@Jozsef_Bozsik Curioso mas só nessa sua lista aí depois de 2007 todos os jogadores deixaram a desejar em relação ao potencial que era propagado sobre eles.
Sistema de detecção de palavras-chave via microfone existe, sim. Assistentes de voz usam isso para “wake words”, por exemplo.
Mas dizer que o Instagram usa o microfone para ouvir conversas, detectar palavras-chave e transformar isso em anúncio é outra coisa completamente diferente.
Tecnicamente, isso deixaria rastros claros: abertura do microfone, chamadas para APIs de áudio, indicadores de permissão no Android/iOS, execução em background, buffers de áudio, modelos locais de speech-to-text ou envio de áudio/metadados para processamento remoto.
E o Instagram é um dos apps mais analisados do mundo por engenharia reversa, análise dinâmica, proxy, root, jailbreak, Frida, tráfego de rede e monitoramento de permissões. Se existisse um sistema oculto de captura de palavras-chave via microfone para publicidade, isso já teria sido demonstrado tecnicamente.
Então a frase correta seria: tecnologia para detectar palavra-chave por microfone existe.
Mas afirmar que o Instagram faz isso escondido é uma acusação sem evidência técnica.
O ponto é justamente esse: eles não precisam escutar palavras-chave pelo microfone.
O que realmente acontece é muito mais eficiente e, sinceramente, muito pior: análise comportamental.
A plataforma cruza tudo que você faz digitalmente: o que você pesquisa, assiste, curte, salva, comenta, quanto tempo fica olhando um conteúdo, quais perfis visita, quais anúncios ignora, quais anúncios abre, quais sites acessa com Pixel da Meta, sua localização aproximada, seus contatos, seus padrões de consumo e até o comportamento de pessoas parecidas com você.
Com isso, o sistema não precisa ouvir você falando “quero comprar um tênis”. Ele consegue prever que você tem chance de comprar um tênis antes mesmo de você pesquisar diretamente.
É machine learning aplicado em comportamento humano: clusterização de perfis, inferência de interesse, lookalike audience, retargeting, correlação entre usuários e histórico de interação.
@gabrilamorim Não tem comparação a quantidade de equipes que transmitem um evento e outro né, essas estações de transmissão com certeza são improvisadas
O que esperar da Noruega?
Passei os últimos dias revisitando a fase de grupos e o 16 avos da equipe treinada por Stale Solbakken. Deixo uma análise com os principais tópicos — positivos e negativos.
Abordagem ofensiva: A Noruega é capaz de acumular passes e chegar ao gol de pé a pé, mas prefere respeitar as características dos atletas e ser vertical. Em um 4-3-3 posicional, não apresenta grandes dinâmicas. Com zagueiros pouco técnicos e médios que mais conduzem do que controlam, o foco é alimentar Antonio Nusa e Erling Haaland. Argumento principal é cruzar para os cerca de cinco jogadores que preenchem a área, principalmente o atacante do Manchester City.
Chances de gol: Não se incomodam quando não criam muito. Estão em um ritmo próprio. Em resumo, precisam de pouco para fazer um gol. Por terem atletas de muito arranque e potência, aumentam o ritmo facilmente. No primeiro campo aberto que tiverem, vão aproveitar. Não pode ser dada como inofensiva.
Martin Odegaard: Jogador mais criativo do elenco. Controlador e dono das bolas paradas. Recebe liberdade posicional para circular, inclusive buscando no pé dos zagueiros. Não vive bom momento e oscila muito. Ritmo completamente longe do ideal. Mas tem talento e requer cuidado.
Antonio Nusa: Ao lado de Oscar Bobb, o mais incisivo do elenco. Extremo habilidoso e especialista em duelos de um contra um. Pode te vencer em segundos, seja no drible ou na velocidade. Danilo terá trabalho.
Alexander Sorloth: É falso ponta na Noruega. O time perde em incisividade e drible, mas ganha em duelos de resistência e jogo por dentro. É o homem-alvo das bolas longas.
Erling Haaland: Provavelmente, não será ativo no jogo. Vai se recusar a se associar. Marquinhos e Gabriel Magalhães precisarão estar focados por +90 minutos. Só precisa de uma ou duas posses limpas. Tem aproveitamento altíssimo em arremates. Se for acionado, vai, no mínimo, fazer Alisson trabalhar. A bola não pode chegar no pé esquerdo. Nenhuma.
Escanteios ofensivos: São especialistas no assunto. Se adaptam à abordagem defensiva do adversário e criam jogadas ensaiadas através disso. Kristoffer Ajer, Alexander Sorloth e Erling Haaland são os principais alvos.
Pressing: A Noruega, habitualmente, sobe o bloco na saída rival. Seis a sete jogadores saltam para pressionar e tentar recuperar a posse próximo ao gol. Acontece que o pressing é "frouxo" e facilmente batido. Daí surge o campo aberto (o ponto mais forte do Brasil).
Zona: Por se movimentar de acordo a bola e não com o jogador, a Noruega balança com a posse e esquece o lado oposto. O bloco se fecha tanto que libera o corredor lateral. Toda equipe que faz inversões e pesa o outro lado leva vantagem. Isso piora porque, principalmente na esquerda, Antonio Nusa frequentemente larga a referência e sobrecarrega o lateral. Caminho claro.
