Lula certa vez escreveu uma “Carta aos Brasileiros.” Naquele momento, fez história e abriu caminho para sua primeira eleição presidencial. Hoje, Lula publica o que quero chamar de “Carta em Defesa dos Brasileiros.” É um marco. É histórica.
A carta de Lula é um monumento de informação, dignidade e soberania, erguido em meio à covardia internacional e a uma robusta dose de viralatismo nacional, parte da imprensa incluída. Nos últimos dias, jornais internacionais têm feito pelo Brasil o que os grandes veículos brasileiros se recusam a fazer, por acreditarem, talvez, que isso beneficiaria apenas Lula: defender o Brasil. Defender o Brasil seria beneficiar apenas Lula? Talvez isso diga mais sobre a imprensa e os Bolsonaro do que sobre Lula.
O presidente brasileiro publicou em um jornal americano o que muitos não têm coragem de dizer a Trump, nem publicamente, nem em privado. Mais que isso: informou a milhões de americanos, presos à própria arrogância e ignorância, algo que boa parte deles realmente não compreende. Acreditam que são os outros países que pagam as tarifas aos EUA, enriquecendo o Tesouro americano. Na verdade, são eles mesmos, os consumidores americanos, que pagam essa conta nas prateleiras do supermercado.
Lula foi direto ao ponto. Escreveu:
“No médio prazo, essas tarifas vão levar à desorganização de cadeias produtivas que hoje se encontram densamente integradas e as empresas brasileiras vão substituir fornecedores norte-americanos por outros parceiros.
Isso diz muito da inconsistência entre os interesses dos EUA anunciados em sua estratégia de segurança nacional e as políticas que adota em relação ao Hemisfério Ocidental.
A América Latina e o Caribe não precisam de porta-aviões rondando suas águas nem de punições tarifárias. O que nos falta são parceiros confiáveis e previsíveis. Neste momento em que os EUA isolam seu mercado, outros países se apresentam como alternativas, oferecendo uma agenda positiva, capaz de fomentar o desenvolvimento econômico e social.”
É o óbvio que precisa ser dito, e repetido até que seja assimilado. Gerações de americanos nasceram e cresceram num terreno econômico bem mais privilegiado que o restante do mundo, e não perceberam que hoje vivem a transição para uma sociedade que já não vende mais esse sonho. Sobra retórica. Falta realidade.
Lula não deixou pedra sobre pedra, e o texto o coloca entre os líderes mais corajosos e sinceros do mundo atual. Não mentiu. Apontou fatos. Defendeu o Brasil, sua economia e sua soberania. Há oceanos de diferença, não um, entre Lula e um Bolsonaro. Qualquer um deles, ou a soma de todos eles.
Brasileiros não deveriam, neste momento, nem cogitar entregar o país a qualquer Bolsonaro. É loucura.
Se ainda não entendeu, leia a carta de novo. Pense no motivo pelo qual ela foi necessária. Ela não foi escrita apenas para Trump e os americanos. Foi escrita para você, brasileiro, o único que realmente precisava lê-la. Foi uma carta em sua defesa.
"Olá. Sabia que eu sou melhor que voce? Pq posso fazer coisas que vc não pode. Posso cometer vilanias, fazer pequenos,médios,grandes crimes. Voce não.Pq vc pode ser investigado. Sou melhor pq sou atriz?Não. Pq sou DEPUTADA."
Simplesmente Irene Ravache.
E no final, o PCC nunca esteve com o PT, estava na Faria Lima
São 40 fundos de investimento, R$ 52 bilhões em patrimônio, parceiros operando na bolsa B3 e domínio de toda a cadeia, da produção ao consumidor. Mas o governo Tarcísio não viu nada
https://t.co/8fn1Vr3gem
Rapaz! A GloboNews postou no Instagram esse vídeo do Guga Chacra desmontando a hipocrisia do embaixador de Israel, mas apagou logo em seguida. Censura? Por que apagou?
Não compartilhem, tá?
Jornalista chinesa Olivia Yang, que morou 6 anos no Brasil, explica por que a China não vai arregar para os EUA, ao contrário de outros países: "É uma resistência com estratégia. Por exemplo, com mudança de fornecedor. Só essa semana, 40 navios transportando 240 mil toneladas de soja brasileira foram comprados pela China. Isso já representa um terço do consumo mensal chinês. Desde março a China acelerou a troca do fornecimento de soja, que vinha dos EUA e agora vem do Brasil".
O relato de Olivia é muito verdadeiro. Está em todas as manchetes da imprensa mundial neste domingo (13) que o bilionário setor de soja dos EUA se reuniu com Trump para pedir uma trégua nas tarifas contra a China, sob pena decretarem falência. Comprando anualmente US$ 15 bilhões da soja estadunidense, a China é o maior mercado para os exportadores dos EUA. O produto ainda é um verdadeiro pilar da economia agrícola norte-americana. São 500 mil produtores que, agora, vivem a incerteza diante da disputa com Pequim.
Olivia continua: "Outra estratégia chinesa é a diversificação. Cortamos as importações de filmes americanos e abrimos portas para o cinema brasileiro e de outros países. Se os EUA querem desacoplar, a China responde: 'temos 5 mil anos de história; a mensagem é clara, a China não recua, mas também não briga puramente; ela se adapta, diversifica e fortalece aliados, como o Brasil".
