Se és jovem músico à procura de uma experiência enriquecedora e inspiradora, esta pode ser a oportunidade certa para ti! Os Cursos de Verão destinam-se a estudantes avançados de cordas e sopros. As vagas são limitadas, por isso garante já o teu lugar.
Há espetáculos que não cabem num único formato. Corpo Que Canta é um deles. No próximo dia 13 de junho, pelas 18h00, o Cine-Teatro Paraíso em Tomar recebe uma criação que parte da música contemporânea para chegar ao movimento, à luz e à pergunta que atravessa tudo: o que faz o corpo quando a voz toma conta do espaço?
Com direção artística de Nataša Šibalić, o espetáculo constrói-se sobre duas obras para soprano e eletrónica — En Echo, de Philippe Manoury, sobre poemas de Emmanuel Hocquard, e uma criação nova encomendada à compositora portuguesa Mariana Vieira. Em torno desta matéria sonora, coreografia, projeção e uma arquitetura de luz transformam a sala numa experiência partilhada entre intérpretes e público.
Ficha artística
Direção artística e conceito — Nataša Šibalić
Coreografia — Nélia Pinheiro
Composição — Mariana Vieira
Projeção e luz — Nuno Mika Barros
Voz (soprano) — Nataša Šibalić
Violoncelo — Maria Nabeiro
Bailarinas — Rafaela Nunes, Sara Gomes
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Cine-Teatro e em https://t.co/XxNcgIQmDa
A Musicamera apresenta "As Sete Estações", um programa que revisita o universo das Quatro Estações de Vivaldi a partir de uma perspectiva ampliada. Aos quatro concertos do ciclo original juntam-se três concertos para flauta — Il Gardellino, La Notte e Tempesta di Mare — que funcionam como momentos de transição e comentário poético entre as estações conhecidas. O programa conta com duas apresentações durante o mês de maio, dia 28, pelas 19h15 no Templo da Música - Igreja da Misericórdia de Tomar e dia 30, num concerto ao ar livre, pelas 11h30, na Casa do Jardim da Estrela em Lisboa. Junte-se a nós! Saiba mais em https://t.co/hrISddbTpy
André Carvalho apresenta “Of Fragility and Impermanence” na Igreja da Misericórdia de Tomar – o novo trabalho que marca mais um capítulo na carreira de um dos contrabaixistas portugueses mais reconhecidos internacionalmente. Acompanhado de José Soares, João Hasselberg, Carolina Rodrigues e José Diogo Martins a música tomou conta do espaço: entre a ternura e a inquietação, cada som e cada silêncio evocaram a fugacidade do presente.
“Clarinetíssimo” é um concerto dedicado à extraordinária versatilidade do clarinete que junta João Pedro Santos, Paulo Gaspar, Esther Georgie e Jorge Trindade. Este instrumento, com mais de três séculos de existência, tem tomado parte nas mais diversas formações e tem sido relevante, tanto na música erudita como em diversos contextos da música popular.
Serão utilizados diversos elementos da sua grande família e será apresentado um repertório que explora a sua reconhecida polivalência. O programa aborda obras de J. S. Bach e W. A. Mozart até Pixiguinha e Benedito Lacerda, passando por I. Albéniz, B. Bartok, G. Fauré, G. Geshwin ou E. Carter.
"Clarinetíssimo" terá duas apresentações: no dia 14 de maio às 19h15 no Templo da Música - Igreja da Misericórdia, em Tomar, e no dia 23 de maio às 19h00 na Biblioteca de Alcântara José Dias Coelho, em Lisboa. Junte-se a nós! Saiba mais em https://t.co/hrISddbTpy
Prossegue por Moçambique a digressão do Quarteto Lopes-Graça com Aldovino Munguambe no âmbito do projeto Música e Migrações. O Centro Cultural Moçambique-China um dos concertos desta viagem artística, que reuniu em palco a Orquestra Xiquitsi, dirigida por Kika Materula, e os músicos Aldovino Munguambe e Bruno Silva, num programa com obras de Mozart, Vivaldi, Shostakovich e Lopes-Graça.
#CORPOQUECANTA é um espetáculo multidisciplinar que explora e questiona o corpo e o seu entorno, natureza por vezes disfuncional, urbana, mecanicista, numa dialogia libertadora dos sentidos, do humano.
O ponto de partida para este projeto é a obra “En Echo” de Philippe Manoury, sobre poemas de Emmanuel Hocquard, para soprano e eletroacústica em tempo real, enquadrada numa outra criação sonora, encomendada à compositora portuguesa Mariana Vieira para soprano, eletroacústica e violoncelo.
Esta construção sonora e performativa inspira o movimento de corpos que evoluem numa cenografia arquitetónica de luz, que envolve intérpretes e público, num dispositivo cénico que se prefigura como espetáculo total. Voz humana, corpo e artifício: o que nos atrai, ilude, move ou distancia da realidade digital com a qual cada vez mais nos relacionamos.
FICHA ARTÍSTICA
Criação
Nataša Šibalić – Direção artística e conceito
Nélia Pinheiro – Coreografia
Nuno Mika Barros – Projeção e Luz
Mariana Vieira – Composição
Intérpretes
Nataša Šibalić – Voz (soprano)
Maria Nabeiro - Violoncelo
Rafela Nunes – Bailarina
Sara Gomes – Bailarina
DIZ A CRIADORA...
