@Ostralha@tiodobalao Revisei um artigo umas semanas atrás com sinais claros de resposta por LLM (pedi referencia e os autores colocaram uma explicação aleatoria em vez de por uma referenciazinha, linguagem padrão de GPT, etc.). Mandei a notinha pro editor, mas mesmo assim o artigo foi aprovado 🤡
The Corgi was the one leading them home
The German Shepherd was injured
The dogs kept a protective formation around the German Shepherd
The Corgi stopped often to make sure they were still okay
It took them 2 days to get home
They are neighbourhood friends
I’m going to cry😭😭😭
O estudo controlado ao qual o Bruno se refere não necessariamente precisa ser controlado por placebo.
O mais importante é ter um grupo controle, que foi selecionado da mesma população de origem (source population) que o grupo intervenção e apresenta prognóstico idêntico -- de maneira que a única diferença entre os dois grupos seja a aplicação da polilaminina.
A presença de um grupo controle é importante porque, a não ser que os efeitos da polilaminina sejam de magnitude extrema, é impossível saber se o curso clínico dos pacientes que receberam polilaminina seria diferente caso não tivessem recebido.
E pelo que temos visto nos casos que estão sendo divulgados (e nos casos relatados no preprint de Menezes et al. 2024), a velocidade e o grau de recuperação de capacidade funcional dos pacientes que receberam polilaminina é compatível com o que se espera apenas recebendo tratamento usual, conforme demonstrado na literatura.
Um ponto importante: mesmo que em uma série de casos de, digamos, 30 pacientes que receberam polilaminina, seja observada uma taxa de progressão maior do que a literatura apresenta, ainda assim haveria um elevado grau de incerteza para inferir que o tratamento é eficaz.
Isto é verdade porque existem pelo menos 2 fatores CRÍTICOS que podem justificar diferenças relevantes na taxa de progressão em uma coorte histórica e em uma coorte contemporânea que recebeu polilaminina:
1. Diferenças no processo de determinação do grau de comprometimento inicial pela escala ASIA: é plenamente possível, e até comum, que a equipe médica NÃO ACERTE o verdadeiro grau de comprometimento do paciente nas primeiras horas da lesão medular. Isso é amplamente sabido: existem MUITAS limitações que impedem a gente cravar uma classificação correta nas primeiras horas. Ninguém pode afirmar com total certeza que um paciente "nunca mais vai andar" em 24, 48 ou 72 horas desde o evento traumático!
Muitas vezes o grau de comprometimento mais definitivo não pode ser determinado sequer dentro dos primeiros 7-10 dias!
Por essa razão, é comum que médicos classifiquem pessoas com lesões incompletas equivocadamente como se tivessem lesões completas.
E como o prognóstico de pessoas com lesão completa é pior, a taxa de progressão com certeza vai ser MAIOR na sua coorte que recebeu polilaminina devido a esse erro de classificação, o que cria uma falsa aparência de eficácia. O maior percentual de melhora na sua amostra não é uma maior taxa de progressão real, é só uma correção do diagnóstico inicial que vc errou.
2. Diferenças no processo de seleção dos pacientes: dependendo da coorte histórica que vc pega para usar como referência, vc pode ter dados de pessoas que:
- demoraram para receber primeiros socorros
- demoraram para chegar no hospital
- demoraram até a cirurgia de descompressão
- receberam tratamentos sub-ótimos durante todo o processo, desde os primeiros socorros até a reabilitação com fisioterapia
Agora, imagine que as pessoas que recebem polilaminina em uma coorte contemporânea sejam todas bem selecionadas: receberam o cuidado usual padrão ouro de forma célere, foram atendidas por excelentes profissionais e não sofreram negligências em qualquer etapa do processo de tratamento.
Mesmo que a polilaminina sequer seja aplicada, vc COM CERTEZA tem uma coorte que tem MUITO mais probabilidade de recuperar capacidade funcional e/ou recuperar de forma mais célere!
Exemplo concreto:
Imagine que uma coorte histórica de 500 participantes tenham apresentado 15% de conversão de lesão completa para lesão incompleta (AIS A para AIS D, por exemplo)
Imagine que uma coorte contemporânea de 50 participantes, que receberam polilaminina, apresentem 30% de conversão de AIS A para AIS D.
