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Apresentação das prioridades e do programa do Bloco de Esquerda para São João da Madeira.
🗓️ Sábado, 20 de setembro
⏰ 15h00
📍 Esplanada do Restaurante O.Boinas, restaurante e cafetaria do Museu da Chapelaria
Esperamos por ti!
Um barco com bandeira portuguesa, com tripulantes portugueses, em missão humanitária, foi atacado por um drone. E o Governo português? Vai continuar a recusar proteção diplomática à flotilha? Vai continuar a sua cobardia em relação ao genocídio em curso?
Para o Governo qualquer direito dos trabalhadores é um abuso. Já os patrões, como se sabe, nunca abusam nem exploram. Precisam é de mais ajudinhas, coitados.
Não é só o Bloco de Esquerda que o diz. São os sanjoanenses que o exigem: é preciso uma outra política de habitação; é preciso pôr os imóveis devolutos no mercado de arrendamento.
A Saúde Mental tem de ser uma prioridade.
Criar gabinetes de prevenção e tratamento de ansiedade e depressão no centro de saúde e reforçar as respostas comunitárias na área dos cuidados continuados em saúde mental devem ser objetivos da Câmara Municipal.
42 Milhões de Euros. Foi quanto se pagou para o serviço da UNIR que serve o concelho de S. João da Madeira. E todos os dias há queixas, incluindo de falta de segurança. Já era tempo de a Câmara Municipal de SJM fazer qualquer coisinha sobre o assunto. Ou acha que 42M€ é pouco?
Porque os preços das casas estão impossíveis, porque nos querem tirar o hospital, porque os transportes não nos servem, porque precisamos de políticas de qualidade de vida e de lazer que a vida não pode ser só trabalho.
Acima de tudo, porque isto não tem que ser assim.
Moisés Ferreira é o candidato do Bloco de Esquerda à Câmara Municipal de São João da Madeira.
Habitação, saúde, transportes e qualidade de vida são as prioridades para um concelho que pode ser muito mais do que é.
Um campo de concentração para 600 mil pessoas. É o próximo plano de Israel para exterminar os palestinianos.
No futuro, quando se falar deste genocídio como um dos horrores do século XXI, ninguém poderá dizer que não sabia. Os governos que não agem é porque são cúmplices.
12 urgências encerradas e 9 com constrangimentos. Resultado de um plano de emergência que só fala de como financiar privados e nada diz sobre reforçar o SNS e os seus profissionais.
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