"Lembra-te que afinal te resta a vida
Com tudo que é insolvente e provisório
E de que ainda tens uma saída:
Entrar no acaso e amar o transitório".
— Carlos Pena Filho
como diria o poeta amazonense thiago de mello: “ainda que o gesto me doa, não encolho a mão: avanço levando um ramo de sol. mesmo enrolada de pó, dentro da noite mais fria, a vida que vai comigo é fogo: está sempre acesa.”
existe algo profundamente comovente e tão sutil que quase passa despercebido quando a vida começa a crescer em volta de uma experiência difícil como ramos de hera envolvendo uma casa de veraneio até que essa experiência encolhe e deixa de ocupar tanto espaço psíquico.