moraes#escritorio#oinegue
Talvez tenhamos criado no País um tipo de poder inteiramente fora dos sistemas de controle republicano. O Brasil dos extremos: abuso para os "de baixo"; impunidade para os "de cima". Minha opinião no @estadao: https://t.co/sg3eAaeKNH
Demétrio comenta o recado do ministro Fachin ao STF, a Alexandre de Moraes e Dias Toffoli:
“O cristal quebrou. A imagem do Supremo está na lama, pois não há explicações razoáveis sobre as relações de Toffoli e Moraes com o Banco Master. Alexandre de Moraes tentou enrolar sobre sua conversa com Vorcaro no dia da prisão, mas está comprovada. Além disso, ao condenar Débora do Batom, ele afirmou que apagar mensagens destruía provas ou seja, segundo suas próprias regras, ele teria destruído provas. A situação é muito grave.”
Esse comitê olímpico de inverno deve estar morrendo de vergonha e medo da babaquice de sua decisão.
Viva os heróicos ucranianos!
Viva Vladyslav Heraskevych !
Uma boa matéria para conhecer sobre alguns temas de uma gestão presidencial veja o que pensam os pré-candidatos que se apresentam como alternativas ao lulopetismo e ao bolsonarismo.
De segurança pública a aborto: as afinidades e divergências de Caiado, Eduardo Leite e Ratinho Junior https://t.co/m6vhLH3Y4k
@freire_roberto Sábia posição Roberto ! Se mais presidentes e atores políticos tivessem esse discernimento, iniciativa e coragem , alteraria significativamente o conjunto de forças para quebrar esssa dicotomia burra ! PT x Bolsonaristas…
O Brasil não pode fechar os olhos para os fatos graves que envolvem ministros do STF e o Banco Master. É hora de apurar condutas, sem condenação prévia, mas com a firmeza necessária. Não adianta só discurso no conforto das redes sociais, é preciso ter coragem para fazer o certo.
Um excelente artigo do intelectual democrata, José Cesar “Zeca” Martins, membro fundador do grupo "Derrubando Muros" , sobre o terrível atraso do governo brasileiro em não compreender, minimamente, o novo mundo e a nova era da civilização humana...
O ROUBO DO FUTURO É SILENCIOSO
As oportunidades trazidas pela economia digital estão caíndo do prato das bigtechs e estão por toda parte. O requisito fundamental não é infraestrutura física e, penso eu, mesmo a insegurança jurídica pode ir para a equação financeira. Mas o gargalo da falta absoluta de diligência, isso não tem solução.
Na semana passada recebi um chamado de um conhecido pesquisador de Stanford, que começou assim: “estou aqui com o Ministro de C&T da Arábia Saudita. Estamos estruturando um investimento massivo, no padrão saudita, em negócios de porte médio em países de renda média. O objetivo é formar um network internacional pró soberania, capaz de fazer frente as bigtechs. Queremos oferecer computing para treinar modelos e alinhar mercados. Vc acha que o Brasil pode ter interesse?”
Disparei diversos contatos, para receber o esperado: desinteresse.
Com Alckimin responsável pela política industrial, a moça do PCdoB como Ministra de ciência e tecnologia, e o decano Celso Amorim no front internacional, nosso time esta pronto para um jogo de bocha, mas a competição é de Starcraft II.
Se não fosse trágico, seria uma piada pronta.
Tamanha alienação, requer um mistura de soberba com ignorância. As duas em doses cavalares.
Sei que não há uma intenção deliberada pela alienação, mas não acho que a ausência de intenção torne justificável o prejuízo ao país.
A conta de tanta inaptidão para liderar nesses tempos de grande complexidade, não ficará com a turma do atual, nem do governo predecessor, ficará para as gerações futuras.
Um excelente artigo do Conrado Hübner,
Professor de direito constitucional da USP, que foi escrito num estílo seco, sem arrodeios, em 39 frases precisas e cortantes.
Ninguém solta a mão do Toffoli
Na ciranda de náufragos, o grito 'todos por um Toffoli' afunda o STF
Estratégia está mais para cumplicidade do que colegialidade
Dias Toffoli não entrou para a sauna da promiscuidade judicial no verão passado.
Conhecido de outros camarotes, jatinhos e casas de veraneio, Toffoli cultiva a amizade útil, a amizade com vantagem embutida.
Da Libertadores a Champions League, do Lide ao Esfera, aceita convites e leva segurança com diárias pagas pelo STF.
Tanto faz se o amigo está ou poderá estar na pauta do tribunal ou de sua relatoria.
Amizades artificiais de juízes geram nossa justa desconfiança das decisões do tribunal.
Sobretudo quando não há controle e transparência.
Mesmo que, por hipótese, o mui amigo não influencie a decisão do ministro, a autoridade do tribunal se corrói.
Isso impacta o Estado de Direito.
Pouca coisa é mais elementar no beabá universal da ética judicial.
É consenso entre esquerda e direita, entre norte e sul, entre leste e oeste.
É consenso entre teóricos e práticos do direito no mundo: o Judiciário deve respeitar normas de conflitos de interesse (traduzidas em regras de suspeição e impedimento ignoradas no STF).
Até há situações difíceis para detectar conflito de interesse.
O caso de Toffoli como relator da ação do Banco Master não é uma delas.
E nenhuma prova mais é necessária.
Está em curso um movimento de salvação do ministro.
Buscam vender o gesto como salvação do tribunal, até como salvação da democracia.
A operação, contudo, em vez de proteger, ajuda a fazer o contrário.
Edson Fachin afirmou que "a tentativa de desmoralizar a corte é um ataque à democracia".
O constitucionalismo, porém, ensina outra coisa: a leniência com a corrupção funcional, essa, sim, ataca a democracia.
Continuar a guardar as costas de Toffoli no seio do escândalo bancário mais grave de que temos notícia traz riscos superlativos ao STF.
A promiscuidade enfraquece o tribunal e um STF fraco interessa ao extremismo político.
É projeto bolsonarista.
Críticas de amigos da corte pedem um STF forte para defender a democracia.
Ataques de inimigos da corte atiçam o fim do STF para facilitar o caminho da autocracia.
Edson Fachin, referência de integridade judicial, conhece a distinção entre crítica e ataque, entre amigo e inimigo.
Ao misturar as duas coisas, rifa aliados do STF.
Parece mais cumplicidade que colegialidade.
Está mais para o grito degenerado "todos por um Toffoli" do que para o imaginário grito institucional "um Toffoli por todos".
Lembra mais uma ciranda de náufragos que coalizão republicana.
A virtude da colegialidade pede renúncia e desapego.
Coloca a instituição acima de individualidades.
Exige que a função pública prevaleça sobre o capricho e a vaidade pessoal.
Mas a colegialidade não pode servir à proteção de inimigos internos.
Toffoli desponta como maior inimigo interno do tribunal hoje.
Precisa ser investigado.
Arriscar sobrevivência institucional para deixar suas transgressões atrás da porta é um gesto de irresponsabilidade.
"Criticar para defender" foi a primeira coluna que escrevi para a Folha em novembro de 2019.
Interpelar a conduta de ministros do STF continua a ser fundamental para fortalecer a instituição do STF.
Se você tem dúvida sobre o que é ativismo judicial, veja essa aula de 30 segundos, ministrada por quem instaurou um inquérito de ofício, sem objeto definido, sem obediência ao sistema acusatório, sem seguir o princípio do juízo natural e que já dura SETE ANOS.