É realmente bizarro esse culto a personalidade que existe com Neymar
Ronaldo já tinha levado o Brasil a uma final em 98 e teve a convocação criticada em 2002 e depois em 2006 foi atacado mesmo já tendo título
Neymar nunca fez nada relevante pela seleção pra ter esse tratamento
A eliminação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 era, infelizmente, mais do que previsível. Tudo caminhava para esse desfecho. Não apenas pelo desempenho medíocre da equipe, muito distante da seleção que povoa a memória afetiva rodriguiana de tantos brasileiros, mas também por todas as evidências que estavam escancaradas desde o início desse ciclo.
Falta talento a esta geração, e a culpa nem é dela. O futebol brasileiro alijou e sabotou jovens sistematicamente, tentando espelhar um modus operandi europeu porque, claro, somos vira-latas. O Vini Jr., coitado, é a andorinha que não faz verão.
O treinador, apesar do currículo vitorioso, parecia muito mais preocupado em fazer publicidade e agradar patrocinadores do que em formar uma equipe de verdade. E, acima de tudo, havia a insistência em convocar um ex-atleta em atividade, hoje muito mais reconhecido por sua carreira no Instagram.
Neymar é uma das piores coisas que aconteceu para o futebol brasileiro nos últimos vinte anos. E olha que passamos por crises bem severas nesse período. Não consigo imaginar um norte pior para tantos jovens. Neymar é o símbolo de uma era que transformou dinheiro e ostentação em virtude. O talento que o popularizou ficou em último plano. “Exxxquece!”
Quem desfila há tempos é o homem de 34 anos que age como um menino (menino!) de 14, que provoca, humilha ou menospreza adversários, que agride companheiros de equipe, que xinga árbitros e que se acha maior do que as instituições que representa. Até porque, para alguns bajuladores, que medem grandeza por seguidores no TikTok, ele é.
Sonhávamos com um hexa e faturamos um diferente: seis Copas do Mundo consecutivas sem conquistar o título. Quando esta Copa acabar, estaremos atrás não só da Noruega (um país com oito meses de inverno e do tamanho do Maranhão), mas também de argentinos, mexicanos, colombianos e, em certa média, até de cabo-verdianos.
Sim, meus amigos. No futebol, o Brasil regrediu. O Brasil se apequenou. Encolheu-se diante de indivíduos, de marketing, do dinheiro e, por fim, diante de um influencer.
Mais um.
Aliás, já jogaram no Tigrinho hoje? O pai tá on!
(Som de risada idiota de pai de família que sofre de síndrome de Peter Pan…)
Pois é. Trump já havia desrespeitado a trégua olímpica e, agora, usa a política migratória como arma contra delegações nacionais e um árbitro de futebol. Despreza profundamente o esporte em si, enxergando apenas o potencial em votos e negócios por detrás do circo da FIFA.
Napoleão era da Córsega; falava francês com um sotaque italianado. H1tler era da Áustria e falava uma variante do alemão sem prestígio, o R.
Mao teve que aprender mandarim (a língua nativa da província dele era outra).
Stalin era georgiano, que falava russo com forte sotaque.
Byung Chul Han é para a filosofia o que o Zygmunt Bauman é pra sociologia. Autor série C que é lido por não-especialistas que querem teoria mastigada pra fazer post no instagram
Si se pudiera acaparar oxígeno para especular con él, habría empresas dejándonos morir asfixiados mientras millones de imbéciles les aplauden al tiempo que se ahogan.
Muita pouca gente falando do lançamento do Sci Bot, do Sci-hub, hein. Consegui usar agora pouco e achei ótimo. Usei de maneira bem simples e ele me entregou artigos realmente relevantes sobre o tema que busquei, além de separar em tópicos e resumir os artigos. Viva a pirataria.
O utilitarismo vai matar a sociedade
Se Nietzsche ou Schopenhauer surgissem hoje ia ter gente chamando de vagabundo e mandando eles entregarem currículo no Assaí Atacadista