Davi Alcolumbre, o presidente do Senado que se recusa a votar o fim da escala 6x1, anunciou que os senadores trabalharão remotamente essa semana.
Um deles, o Romário, está na Copa do Mundo fazendo bico de comentarista.
Para o povo, a escala 6x1.
Para os políticos, a escala 0x7, o avião com influencers, o camarote da Copa do Mundo e as “festinhas” no exterior em dia de semana.
Já somos mais de 35 mil assinaturas pelo impeachment do Davi Alcolumbre! Se ele se recusa a trabalhar, vamos deixar ele sem emprego.
Assine a petição: https://t.co/hvVkHeSmT8
E SE FOSSEM ELES? É muito fácil ser contra o fim da escala 6x1 ganhando mais de R$ 44 mil por mês, com auxílio-moradia e trabalhando de terça a quinta em Brasília. Para eles, a escala 6x1 é assim: 6 dias de folga para 1 de blogueiragem em rede social.
Um homem gay e uma travesti negros são os rostos da maior conquista da classe trabalhadora em 40 anos.
É a história sendo escrita por aqueles que sempre tentam apagar, tô com eles até o fim vey!!!
🚨VOTEM NÃO NA PEC DO PATRÃO!
O Senado abriu uma consulta pública sobre a PEC das “horas flexíveis”, que quer deixar o trabalhador brasileiro refém da negociação com o patrão em vez de acabar com a escala 6x1.
VOTE NÃO: https://t.co/YwcQswnvIE
🚨NOVO GOLPE NA PRAÇA! Esses senadores assinaram a PEC das “horas flexíveis”, que vai atrapalhar o fim da escala 6x1 no Senado e, na prática, deixar as relações trabalhistas a cargo da “negociação com o patrão”! Não deixem eles esquecerem que quem manda neles É O POVO!
Chamam pobre de preguiçoso, atacam o Bolsa Família e ignoram a desigualdade do país. Mas o Gil do Vigor destrói esse discurso elitista em apenas 2 minutos. Compartilhe ao máximo!
🏳️🌈 DIREITOS LGBTQIA+
Tive a honra de protocolar, ao lado do Conselho Nacional LGBTQIA+, o Projeto de Lei que institui a Política Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+.
Essa Política cria um marco legal pra garantir nossos direitos e proteger a nossa população da violência e da discriminação.
E colocar isso na nossa legislação é um passo urgente e necessário. Não podemos continuar dependendo de portarias, decretos, normativas e da boa-vontade dos governantes. Precisamos de uma política de Estado que garanta a nossa cidadania plena.
E não, essa não é uma proposta fácil de ser aprovada. Estamos no mesmo Congresso onde, pouco tempo atrás, tentaram proibir o casamento homoafetivo. Mas isso não pode nos paralisar.
Precisamos lutar, sem parar, pra garantir as políticas públicas que nos protegem, pra que o Estado crie Casas de Cidadania LGBTQIA+ em todo o país e que acolha as vítimas do ódio e da LGBTfobia.
E esses são alguns dos pontos desse Projeto elaborado pelo próprio Conselho Nacional LGBTQIA+, e que pude protocolar ontem em conjunto com parlamentares comprometidos com a nossa luta, como a @ToDandara, a @DudaSalabert, o @PauloLemosAP e outros 30 coautores.
🏳️🌈 Nesse Dia Internacional de Combate à LGBTFobia, é essencial lembrar que tudo o que temos foi CONQUISTADO.
A história da nossa comunidade e dos nossos direitos é uma história de LUTA.
E nenhuma pessoa LGBTQIA+ teve sua cidadania garantida se ajoelhando perante nossos algozes.
Não foi lambendo as botas de homofóbicos que conquistamos o casamento homoafetivo. Não foi permitindo a lesbofobia em nossos meios que conquistamos a criminalização do estupro corretivo. Não foi abrindo brechas pra transfobia que conquistamos o direito ao nome e ao documento.
A cidadania das pessoas LGBTQIA+ é fruto de um processo histórico de articulação e apoio mútuo da nossa comunidade. Um processo ainda em curso e muito, mas muito longe de ser concluído.
Pois, hoje, em 2026, há quem nos mate por sermos quem somos, há quem nos ataque e viole, há quem nos discrimine, há quem nos interne à força e tente nos curar, há quem nos exclua dos espaços de decisão e nos reserve os espaços de marginalização.
E, enquanto houver uma pessoa LGBTQIA+ que seja tendo os seus direitos desrespeitados simplesmente por ser quem é, seguiremos lutando contra a LGBTfobia e contra toda forma de discriminação.
Nossos passos vêm de longe, e a nossa caminhada está só começando.
🚨 URGENTE! ATAQUE AOS TRABALHADORES!
176 deputados da direita acabam de apresentar uma proposta que IMPEDE o fim da escala 6x1 até 2036.
Além disso, essa proposta cria jornadas de trabalho de até 52 HORAS SEMANAIS.
Os deputados de São Paulo que assinaram a proposta foram 👇🏽
- Pr. Marco Feliciano, PL
- Delegado Paulo Bilynskyj, PL
- Missionário José Olimpio, PL
- Vinicius Carvalho, PL
- Mario Frias, PL
- Rosangela Moro, PL
- Jefferson Campos, PL
- Luiz Philippe de Orleans e Bragança, PL
- Adilson Barroso, PL
- Adriana Ventura, NOVO
- Ricardo Salles, NOVO
- Marangoni, PODEMOS
- Renata Abreu, PODEMOS
- Simone Marquetto, PP
- Mauricio Neves, PP
- Vitor Lippi, PSD
- Celso Russomanno, REPUBLICANOS
- Arnaldo Jardim, CIDADANIA
- Baleia Rossi, MDB
Já que esses deputados só funcionam na base da exposição e cobrança, bora expor mais um pouquinho?
AGORA POR ESTADO! Esses nomes ainda estão nas emendas que adiam o fim da escala 6x1 por 10 anos, cortam o FGTS e liberam jornadas de 52h:
FALOU DO MEU AVÔ NO DEBATE E RECEBEU UMA AULA
O influencer encrenqueiro Douglas Garcia me questionou porque sou a favor da anistia ao meu avô, Ricardo Zarattini, mas contra o perdão aos criminosos do 8 de janeiro. A resposta foi pedagógica: é preciso ser muito picareta ou ignorante para tentar igualar as duas coisas.
Meu avô lutou contra a Ditadura Militar pela democracia. Já os criminosos do 8 de janeiro fizeram exatamente o oposto: eles não aceitaram o resultado das urnas de uma democracia consolidada e tentaram derrubar um governo legítimo para implementar um golpe de Estado.
A extrema-direita tenta reescrever o passado para justificar o seu próprio golpismo no presente. Anistiar quem atentou contra as instituições e depredou o patrimônio público não é pacificação, é cumplicidade. Quem joga contra a democracia tem que responder perante a lei. Sem anistia para os golpistas!
JÁ SÃO 10 RETIRADAS DA EMENDA! E ainda tem gente que acredita que pressão popular não funciona. Se a gente não divulga, não cobra, não perturba, tudo continua igual. Tudo que conseguimos até agora foi graças à mobilização. E assim vamos aprovar o fim da escala 6x1 SEM JABUTIS.
Esquerda: defende o fim da escala 6x1 e a redução da jornada para 36 horas semanais
Direita: assina proposta para aumentar a carga de trabalho de 44 para 52 horas semanais
O trabalhador que vota na direita é como a barata defendendo o inseticida