Não há justificativa para matar os próprios filhos.
Não há justificativa para matar os próprios filhos.
Não há justificativa para matar os próprios filhos.
Ponto.
Quem contesta isso não está falando de Itumbiara, mas do que faria com você e seus filhos em caso de ego ferido.
Como se a raiva fosse uma espécie de compensação, o único 'direito' que me restava diante de algo que eu não conseguia mudar. Hoje, entendo que 'deixar para lá' é uma escolha consciente e ativa de saúde.
Muitas vezes, acreditamos que a nossa mente e o nosso corpo operam em caixinhas separadas. Pensamos que uma mágoa guardada ou uma expectativa frustrada ficarão ali, em silêncio, sem nunca cobrar o aluguel. (+)
Vivi isso na pele. Foram meses de batalhas contra crises de ansiedade, simplesmente porque eu não conseguia desapegar de um sentimento que já deveria ter partido. Eu me agarrava àquela insatisfação como se ela pudesse mudar o passado. (+)
Frustrar-se é humano. O perigo não está na frustração em si, mas naquilo que permitimos que ela se torne. Quando não processamos esse desapontamento, ele pode se transformar em raiva. E a raiva contida adoece mais do que imaginamos. (+)