Lula venceria a próxima eleição presidencial em cinco cenários testados pelo Datafolha, inclusive contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. O petista também aparece bem à frente de Tarcísio de Freitas, Michelle Bolsonaro, Pablo Marçal e Ciro Gomes. https://t.co/E0t3UxsU7d
Como podem ver no vídeo, 🌸🌸🌸 As flores de cerejeira (sakura) estão começando a desabrochar para dar as boas-vindas ao Presidente @LulaOficial e à Primeira-Dama @JanjaLula aqui em Tóquio!! Um cenário perfeito para celebrar os 130 anos de relações diplomáticas Brasil-Japão. 🇧🇷🇯🇵
Arthur Lira costura acordo para americanizar planos de saúde brasileiros
Com escudo de "plano popular", Lira inicia negociata para prejudicar mais pobres e pressionar SUS
https://t.co/6QDKzvA9Wh
Leiam! Leiam! Leiam!
Descubram sobre a ilha que passou por Clara Nunes, pelo jogador Richarlison e por Flávio Bolsonaro e por que ele está tão interessado em privatizar praias.
Há sempre um motivo.
https://t.co/McwNE9krLo
Nota à imprensa
1. A assessoria de imprensa de Dilma Rousseff, presidenta do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), esclarece alguns detalhes das operações de empréstimo anunciadas para o enfrentamento da calamidade pública no Rio Grande do Sul, em razão das cheias e fortes chuvas.
2. Ao contrário do que insinuam expoentes da extrema-direita brasileira, os recursos anunciados há uma semana por Dilma Rousseff não foram aprovados na vigência do governo Bolsonaro. As operações para a concessão de empréstimo são bem mais recentes. A mais antiga é de novembro de 2023. A mais nova, de março deste ano.
3. Do total de US$ 1,115 bilhão para o Rio Grande do Sul, US$ 795 milhões — US$ 500 milhões do BNDES e US$ 295 milhões do BRDE — são de operações aprovadas, respectivamente, em 14 de novembro de 2023, pelo Senado Federal, e em março de 2024, pela Comissão de Financiamentos Externos do Ministério do Planejamento.
4. Cabe ainda destacar que outros US$ 200 milhões anunciados pela presidenta Dilma Rousseff, que serão investidos diretamente pelo NDB, dependem de projetos a serem submetidos pelas autoridades brasileiras ao chamado Banco dos BRICS. Ou seja, são operações ainda mais recentes.
5. Do total, US$ 995 milhões são operações feitas sob a gestão de Dilma Rousseff. Quanto às operações “antigas” — US$ 100 milhões do BB e US$ 20 milhões do BRDE — ambas foram direcionadas exclusivamente agora para o Rio Grande do Sul.
6. Por fim, é necessário apontar as duras condições financeiras em que Dilma recebeu o NDB, ao assumir o cargo em abril de 2023. Um banco só empresta e faz investimentos com recursos que levanta no mercado. Ora, sob a gestão anterior, conduzida pelo indicado à presidência do Banco dos BRICS pelo governo Bolsonaro, o NDB não fez nenhuma emissão de títulos no mercado de capitais em dólar durante 15 meses — de dezembro de 2021 a março de 2023. Os títulos em yuan também não foram emitidos ao longo de sete meses.
7. Até Dilma Rousseff assumir a presidência, o NDB enfrentava uma séria crise de liquidez. A capacidade de apoiar novos investimentos para os membros — além do Brasil e os demais sócios do banco — permaneceu extremamente limitada pela falta dos recursos para investir, justamente em um momento em que os países mais precisavam destes novos recursos.
8. Foi apenas sob a direção de Dilma Rousseff que o NDB superou a restrição de liquidez. Desde sua chegada, o banco voltou ao mercado de capitais inúmeras vezes. A própria agência de risco Fitch (https://t.co/8Ey7uQ0jeb) reconheceu a superação dos problemas de liquidez e mudou a perspectiva de risco do NDB de “negativa” para “estável”. Ao longo de 2023 até maio de 2024, o Banco dos BRICS levantou US$ 9 bilhões.
9. O NDB é agora um banco bem capitalizado e pouco alavancado, com uma fila de projetos de financiamento para os seus sócios. E continua indo ao mercado. O Banco dos BRICS priorizou o Rio Grande Sul pelo seu compromisso com o enfrentamento de desastres naturais e pela solidariedade ao povo gaúcho neste momento de crise.
10. Ainda sobre as condições de operação do NDB, cabe esclarecer que o antecessor deixou o banco, em Xangai, em março de 2022, e não mais retornou até deixar a presidência do Banco dos BRICS, em 24 de março de 2023.
Assessoria de Imprensa
Dilma Rousseff
Todas as doações estão fazendo muita diferença para as famílias gaúchas. Impossível não se emocionar com esse vídeo.
A corrente da solidariedade não pode parar! Continue doando para ajudar o Rio Grande do Sul.
Caetano Veloso e Maria Bethânia gravaram uma homenagem especial para a capital gaúcha. A canção "Menino Deus", composta em 1982, é inspirada num dos bairros mais antigos da cidade, bastante afetado pelas enchentes.
Inacreditável! Mais uma MENTIRA ABSURDA do Nego Di, influenciador canalha que está usando a tragédia do Rio Grande do Sul para capitalizar, sendo desmascarada. Já passou da hora desses delinquentes serem punidos!
Vamos recordar mais: A juíza Gabriela Hardt é aquela que copiou a sentença injusta de Moro sobre o tríplex, para condenar Lula na ação do sitio. E o desembargador Thompson Flores é o mesmo que elogiou a sentença de Moro antes mesmo de ela ser julgada (com muita parcialidade) pelo TRF-4. Agora terão de prestar contas de seus erros. Os justiceiros viraram réus.