Por que essas denúncias e imagens são ignoradas?
No caso de Paola, o vídeo foi usado contra ela: Moraes julgou por um print isolado, ignorando o contexto de denúncia, apesar da defesa anexar o arquivo completo.
Exclusões de provas são negligenciadas para sustentar uma narrativa, ofuscando não só o 8 de Janeiro, mas eventos anteriores e posteriores.
A população exigiu voto impresso e auditável, pois o sistema eletrônico pode ser fraudado.
Diego Aranha (UNICAMP), na palestra "Return of Insecure Brazilian Voting Machines" no DEF CON 26 (2018), relatou falhas no sistema brasileiro, alimentando a demanda por auditoria e voto impresso:
1. Software secreto há >20 anos: sem transparência, impossível verificar integridade.
2. Comprovadamente inseguro: vulnerabilidades expostas em testes independentes.
3. Sem registro em papel: nenhuma trilha física para recontagem manual.
4. Sem auditoria eficaz: mecanismos internos falhos, ignorando ataques.
5. Conflitos de interesse: em todos os níveis, do TSE à fabricação.
6. Ataques internos desconsiderados: como os demonstrados por hackers.
Para o futuro, sugere: Auditoria em papel verificada pelo eleitor, software auditável para transparência, mecanismo de controle social para participação e apoio à comunidade técnica – essencial para eleições verificáveis.
Aranha, que hackeou urnas em desafios do TSE, conforme demonstrado no vídeo onde conseguiu sugerir votos para Darth Vader na urna eletrônica e alerta:
“A questão importante não é se tivemos fraude na eleição passada, mas se tivemos fraude, podemos detectá-la como inspetores independentes?” Ele demonstra que um invasor precisa de apenas 100 cartões de instalação (possivelmente concentrados em regiões chave) para alterar software e virar resultados apertados como 2022 – sem rastro, devido a chaves criptográficas hard-coded e falhas de integridade.
Em testes, expôs fraudes via manipulação de software, recomendando software independente (DRE auditáveis) e auditoria com voto em papel – o que manifestantes pediam em Brasília e outras cidades.
Não se trata só do 8 de Janeiro ou injustiças contra Bolsonaro e presos/exilados políticos. Relaciona-se ao sistema eletrônico, descarte de urnas sem auditoria, e atuação do STF/TSE nas eleições e dos julgamentos sem o devido processo, para retornar um grupo capaz de tudo para se perpetuar no poder e irresponsávelmente gerir os cofres públicos, contratos, licitações, etc.
Faço esta postagem sabendo os limites dessa rede social, e essas questões devem ser investigadas seriamente para reestabelecer o processo legal e a justiça, sem interesses pessoais contra direitos públicos de opinar, votar e viver com Liberdade.
Imagens de câmeras do 8 de Janeiro 👇
https://t.co/gu34eWCs1A
Entrevista de Paola na Revista Oeste relembrando denúncia de infiltrados e vândalos no 8 de Janeiro 👇
https://t.co/qgvfV1pgPt
Diego Aranha (UNICAMP), palestra "Return of Insecure Brazilian Voting Machines" no DEF CON 26 (2018) 👇
https://t.co/YLnhguU25P
Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação e Informática do Senado, em 12/12/2023.
Dr. Felipe Gimenez e o Prof° Amílcar Brunazzo
https://t.co/aUOGyGy2lE
Vídeo completo Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação e Informática (CCT) realiza audiência para discutir as implicações do uso da tecnologia no processo eleitoral brasileiro.
https://t.co/dLDk6R8l4d
“QUEREMOS O CÓDIGO FONTE - WE WANT THE SOURCE CODE”
Paola Godoy Brandmuller Kanai é uma cidadã comum que se tornou conhecida em 8 de janeiro de 2023 por denunciar a presença de infiltrados na Praça dos Três Poderes. Em um vídeo, ela se opõe à depredação, tenta conter a violência e alerta para a atuação de infiltrados durante a manifestação em Brasília. Esse é, até hoje, o único registro público de sua atuação naquele dia - e foi ignorado.
O vídeo viralizou exatamente por desmontar a narrativa homogênea de vandalismo. Ainda assim, Paola foi denunciada pela Procuradoria-Geral da República com o mesmo pacote padrão de cinco crimes imputado indistintamente a centenas de manifestantes: tentativa de golpe de Estado, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, associação criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.
Em entrevista à revista Oeste, Paola relata pela primeira vez os detalhes do que viveu naquele dia que resultou na prisão de mais de 2 mil pessoas. Ela descreve tentativas de conter excessos, alertas sobre infiltrações e a perplexidade ao perceber que denunciar crimes passou a ser tratado como prova de culpa.
O aspecto mais grave do caso é a “prova” do dolo. Para sustentar a acusação, o que se apresenta é justamente o vídeo em que Paola faz o oposto do que a denúncia afirma: ela tenta impedir crimes. Ainda assim, o STF recebeu a denúncia, ignorando a contradição lógica.
