Essa sequência foi inspirada em uma thread do próprio Hugo Bessa, que já indicou o seguro de vida a vários amigos e colegas da mesma faixa etária, e ainda fala naturalmente sobre esse assunto pouco tratado aqui nas redes sociais.
Não ter um seguro de vida é um risco enorme, especialmente se você está bem de saúde.
Se você acha que terá dependentes ou causas importantes para você nos próximos 30 anos, você deveria pensar em ter um.
A @monaramarques é minha life planner e vou explicar tudo isso:
@millermedeiros@triangulo_dev O resgate não é investimento,é uma reserva técnica q a seguradora te devolve,corrigida (IPCA + 3% atuariais, não monetários),a partir do momento que vc abre mão de um benefício que,de qlq forma,ela iria pagar,visto que cobre um evento determinístico (a morte),não probabilístico.
@millermedeiros@triangulo_dev Nessa análise, identificamos as consequências financeiras mediante vários tipos de risco e se os mesmos são temporários ou não. Alguns, como inventário, são vitalícios, e aí entra o WholeLife, que custa mais caro não por taxa de adm. do resgate, mas pq o pgto do benefício é certo
@millermedeiros@triangulo_dev Assim, esse tipo de seguro passa a ser um patrimônio que você adquire para deixar liquidez pra sua família. Patrimônio esse que você quita em um período determinado (10, 20 ou 30 anos) a um custo menor que o capital segurado contratado, especialmente se você for jovem e saudável
Quanto mais cedo se adquire essa consciência, mais vantajoso fica o seguro. E, assim, usando o tempo a seu favor, essa geração enfrenta com mais tranquilidade os percalços da idade produtiva, chegando mais rápido à independência financeira e melhor à 3ª idade.
Seguro de vida aos 20 e poucos anos? O Hugo Bessa, da
@triangulo_dev, é apenas um dos vários clientes que tenho dessa faixa etária já com um planejamento de gestão de risco configurado. Mas por que tão cedo? Vou explicar:
A maioria ainda não tem filhos, mas tem plena consciência do valor do seu trabalho, da sua saúde e da sua vida. Não fazer seguro seria colocar tudo isso - e muito mais - em jogo, um risco que eles optam por não correr.
Comecem lendo o texto, aparentemente apagado do Ultrajano, mas ainda no #BlogdoJuca: https://t.co/aeCI5tP5l4 Por si só, já é ultrapassado e indigesto. Mas como o preconceito é “estrutural” e poucos vão reconhecer o machismo presente em cada linha, torna-se necessário o fio abaixo
Eu cresci lendo, assistindo e admirando o Trajano, que me colocou em contato com muito do que acredito sobre o papel do jornalismo esportivo. Mas o texto do Ugo Giorgetti sobre a presença das mulheres no jornalismo esportivo publicado no site dele é um desserviço.