Liberdade acima de tudo, o indivíduo acima de todos.
Cada dia mais convencido que o estado é um buraco negro que consome tudo ao seu alcance. #PrivatizaTudo
Quando eu comecei na mecânica, nos anos 90, raramente alguém era registrado
O moleque entrava na oficina lá pelos seus 14 anos como ajudante, lá pelos 18 já era 1/2 oficial, aí quando tava com uns 25 já saía pra montar sua própria oficina
Hoje, o moleque chega na oficina com 18 já perguntando de VR e férias
Não faz um curso, não se esforça pra se aperfeiçoar, o moleque de hoje é um robô, se limita a fazer o que você manda
Aí tá lá com 35 anos não sabendo ajustar uma folga de virabrequim reclamando que ganha pouco
Porra
Vcs acham normal ver uma pessoa de 50 anos trabalhando de atendente na mesma empresa há 20 anos no mesmo cargo ganhando a mesma faixa salarial d e quando entrou?
A maior escravidão do brasileiro tá dentro da cabeça dele
A quem interessa o Estado grande, protetor e paternalista?
Este vídeo precisa ser assistido pelo maior número possível de brasileiros. @fernandoschuler sempre preciso.
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Meritocracia. Essa é a palavra que define a vida de Oscar Schmidt. E justamente por isso sua trajetória se torna tão poderosa, especialmente em um país onde, há décadas, tenta-se substituir o mérito individual por narrativas que relativizam esforço, talento e responsabilidade pessoal.
Oscar nunca dependeu de sistema, de favorecimento ou de discurso. Ele construiu tudo com trabalho. Com repetição obsessiva, com disciplina quase inegociável, com uma ética que hoje soa até rara. Enquanto muitos buscavam justificativas externas, ele buscava aperfeiçoamento interno, treinava mais, se cobrava mais, entregava mais.
Sua recusa à NBA nos anos 80 escancara algo que vai além do esporte. Num mundo já seduzido por dinheiro e status, ele fez uma escolha baseada em princípios. Preferiu continuar defendendo a seleção brasileira e manter prioridades claras ao longo de toda a carreira. Esse tipo de decisão revela uma base sólida de valores que sustenta trajetórias duradouras.
E o resultado veio sem qualquer contestação possível. Recordes históricos, quase 50 mil pontos na carreira, domínio absoluto por onde passou. Não houve marketing que construísse isso, nem narrativa capaz de sustentar algo desse tamanho. Houve desempenho, consistência e entrega ao longo de décadas.
Oscar Schmidt representa uma verdade simples, mas que incomoda muita gente: o indivíduo faz a diferença. O sucesso nasce do esforço pessoal, da responsabilidade e da busca constante por excelência. Ele não pediu espaço, conquistou. Não exigiu reconhecimento, impôs respeito.
Em meio a um Brasil que frequentemente tenta nivelar por baixo e desconfiar da excelência, Oscar foi a prova viva de que o mérito ainda existe, e quando aparece de forma tão incontestável, não pode ser ignorado.
Por isso ele não foi apenas um grande jogador.
Foi um símbolo.
E continuará sendo um exemplo.
Eu tenho um nojo profundo dessa cultura corporativa atual que exige, como regra, que o seu negócio tenha um “propósito superior engajado para mudar o mundo”. Acho isso tremendamente bizarro.
Se você é dono de uma retífica de motores no interior, de uma distribuidora de peças mecânicas ou de uma fábrica de embalagens, o seu propósito não é salvar as tartarugas do oceano ou repensar a conexão do universo. O seu propósito real é entregar a mercadoria no prazo, manter uma qualidade técnica elevada, não quebrar no meio da crise, pagar o salário sagrado de 30 famílias todo dia 5 para que esses pais coloquem comida na mesa, e gerar riqueza sólida para o futuro dos seus próprios filhos. Isso é propósito.
Esse romantismo corporativo de internet é uma narrativa criada por quem nunca precisou suar sangue para cobrir um rombo no fluxo de caixa de uma empresa real. Garantir a subsistência honesta de dezenas de pessoas através de um serviço bem feito, num país que joga contra quem produz, é o propósito mais nobre, árduo e verdadeiro que pode existir na vida de um homem.
@carlosefilho Filme nota 7, sem louvor. História boazinha, mas arrastada. Quem é de Recife (meu caso) e viveu os anos 1970 e 80 tem uma questão afetiva pela recriação da época e a alusão a uma lenda urbana local. No mais, um filme OK.