SAUDAÇÕES RUBRO-NEGRAS! 🇯🇵🇧🇷
Neste mês, o projeto de intercâmbio da JFA, em parceria com a Adidas, chegou pela primeira ao Brasil, e enviou quatro jogadores pra treinar nas categorias de base do Flamengo.
"Quando você passa pelos portões aqui (no CT do Ninho do Urubu), você vê que é um clube (Flamengo) muito bem consolidado. E é assim que estamos acostumados."
🎙️ Brian Schottenheimer, treinador do Dallas Cowboys.
🎥 @ESPNBrasil | @SportsCenterBR
O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor.
Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório.
Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la.
Isso é uma questão de segurança jurídica.
E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado.
A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro.
Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos.
O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica.
Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade.
Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país.
E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão.
Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço.
Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas.
Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026.
O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar.
E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade.
O Brasil precisa combater o jogo ilegal.
Precisa proteger sua população.
Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas.
O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu.
Com campo elogiado pela NFL, Flamengo vai ceder Ninho do Urubu para treino do Dallas Cowboys.
O clube carioca será remunerado pela cessão de um dos campos do seu CT.
O Dallas Cowboys pediu apenas o campo. O treino será sexta-feira à tarde, enquanto o Fla treinará às 10h. No sábado, os Cowboys treinarão no Maracanã.
O gramado do Ninho foi elogiado pela NFL, que definiu como "excelente".
O Baltimore Ravens, adversário do Dallas Cowboys, treinará no Espaço Lonier, do Botafogo.
Como o Flamengo já participa da divulgação da partida, com ações em jogos e uma linha especial de roupas, a tendência é que integrantes dos clubes se encontrem para novas ações de marketing.
🗞️ @geglobo
📸 Adriano Fontes/CRF
@The_Monahan@Flamengo KKKKKKKKKKKKKKKK 50 milhões de pessoas é muita gente mesmo.
Lino veio BARATO pro flamengo!!
Caro é pagar barato em jogador ruim.
não coloque sua opinião pessoal como um fato.
A "caça aos estrangeiros" só deixa o produto Brasileirão pior lá na frente. E também não significa necessariamente lapidar melhor nossos talentos. Espanha e França, as duas melhores gerações do mundo, têm 42% e 60% de jogaodres de fora em suas ligas nacionais. Brasil tem 25%.
A Série A vai retornar ao que era antes: uma Serie B com grife.
As nossas promessas irão todas pra Europa, as promessas sul-americanas tbm e nós ficaremos com Yago Pickachus, Ronys e DVDs.
TODOS os clubes da Série A aprovaram o aumento de 7 para 9 estrangeiros em 2024.
Dois anos depois, do nada, esses clubes aprovaram a redução gradual de 9 para 5.
Não existe plano! A CBF e os clubes estão perdidos na “evolução” do próprio futebol.
👀 Relato de um dirigente de clube que votou a favor da redução do limite de estrangeiros no Brasileirão:
“A CBF traz tudo tão explicadinho que a gente acaba não questionando.”
🗞️ @UOL | @_rodrigomattos_