Estar a favor del aborto nunca ha dado vergüenza, lo que ha dado vergüenza ha sido tener que recurrir a redes de contactos clandestinas e intervenciones sin garantías mientras los putos ricos de mierda se iban "un finde a Londres".
Me llamo Chema y soy dibujante tradicional. Desde que llegó la IA casi no tengo trabajo, pero yo seguiré dibujando mientras pueda.
¿Me ayudas a difundir mis obras? Por cada retuit ayudas a compartir el arte generado por las personas y Skynet pierde una batalla. ¡Gracias!
Histórico!
Un diputado “desenrolla” en el Parlamento de Galicia los 1.579 contratos a dedo de la Xunta con la empresa de la hermana de Feijóo, solo de 2018 a 2023
O PP de Galicia não tem tantos problemas com as simpatias e militância políticas dos cirurgiões estrela de TV como os que parece ter com quem não comungamos com rodas de moinho.
Muy grandes estos chavales en Euskal Herria plantándole cara a los neofascistas.
En cuanto le piden que saquen las pruebas de que ese piso está okupado, se hacen caquita y se piran.
Por cierto, van en un Porsche a tirar de su casa a gente obrera.
Date cuenta, currela.
O sea están financiados por los fondos buitres.
Espabilad.
@fromgaliza Cren que saben galego. Eu bótolle morro e falo no curro unha mezcla de galego e palabras e expresións en portugués, e son super amables. Pero a maioría dos meus compis non os entenden, as vantaxes de ser criada nunha familia gagelofalante con xente vella do interior.
Estas temperaturas insoportables a golpe de maio só son defendidas polos que pensan que a vida é "cañita, festi, Galifornia, viva las Rías Baixas, el verano es para instagramear y terracear"
O resto somos persoas normais que nos amargamos cando o termómetro supera os 23 graus😂
Uma das coisas mais perturbadoras sobre os estupros no caso da Flotilha é que os sobreviventes estão tendo que tomar, por 28 dias, medicamentos para prevenir uma possível infecção pelo HIV em razão da violência praticada pelos soldados.
As mulheres, além disso, tiveram que tomar pílulas do dia seguinte e torcer para que fossem efetivas.
Isso mostra que a violência de Israel não termina quando os sequestrados são libertados. Ela continua no corpo, no medo, na espera por exames, nos efeitos colaterais dos medicamentos, na angústia de quem ainda precisa lidar com as consequências de uma agressão cometida sob custódia de um Estado.
A libertação não apaga a tortura. Não apaga a violência sexual. Não apaga o trauma produzido por um sequestro ilegal e por práticas que deveriam ser tratadas como crimes internacionais.
As violências de Israel continuam acontecendo e produzindo efeitos físicos, psicológicos, políticos e humanos muito depois do fim do sequestro.
«Moito mellor pescador que o seu irmán Vicente»
Esta esquela, que se publica hoxe na Voz, conta máis historias fondas e simpáticas que algunha novela de fama.