**NOTA À IMPRENSA**
Tomo conhecimento, mais uma vez pela imprensa, de que supostamente o STF teria formado maioria para me condenar por algum crime que desconheço. Reitero: até hoje não fui citado na forma da lei. Sigo aguardando notificação regular, por carta rogatória, em local certo e sabido. Esse mesmo instrumento foi expedido a outro acusado no processo, mas a mim nunca foi cumprido. Se o meio existe e a própria Corte o reconhece, por que não a mim?
E "certo e sabido" não é força de expressão: resido nos Estados Unidos em endereço que a imprensa brasileira fez questão de localizar, filmar e estampar, mandando repórteres até minha porta. Para mandar jornalista, sabem onde estou; para cumprir o devido processo legal, alegam não saber.
Tomo ciência dos fatos pelos jornais, e conhecer a acusação por reportagem não substitui a citação prevista em lei e nos acordos internacionais dos quais o Brasil é signatário. Moraes pode não gostar, mas não pode escolher quando segui-los. Mais uma vez, é vítima e juiz do mesmo caso, e é por isso que o Brasil passa vergonha internacional de forma recorrente, como até mesmo a mídia tradicional hoje já aponta com frequência.
Qualquer sentença sem respeito ao devido processo legal é nula, e, depois de tantas derrotas internacionais, até Moraes sabe disso. Por isso o real objetivo deste julgamento sem pé nem cabeça é apenas um: tirar meu nome das eleições.
Tenho confiança na restauração da democracia brasileira com a vitória de Flávio Bolsonaro, que permitirá que as centenas de exilados possam, enfim, retornar à sua pátria.
Eduardo Bolsonaro
Deputado Federal em exílio
Esta história trágica acaba tirando a vida à vítima e branqueando os agressores: o Estado e os violadores.
Que dia triste para esta família, para Espanha e para a nossa civilização!
Nunes Marques vota para enterrar investigações da CPMI do INSS. Surpresos? Nunes Marques, gente... Não vamos ser acometidos pelo alzheimer de conveniência!
Eduardo Tagliaferro diz que ouviu da chefe de gabinete do ministro Alexandre de Moraes, Cristina Kusahara, que a intenção do ministro sempre foi chegar à presidência. Segundo o ex-assessor, o ministro já planeja essa possível candidatura há muito tempo.
Coca-Cola patrocinou ontem (24/11/2025) o evento da OAB-SP em que Alexandre de Moraes foi palestrante.
Exato: a empresa americana bancou coffee break e estande para o mesmo ministro que está sancionado pela Lei Magnitsky desde julho. Nos EUA, isso é risco de sanção secundária pesada: multa de até 1 bilhão de dólares ou banimento do sistema financeiro americano. Já aconteceu com bancos europeus, empresas chinesas e russas. Com Coca-Cola não será diferente. A conta chega rápido.
Ou a Coca-Cola corta todo e qualquer vínculo com Moraes agora…
ou o Departamento do Tesouro corta a Coca-Cola.
Escolha difícil?
Não. É sobrevivência.