David Moller Wolfe: É ele o caminho da vitória. Se eu pudesse apostar, diria que ao menos um gol do Brasil acontecerá por falha sua. Primeiro, por ser sobrecarregado por Nusa. O outro, também relatado, é o fato de sofrer muito com inversões, precisando fechar as costas rapidamente (e não fazendo). Por último, vai mal em duelos aéreos e de um contra um. Rayan nunca teve tantas chances.
Janelas: Os espaços entre zagueiro e lateral são muito largos. Praticamente um convite. É assim dos dois lados, sobretudo o esquerdo, com Torbjorn Heggem e David Wolfe. Os laterais costumam ser atraídos para longe e os zagueiros permanecem na zona, abrindo a janela de ataque.
Orjan Nyland: O goleiro norueguês é inseguro. Não tem como falar de outra forma. Espalma bolas acessíveis e não sai bem em cruzamentos. Chutes de média e longa distância são bem-vindos.
Escanteios defensivos: Aqui, uma ironia. A Noruega ataca muito bem pelo alto, mas sofre igualmente atrás. Mesmo com zagueiros fortes e de boa estatura. Por marcarem zonalmente, demoram a ter impulsão (qualidade de Gabriel Magalhães e Marquinhos).
Meu palpite: Brasil 3x1 Noruega.
What does Verstappen mean when he says Silverstone is now "constantly flat"? I ran the 2026 lap through my optimizer to find out - and it might back him up. From T5 to T15, you may not need to brake at all - if you time the MGU-K recovery to superclip and feed the battery. 🧵
Considerando principalmente o que vimos na primeira fase da Copa, mas sem ignorar o potencial que algumas seleções têm e não mostraram, solto aqui meu ranking das 32 que avançaram – comentário só sobre as 8 primeiras. Cornetaí.
32) ÁFRICA DO SUL
31) BÓSNIA
30) PARAGUAI
29) AUSTRÁLIA
28) CONGO
27) CABO VERDE
26) CANADÁ
25) ARGÉLIA
24) COSTA DO MARFIM
23) EGITO
22) GANA
21) MÉXICO
20) ÁUSTRIA
19) SUÉCIA
18) SENEGAL
17) EQUADOR
16) CROÁCIA
15) MARROCOS
14) EUA
13) SUÍÇA
12) BÉLGICA
11) JAPÃO
10) NORUEGA
9) COLÔMBIA
8) ALEMANHA
Seus maiores talentos ainda não mostraram serviço – golear Curaçao conta pouco. A imprensa local fala de crise entre técnico e jogadores. Escalar titulares contra o Equador não pareceu boa ideia. Ainda assim, a qualidade e a tradição estão ali; resta saber se vão aparecer.
7) PORTUGAL
Aqui são os 5 a 0 sobre o Uzbequistão que valem pouco. Primeira fase decepcionante não só pelas atuações nos empates com Congo e Colômbia, mas também pelo desempenho individual daqueles que compõem um dos três melhores elencos da Copa. Por ter sido 2º, terá um caminho duríssimo.
6) HOLANDA
Empatou com o Japão, goleou a Suécia e venceu a Tunísia mostrando futebol suficiente para se colocar entre as mais cotadas. Não dispõe de tantos talentos como as principais equipes, mas se superar Marrocos será bem favorita contra Canadá ou África do Sul para chegar às quartas.
5) BRASIL
Após perder vários titulares por lesões, foi acertando o time a cada jogo. Nenhuma atuação brilhante e algumas dúvidas defensivas, é verdade. Mas a boa organização contra a Escócia, o protagonismo de Vini Jr., a dedicação tática dos demais atacantes e as boas opções de banco aumentam um pouco a cotação em relação ao início da Copa.
4) INGLATERRA
Outra seleção de quem se esperava mais no geral. Porém, a boa vitória por 4 a 2 sobre a Croácia exibiu um pouco do que o time é capaz. Contra Gana e Panamá, mostrou dificuldades para enfrentar defesas com linha baixa. Ainda assim, a retranca do Congo não deve detê-los.
3) ESPANHA
Outra decepção até aqui. Goleou a fraca Arábia Saudita, mas só empatou com Cabo Verde e venceu o eliminado Uruguai graças à falha de Muslera. Já jogou bem mais do que tem mostrado com esse time. Segue bem cotada, mas para buscar a taça parece depender demais da melhora física de Lamine Yamal.
2) ARGENTINA
Desfez de cara as dúvidas que pairavam pelo baixo nível dos amistosos jogados. Dedicadíssima, organizada e com Messi brilhando como de costume, confirmou-se entre as favoritas ao título. Seu grupo não era dos mais difíceis, é verdade, mas seu caminho até a semifinal também não será.
1) FRANÇA
Mesmo que tenha concedido muito defensivamente, até mesmo contra os reservas da Noruega, a sua espantosa capacidade ofensiva foi confirmada, com seus craques jogando no mais alto nível. Diante da decepção de concorrentes importantes, talvez tenha aumentado seu favoritismo ao título.
@soudoapito Pelas regras não ditas do futebol de baixíssima divisão, deixa correr pq foi um golaço, nunca mais o cara acerta isso na vida, ainda mais filmando. Depois da um pênalti duvidoso pro time de preto e compensa