Enquanto cidadãos que tentaram impedir vandalismo foram processados e condenados, os verdadeiros responsáveis pela desordem seguem impunes. As imagens das câmeras, segundo o então ministro da Justiça Flávio Dino, não foram preservadas. O general G. Dias, chefe do GSI flagrado abrindo portas no Planalto, saiu de cena.
O caso Paola Godoy expõe o padrão adotado pela Corte: acusações em bloco, ausência de individualização de condutas e desprezo pela prova quando ela contraria a narrativa oficial. O 8 de janeiro, já marcado como o dia da perfídia, não representou apenas um ataque às instituições, mas o maior golpe desferido contra a população brasileira - a subversão total do devido processo legal.
Infelizmente, Jair Bolsonaro hoje é um refém. Está impedido de percorrer o Brasil, encontrar o povo que tanto ama e fazer aquilo que sempre fez: olhar nos olhos dos brasileiros.
Já que meu presidente não pode estar fisicamente na minha campanha, fiz questão de encontrar uma forma de tê-lo comigo no meu comitê.
Eu não escondo quem me trouxe até aqui. E justamente agora, quando tentam apagá-lo e silenciá-lo, faço ainda mais questão de tê-lo ao meu lado.
Gratidão é dívida que não prescreve. Até que Jair Bolsonaro e cada um dos reféns do 08 de Janeiro esteja livre. Dia 31 de dezembro esse pesadelo acaba.
रसुवाको भोटेकोशी नदीमा बाढी आउनुपूर्व र आएपछि स्याफ्रुबेसीदेखि देविघाटसम्मका स्याटेलाइट तस्विर। PlanetLab का यी तस्विरहरु Stimson Center को सहयोगमा प्राप्त भएका हुन्। तस्विर १-देविघाट क्षेत्र, तस्विर २-बेत्रावती क्षेत्र तस्विर ३-हाकु बेसी क्षेत्र, तस्विर ४-स्याफ्रुबेसी क्षेत्र
Planet Labs को स्याटेलाइट तस्बिरको विश्लेषणका आधारमा गरिएको प्रारम्भिक अध्ययनबाट नेपाल-चीन रसुवागढी नाकाबाट करिब २० किलोमिटर उत्तरपूर्व नेपाल-चीन सिमानामा गएको हिम-चट्टान पहिरोका कारण ल्हेन्दे खोलामा गेग्य्रानसहितको बाढी आएको देखिएको छ।
Planet Labs को स्याटेलाइट तस्बिरको विश्लेषणका आधारमा गरिएको प्रारम्भिक अध्ययनबाट नेपाल-चीन रसुवागढी नाकाबाट करिब २० किलोमिटर उत्तरपूर्व नेपाल-चीन सिमानामा गएको हिम-चट्टान पहिरोका कारण ल्हेन्दे खोलामा गेग्य्रानसहितको बाढी आएको देखिएको छ।
Planet Labs को स्याटेलाइट तस्बिरको विश्लेषणका आधारमा गरिएको प्रारम्भिक अध्ययनबाट नेपाल-चीन रसुवागढी नाकाबाट करिब २० किलोमिटर उत्तरपूर्व नेपाल-चीन सिमानामा गएको हिम-चट्टान पहिरोका कारण ल्हेन्दे खोलामा गेग्य्रानसहितको बाढी आएको देखिएको छ।
Today, a flash flood has swept through markets, settlements, and hydropower projects along the Bhotekoshi River in Timure and Syabrubesi, Gosainkunda Rural Municipality, Rasuwa District, Bagmati Province, Nepal.
This image helps explain what happened along the Nepal–Tibet border. According to reports, a magnitude 4.4 earthquake on the Tibetan side triggered a massive ice avalanche, which then led to the flash flooding of the Bhotekoshi River in Nepal. Around 1,000 people are missing, and many have been killed.
This image helps explain what happened along the Nepal–Tibet border. According to reports, a magnitude 4.4 earthquake on the Tibetan side triggered a massive ice avalanche, which then led to the flash flooding of the Bhotekoshi River in Nepal. Around 1,000 people are missing, and many have been killed.
🇳🇵 Massive flood on the Nepal-Tibet border kills at least 95
Nepal’s foreign minister stated that an earthquake likely triggered a massive avalanche and landslide, blocking the river before it broke through downstream.
At least 384 tourists and hundreds of locals remain missing, including 105 Indian citizens, 12 British nationals, 3 Americans, and 8 South Koreans.
Terceira reportagem da Vaza Toga 5.
“Documentos fantasmas”: Defesa de Tagliaferro exige auditoria após mandado não constar em certidão do STF
Após a reportagem de A Investigação que mostrou que o mandado de prisão usado contra Eduardo Tagliaferro (@edutagli) não aparece em nenhum sistema oficial brasileiro, os advogados Paulo Faria e Filipe Rocha de Oliveira protocolaram pedido urgente no Ministério da Justiça.