Bem, temos aqui uma evidência de que pessoas que recebem polilaminina têm O DOBRO de chance de sair de 'lesão completa' para 'lesão incompleta motora'
Logo, o tratamento PARECE eficaz.
Mas esse resultado:
1. não deve te surpreender
2. não deve te convencer de que é realmente eficaz
Pq?
Porque uma diferença absoluta de 15 p.p. na conversão de AIS A --> AIS D pode ser plausivelmente explicada pelos 2 pontos que eu trouxe anteriormente: 1) diferenças no processo de seleção dos pacientes e 2) diferenças no processo de determinação do grau de comprometimento na escala ASIA!
Resumindo:
Se o tratamento tiver tamanho de efeito milagrosamente extremo, o que é improvável, saberemos disso vendo taxas de progressão implausivelmente altas (>70%) em um ensaio clínico de braço único.
Se o tratamento NÃO tiver tamanho de efeito extremo, sua eficácia precisará ser demonstrada em um ensaio clínico randomizado bem feito, com grupo controle. Só assim saberemos se realmente funciona, o quão bem funciona, e pra quem funciona.
PS: se esse texto foi útil ou esclarecedor, considere compartilhar.
I'm from that city [Salvador].
The people in the centre must all wear a same-colored top called abadá, which is your "wearable ticket" into the "block", which is the cordoned area around the moving truck stages, which folllw a "circuit". The abadá tops here are a bright light yellow, which ended up "lightening up" that area even more. Add to that the fact that the people who pay to be in the "blocks" are usually: 1. Brazilian tourists from other regions (especially Southeast and Midwest where people are notably lighter skinned than the people of Bahia); 2. Southern/western European; or 3. Southern Cone foreign tourists. French, Dutch, Spanish, Italians, Belgians, Uruguayans and Argentinians are very commonly spotted and at home, while most Anglo (US, Canada, UK, Australia, NZ) tourists appear to not even know this festival even exists. "Abadás" can be very expensive for locals. There is also an even more elite option: "camarotes", which are more or less like luxury F1 Race stands built alongside the set truck stage circuit roads, but with AC, food, lounges clean bathrooms and other amenities.
As per the sides, people there do not need "abadás", and are known as "the popcorn [pipoca]". Lots of gym rat men actually go to "pipoca" to mosh-pit and trade punches with other men, as Bahia is an Olympic gold-medal winning cradle of boxing. They can trade punches for sport or for real, both are common. The sides are usually preffered by Salvador's, own much poorer and far darker-skinned afro-mixed population, and the differently-colored clothing makes the area look even darker by contrast. These are often people who live in the poorer favelas (which make up more than 50% of the city of Salvador). They ride the metro or the bus there, bring some of their own drinks and many actually are there working, making money selling drinks to the wealthier tourists.
This madness lasts for about a week, contining backwards from Ash Wednesday, when the weekend + 3 days of legal holiday status officially end and people need to go back to work.
LIST OF SHAME — Members of U.N. Human Rights Council that refused to endorse request for urgent session on Iran massacre, which is being held this Friday, Jan. 23:
🇶🇦 Qatar
🇨🇳 China
🇨🇺 Cuba
🇧🇷 Brazil
🇵🇰 Pakistan
🇲🇽 Mexico
🇪🇬 Egypt
🇮🇶 Iraq
🇿🇦 South Africa
🇧🇮 Burundi
🇰🇼 Kuwait
...
Bizarra a nota do Itamaraty que foi INCAPAZ de CONDENAR os assassinatos em massa dos manifestantes, executados pelo regime iraniano.
Que horror absoluto.
🩸 SOS FERNANDINHO!
O pequeno tricolor Fernando Costa Leite, de 7 anos, está enfrentando uma batalha contra a leucemia e precisa de doações de sangue urgentes para continuar seu tratamento.
Estamos juntos nessa corrente de solidariedade para ajudar Fernandinho, que entrou em campo no jogo Bahia x Ceará e conquistou a torcida tricolor.
Sua doação pode salvar uma vida.
Doe sangue e ajude nosso guerreirinho!
📍 Local de Doação:
Grupo Heme — Av. Princesa Isabel, 370, Nazaré – Salvador/BA
🕒 Horário: segunda a sexta, das 7h às 16h
I'm putting together a talk on a new applied micro paper, and I'm reminded that (I believe) it's very hard to outperform the structure proposed in this piece by Jesse Shapiro. https://t.co/LY0Tj7aWIZ