Eu tava vendo várias entrevistas com alguns grandes empresários do Brasil, boa parte self-made-man.
E notei um padrão:
Todos falam que tempo é o bem mais escasso.
Todos falam que o maior sacrificio foi o tempo com a família.
Todos falam que valeu a pena.
Mari Cantarelli: "A coisa mais importante pra você é o lar e a sua família?"
Tallis Gomes: "Sem dúvida."
"Então pq não larga tudo e cuida disso?"
"Quem vai bancar essa conta?"
"Você já é bilionário."
"Tenho projetos maiores."
"Mais que lar e família?"
Código gerado por AI gera pouco conhecimento sobre os sistemas nas pessoas.
Falta de conhecimento sobre os sistemas gera dificuldade de debug.
Dificuldade de debug eleva o número de código gerado por AI.
@coproduto Esse é um dos grandes problemas que eu tive recentemente.
Pessoas mandando código ruim e perigoso para produção só por que: "funciona e o Opus fez".
Consigo perceber uma tendência de não revisão do códigos feito por AI.
Coisas quebrando e ninguém sabendo como funciona.
Papo de reindustrialização é engraçado porque na última década surgiram 2 monstros (XP e Nubank) que são players em nível mundial e geram mais valor e empregam melhor que a indústria tradicional.
Mas não fazem fumacinha e nem servem pro mercantilismo jurássico
@osupernerd Acho que isso não vai acontecer ainda, empresas quebram ou emperram antes.
Mas o que vai acontecer sim é cada vez menos vagas, e mais coisas automatizadas.
IMO, ser velho deveria ser um sinal de conquistas, você viveu 70 anos nesse mundo fudido em uma época mais fudida que hoje.
Mas, atualmente, ser velho significa que seu tempo está acabando que você não aproveitou a vida.
Então muita gente quer parecer nova, porque velho é feio.
Many people have marveled at the fact that I don’t review the code anymore. Perhaps they view it as some kind of abandonment of clean code principles. That is not at all what has happened. It’s just that now I have tools that help me to enforce my agents to produce clean code and follow those principles.