Sou uma artista vocal com formação lírica e uma longa carreira dedicada à música de camara, ópera e outros géneros vocais. Sempre me atraíram as obras cuja dramaturgia interna inspiram a encenação e a possibilidade de sair do formato estrito do concerto. Particularmente algumas criações para soprano e geometria instrumental variável de compositores como Dusapin, Morton Feldman, Isidora Žebeljan, Philippe Manoury, entre outros. Procuro uma expressão orgânica e multidisciplinar de pensar o que música nos inspira e promove o envolvimento natural de artistas das outras áreas de artes de palco. Voz como veículo que – sempre através da música - transforma e induz poesia, teatro e movimento. Este é o primeiro projeto de um ciclo que se conformará como uma espécie de laboratório. Para ele convidamos um arquiteto para criação de ambientes, cenários e personagens de luz, uma compositora, uma coreógrafa, bailarinos e um instrumentista. É também, para já e talvez não acidentalmente, uma criação no feminino.
Bilhetes à venda no Cine-Teatro Paraíso Tomar e em https://t.co/XxNcgIQmDa
“Vemos, ouvimos e lemos
Não podemos ignorar
Vemos, ouvimos e lemos
Não podemos ignorar
Vemos, ouvimos e lemos
Relatórios da fome
O caminho da injustiça
A linguagem do terror
A bomba de Hiroshima
Vergonha de nós todos
Reduziu a cinzas
A carne das crianças
D’África e Vietname
Sobe a lamentação
Dos povos destruídos
Dos povos destroçados
Nada pode apagar
O concerto dos gritos
O nosso tempo é
Pecado organizado”
Cantata da Paz, Sophia de Mello Breyner Andresen
A liberdade também se ouve.
𝟮𝟱 𝙙𝙚 𝘼𝙗𝙧𝙞𝙡, sempre!
André Carvalho afirma-se como uma das presenças mais marcantes da música contemporânea portuguesa, num percurso onde o jazz, a música erudita e o experimentalismo se entrelaçam com naturalidade. No dia 30 de abril, o Templo da Música – Igreja da Misericórdia, em Tomar, acolhe o contrabaixista e compositor para a apresentação ao vivo do seu mais recente trabalho, Of Fragility and Impermanence.
Valter Hugo Mãe e Yuri Marchese voltam a estar reunidos, no dia 8 de maio, em Tomar. Este Encontro em Diálogo faz parte da XVI.ª edição do Bibliotecando Em Tomar. Este ano, o evento presta homenagem ao próprio Valter Hugo Mãe, uma das vozes mais singulares da literatura portuguesa contemporânea. É também uma oportunidade de voltar a encontrar o programa que nasceu no âmbito do Festival CriaSons, onde a obra do escritor serviu de ponto de partida para uma criação musical inédita.
O Bibliotecando em Tomar terá lugar dentro de dias, sob o tema “Entre o Natural e o Construído”, tendo como convidado especial Valter Hugo Mãe https://t.co/dr7l40E0JK
A aldeia alentejana de Galveias recebeu o concerto CriaSons: “Galveias Em-Cante” com casa cheia. Em palco Pedro Santos, Paulo Gaspar, Pedro Tavares e Luís Pacheco Cunha interpretaram as composições de Amílcar Vasques-Dias, inspiradas no romance de José Luís Peixoto. Um momento ainda mais especial por ter contado com a presença do próprio escritor, que viu a música inspirada no seu livro ser apresentada na sua terra natal. No final, escritor, compositor e intérpretes ficaram à conversa com o público, a partilhar histórias de como um livro se transforma em som.
🎶 Abril cheio de música! Da polifonia de Fauré ao jazz contemporâneo, dos sopros de verão às vozes de liberdade — este mês temos concertos de norte a sul do país, em Tomar, Galveias, Ourém, Lisboa e Braga.
🎼 O Templo da Música em Tomar acolhe hoje o Réquiem de Fauré, descrito pelo próprio compositor como “uma canção de embalar da morte”: uma visão de libertação serena, distante do medo e da dor. Com o ZêzereArts Vocal Ensemble & Musicamerata. Bilhetes disponíveis na porta.
🎻🎶 Estão abertas as inscrições para o Estágio da Orquestra Sinfónica Jovem do ZêzereArts! De 13 a 19 de julho, em Ourém: uma semana intensiva com aulas de naipe, ensaios, atividades didáticas e concertos no festival.
O Festival CriaSons encerrou a sua quinta edição com um momento singular! No concerto de encerramento, Valete juntou-se a um quarteto de jazz e a um quarteto de cordas, dando corpo a uma proposta artística que desafiou fronteiras e expandiu o diálogo entre diferentes linguagens musicais.
No novo episódio do Semibreve, podcast de Cesar Viana, mergulhamos na conferência “Tonalidade e Centralidade de Alturas: Desafios Analíticos na Música Culta Europeia do Pós-Guerra” um encontro que propõe repensar a relação entre tradição tonal e criação contemporânea.
Com lugar marcado para os dias 23 e 24 de abril, na Universidade do Minho, esta Conferência reúne especialistas internacionais para discutir as complexidades da música dos séculos XX e XXI, um território onde a tonalidade ressurge sob novas formas.
Ouça já o episódio completo no Spotify e descubra como a música contemporânea continua a dialogar com o passado — de forma inesperada, desafiante e profundamente atual.