Pessoal, recomendo que ninguém pesquise sobre o envolvimento do Banco Digi+ com o Bispo Macedo, dono da Rede Record.
Ouviram? Nunca jamais pesquise "Banco Digi+ Edir Macedo".
Estejam avisados.
URGENTE: PM da Paraíba deu exemplo e botou fogo em mais barricadas de facções criminosas. Pra quem acha que era só entulho, a PM, que tá todo dia enfrentando esses caras, mostra que não. Força aos policiais da Paraíba!
@Marisalamontagn A mina meteu um chatgpt monstro pra escrever um texto desse sem nenhuma informação relevante, só ataques genéricos. Tá gastando a água do planeta pra isso? Que inútil.
Sou brasileiro, fisioterapeuta, acredito e tenho esperança num futuro glorioso.
Meu voto nas eleições para presidente neste ano será em Renan Santos.
O cara mais bem preparado, com as melhores propostas e com as melhores chances de vencer de alguém fora da polarização.
Avante, 14!
Sou brasileiro e meu voto nas eleições do Brasil neste ano será em Renan Santos.
O cara mais bem preparado, com as melhores propostas e com as melhores chances de vencer de alguém fora da polarização.
Avante, 14!
Há alguns anos surgiu uma molecada reacionária, barulhenta, audaciosa e, acima de tudo, cansada das velhas raposas da política brasileira.
Eu fui um dos que acreditaram neles.
Depois, fui também um dos que se revoltaram contra o MBL.
Talvez por cegueira política. Talvez por não ter parado para apurar melhor os fatos. Talvez porque, naquele momento, Bolsonaro havia deixado de ser apenas um político para se transformar, para muitos de nós, no “Mito”.
E quando o MBL começou a bater em Bolsonaro, ficamos furiosos.
Só que mito não é Deus. Deus só há um.
O tempo passou. Bolsonaro entrou em suas próprias contradições, vieram as alianças com o Centrão, os problemas envolvendo sua família e várias das críticas que eu não queria ouvir passaram, no mínimo, a merecer uma segunda análise.
E uma coisa começou a me chamar atenção:
Eu podia ter mudado minha opinião sobre o MBL. Mas várias das pautas que eles defendiam continuavam lá.
Então surgiu o Missão.
E aqui vem a parte que talvez surpreenda quem acompanha o que escrevo:
Eu achava o Renan um zero à esquerda.
Quando ouvi falar na possibilidade de ele disputar a Presidência, minha reação foi praticamente: “nem a pau”.
Só que comecei a assistir às entrevistas.
Depois às sabatinas.
Depois fui ouvir as respostas completas, em vez dos cortes.
Minha certeza começou a virar dúvida.
Até que saiu o plano de governo, o chamado Livro Amarelo.
Eu fui ler.
E fazia muito tempo que um plano de governo brasileiro não me fazia parar para estudar propostas daquela maneira.
Foi aí que me fiz uma pergunta muito simples:
Se eu já conheço as alternativas que estão aí, por que não avaliar seriamente alguém novo?
Não quero mais político de estimação.
Não quero defender político como se defendesse time de futebol.
Quero cobrar.
Quero resultado.
Quero alguém que apresente propostas, tenha coragem de enfrentar perguntas difíceis e consiga explicar claramente o que pretende fazer com o país.
Por isso, aquilo que começou como uma certeza de que eu não votaria no Renan, virou dúvida.
E a dúvida virou uma nova certeza:
hoje, meu voto é Renan.
É um voto de confiança.
Se ganhar, terá que entregar aquilo que está prometendo. Se não entregar, será cobrado e substituído na eleição seguinte.
É assim que deveria funcionar uma República.
Político não é pai.
Político não é ídolo.
Político não é salvador.
Político é funcionário temporário da população.
Meu compromisso não é com Renan, MBL, Missão, Bolsonaro, Lula ou qualquer sobrenome da política brasileira.
Meu compromisso é com o Brasil.
Chega das velhas raposas.
Chega de escolher entre os mesmos personagens.
Chega de transformar político em religião.
Eu mudei de opinião porque me permiti ouvir novamente.
Agora quero ver se esse tal de Renan consegue transformar discurso e plano de governo em realidade.
Meu voto tem propósito.
Meu voto tem sentido.
Meu voto tem Missão.
@KimKataguiri@RenanSantosMBL
#brasilparatodos #partidomissao #renanmissao #polarizacao #brasil2027 #brasildedireita
Há propostas que nascem de pesquisas eleitorais. Outras nascem da própria vida.
Hoje, em coletiva, Renan Santos contou uma das experiências mais dolorosas de sua família: o sequestro de sua mãe. Falou dos horrores e do terror psicológico que ela sofreu nas mãos dos criminosos, das ameaças de morte e de jogarem seu corpo em um rio.
Renan tinha apenas 13 anos.
Na cabeça daquele menino havia medo, revolta e uma pergunta que o acompanhava: como fazer justiça? Naquele momento, tomado pela raiva de um filho que poderia perder a mãe, chegou a pensar em como mataria o homem responsável por aquilo.
É impossível ouvir esse relato e não compreender melhor por que a segurança pública ocupa um lugar tão central em sua candidatura, e de onde vem a dureza de expressões como “Prendeu, Matou”.
Pode-se discutir o lema, considerá-lo duro ou provocador. Mas por trás da metáfora existe algo profundamente real: a indignação de quem conheceu muito cedo o que a violência é capaz de fazer não apenas com uma vítima, mas com uma família inteira.
E talvez seja justamente isso que torne sua candidatura tão natural.
Não estamos diante de alguém que descobriu a segurança pública porque uma pesquisa eleitoral apontou que o tema dava votos. Estamos diante de alguém cuja visão sobre o assunto foi moldada pela própria história.
Renan candidato parece ser simplesmente Renan.
Sem personagem criado para a eleição. Sem uma personalidade para as câmeras e outra quando elas se desligam.
Gostem ou não de suas posições, existe algo difícil de fabricar em qualquer campanha: autenticidade.
Já caiu a ficha de vocês que o atual presente, Lula, e o senador filho do ex presidente, Flávio não vão ao debate ÚNICA E EXCLUSIVAMENFE por causa do @RenanSantosMBL
Vocês já viram na história da humanidade um terceiro lugar colocando medo no 1º e 2º?
Isso é espantoso.