Eles exigem a preservação dos arquivos originais, a reconstrução do caminho dos documentos enviados à Itália e o aviso formal às autoridades italianas de que a autenticidade das peças está sob verificação.
O mandado de prisão e o parecer da PGR usados na extradição não existem no processo brasileiro. Esses documentos só existem no pacote que foi mandado para a Itália.
A anomalia encontrada nos registros oficiais virou uma cobrança administrativa com efeitos internacionais.
https://t.co/PejnAaqqH3
Para Flávio Bolsonaro chegar à Presidência, vários desafios estruturais precisam ser superados. Suponhamos, por hipótese, que a ala político-partidária do STF e a mídia tradicional alinhada ao PT e a seus satélites (PSB, MDB e correlatos) não consigam impedir que Flávio Bolsonaro e Romeu Zema sigam ininterruptamente até o final da corrida eleitoral, e que o sistema eletrônico de votação não produza qualquer alteração nos votos depositados nas urnas.
Mesmo nesse cenário favorável, o desafio central permanece: impedir que Lula vença já no primeiro turno em razão da dispersão de votos entre os candidatos de oposição. A divisão do eleitorado anti-PT entre Flávio, Zema e outros nomes reduz a capacidade de consolidar, desde o primeiro turno, uma frente suficientemente ampla. Por isso, a prioridade estratégica deve ser a construção de uma aliança real e funcional entre o PL e o Novo, capaz de garantir a transferência efetiva dos votos de Zema para Flávio — de preferência já no primeiro turno, para reduzir o risco de surpresas e resultados inesperados. Sem essa transferência organizada e convincente, o risco de o petismo se beneficiar da fragmentação da direita continua elevado.
Além da engenharia de alianças, é fundamental convencer o eleitor indeciso de que o seu voto não é neutro: ele define se o Brasil continua no atual caminho de deterioração ou se inicia uma mudança de rumo. Mais desafiador ainda é dialogar com segmentos do eleitorado de esquerda que, após o período eleitoral e o choque de realidade cotidiano — preços elevados nos supermercados, infraestrutura precária, insegurança crescente e o fechamento de empresas com perda de empregos decorrentes da insegurança jurídica e econômica gerada pelas políticas petistas —, possam reavaliar sua escolha. São precisamente esses votos, os dos indecisos e os de eleitores desiludidos com o resultado prático da gestão atual, que têm maior potencial de alterar o desfecho da eleição e de tirar o país da trajetória de destruição em que se encontra.
Todos sabem que Zema, Caiado e Renan não se tornarão presidentes do Brasil em 2026. A maioria dos que votam neles só o fazem por nojinho do Flávio. Agora vejam, eu sempre apontei que o grande erro de estratégia dessa turma em 2022 foi achar que a vitória de Lula mataria o bolsonarismo. Era óbvio que não, especialmente da forma como a eleição foi conduzida e o que fizeram com ele depois no STF. Você não mata um movimento enchendo seus apoiadores de revolta e distribuindo injustiça. Isso tem efeito contrário.
Se Jair tivesse vencido em 2022, além do nosso país não estar nesse mar de lama com a economia em frangalhos, a direita limpinha e a centro-esquerda teriam se livrado de Lula em 2022 e de Jair Bolsonaro agora em 2026. Foram tão "geniais" que não conseguiram nenhum. Por causa do movimento de vocês, o que estaria acabando agora em 2026 pode se estender por décadas. Lula pode vencer novamente, o que significa o fim do Brasil, e a única forma de evitar isso é fazendo agora o que se recusaram a fazer em 2022.
Assumam a cagada que fizeram e votem logo no @FlavioBolsonaro. Enquanto Lula for uma possibilidade, a polarização nunca vai acabar. Uma vez que ele for carta do baralho, o petismo vai minguar, as outras opções da esquerda vão continuar irrelevantes, e a batalha política se dará entre as vertentes da direita que hoje existem e outras que surgirão no futuro. Será PL vs. NOVO, liberais vs. conservadores, e assim por diante. É nesse cenário, e somente nesse, que um Bolsonaro pode disputar com um Tarcísio, um Zema, um Caiado, e tantos outros que vocês citam como preferências. Enquanto houver o petismo na jogada, o bolsonarismo sempre surgirá como principal adversário, afinal, são movimentos antagônicos. Enquanto um representa extinção, o outro atua como barreira para inviabilizar planos mais ousados de dominação continental.
Se Lula vencer novamente, em 2030 ele tentará emplacar um sucessor, isso se ainda tivermos eleições, e novamente estaremos numa versão piorada de 2026, assim como agora estamos em relação a 2022. Não cometam o mesmo erro.