Chamo isso de Dilema do Cadeado: se Deus me protege e me ama, por que trancar o portão? Por que vidro blindado no papamóvel? Eu não estaria desconfiando de Deus ao me proteger? Há uma resposta simples e outra complexa sobre isso.
A simples está na Escritura: Não tentarás o Senhor teu Deus. Quando você percebe a possibilidade de perigo e mesmo assim a ignora sem motivo apenas para provocar a proteção divina, você cai na tentação que o diabo apresentou a Cristo, de se jogar do templo para que os anjos o segurassem. E Cristo responde: "Não tentarás o teu Deus".
A complexa está no final do comentário aos analíticos posteriores de Aristóteles feito por São Tomás de Aquino: quem abdica da razão perde o direito à boa providência. Se Deus te dá uma faculdade, é para que você a exerça. Se sua razão consegue conceber a possibilidade real de perigo, então está nas suas mãos te proteger quanto a isso. Se você abdica da razão, abdica do dom de Deus, e portanto de sua proteção. Mas que proteção, já que me protejo?
A proteção quanto às coisas que você não pode lidar. Por isso Paulo diz que Deus não permite tentações que não podemos vencer, ou seja, permitindo as que podemos vencer, pois estamos aqui para agir; mas quanto àquelas coisas que não podemos controlar ou até mesmo perceber, é aí que a providência de Deus sempre nos custodia conforme seus desígnios, e isto se usarmos nossa razão para nos protegermos daquilo que conseguimos conceber.
Resumindo: tranque seu portão.
“O erro está em alguns quererem tornar-se santos, mas a seu modo. Querem amar a Jesus Cristo, mas conforme sua inclinação, sem deixar certos divertimentos, certas vaidades no vestir, certos alimentos apetitosos. Amam a Deus, mas se não conseguem tal emprego, vivem inquietos. Se alguém lhes toca na fama, logo se irritam. Se não saram de uma doença, perdem a paciência. Amam a Deus, mas não abandonam o apego às riquezas, às honras do mundo, à vaidade de serem tidos por pessoas de classe, sábios, melhores que os outros. Essas pessoas rezam, comungam; mas porque tem o coração cheio de coisas terrenas, pouco proveito tiram. A eles o Senhor não fala, porque vê que perde tempo: ‘Eu falaria a muitas almas, mas o mundo faz muito barulho nos seus ouvidos, de modo que a minha voz não pode ser percebida por eles. Oh! Se eles se afastassem um pouco do mundo!’.
Quem está, portanto, cheio de apegos terrenos não é capaz de ouvir a voz de Deus que lhe fala. Infeliz daquele que tem apego às coisas sensíveis deste mundo! Não será difícil que, cego por eles, deixe um dia de amar a jesus Cristo; para não perder estes bens passageiros, poderá vir a perder para sempre a Deus, felicidade infinita.”
— S. Afonso Maria de Ligório, A Prática do Amor a Jesus Cristo, cap. XI.
Protestantes discutiendo por qué su interpretación personal de la Biblia es más precisa que la conclusión a la que llegó la Iglesia con la sucesión apostólica que formó el canon bíblico.
Me encanta como para la “nueva derecha” ser nacionalista de tu propio país está mal, porque sos “rancio”; pero ser nacionalista de Israel es una obligación.
Confieso que me dan ganas de pegarles cuando se acercan a decir: «Ya no sé si seguir con ella (o él) porque ya no siento lo mismo que al principio.» Eso es un vicio del mundo moderno. El amor no son sentimientos bobos, el amor es decisión, voluntad, cultivo.
Yo solo quiero que el Señor me ayude a formar una familia, para alcanzar la Santidad junto a ellos. Si hago más viajes o menos... Me da exactamente igual, tengo la mente en otra parte.