@al_antdp@FundoAbutre A desinformação atingiu níveis preocupantes, principalmente quando a mesma provém de meios que deveriam ser um dos pilares da democracia. Querem controlar as redes sociais? Preocupem-se em garantir uma imprensa livre, factual e com isenção.
Não deixa de ser engraçado que aqueles que acusam o FC Porto de viver do ódio, estejam há 5 dias a destilar ódio ao FC Porto de todas as formas e feitios.
Não sei quanto a vocês, mas eu acho absolutamente delicioso ver esta geração de fanáticos com idade para ter juízo, que cresceram a ver os seus clubes arrasados e humilhados pelo FC Porto, bem como o FC Porto conquistar a Europa e o Mundo, e que nunca conseguiram superar esse trauma e frustração.
É esta a realidade do futebol português, e a nós, Portistas, só nos resta apreciar com empatia, compaixão, e tentar descobrir qual o maior melão.
Que seja sempre assim.
@nogu3s Esse e o do ano passado. Nessa altura não vi este movimento generalizado de comentadeiros a dizer que o Porto foi prejudicado. Agora por dois amarelos a menos (quando o Benfica tb teve) já é um roubo. O nacional benfiquismo é isto.
Há uma espécie de prostituição intelectual no comentário desportivo.
Comentadores que são adeptos fervorosos do Benfica mas vestem a camisola da “independência” para vender clubismo como análise objetiva.
Não me incomoda que um benfiquista veja vermelho onde os analistas de arbitragem vêem amarelo, pois o disparate é livre.
Incomoda-me é que o espectador não saiba que está a ouvir um benfiquista doente apresentado como comentador independente.
Um dia destes volto para saber se já se lida com o facto de o FC Porto ter vencido de forma limpa e clara o Super Benfica.
O que seria dito se estes lances fossem todos ao contrário?
O clube do mediatismo consegue mesmo enganar muita gente, são o maior cancro do futebol português.
Há 6 meses juravam que ESTA entrada, aos 16 minutos, não era vermelho. Agora comparam-na com a do Gabri.
Isto já não é falta de coerência. É falta de vergonha na cara. Ainda tentam fazer dos outros parvos.
Doidas, doidas, doidas andam as galinhas. 🐔
Desde que saiu a nomeação de Miguel Nogueira para o FC Porto-Benfica que tenho tentado perceber a lógica da escolha.
E começo precisamente por aquilo que não quero fazer.
Não faço ideia se Miguel Nogueira vai ter uma boa ou uma má arbitragem. Sobre isso falamos depois do jogo.
O que existe hoje para analisar é a nomeação. E essa parece-me bastante mais difícil de explicar.
Miguel Nogueira foi o árbitro do primeiro FC Porto-Benfica da época passada.
O FC Porto manifestou desagrado com a arbitragem, nomeadamente pelo lance de Deniz Gül aos 88 minutos, e o lance do Pavlidis sobre Gabri Veiga logo no primeiro minuto de jogo.
É neste contexto que, menos de um ano depois, aparece novamente Miguel Nogueira para dirigir o primeiro clássico entre FC Porto e Benfica da nova época.
Claro que posso adicionar aqui outras atuações do mesmo arbitro que chegam ao nível de surreal. Mas nem são essas que merecem a minha atenção.
Se me perguntarem quem deveria ser o árbitro do clássico, não tenho resposta. Nem quero ter.
Não existe um árbitro “certo”. E seria até ingénuo imaginar que haveria algum nome.
O surreal está em pegar precisamente num árbitro com uma memória tão recente e tão discutida num jogo entre estes mesmos dois clubes e voltar a colocá-lo exatamente no mesmo contexto.
Sabe-se também que existem condicionantes na escolha. Há árbitros indisponíveis e compromissos internacionais que reduzem as opções. Tudo certo.
Mas também não me parece que tenha chegado ao ponto de esta ser a única solução possível.
E há uma coisa que me faz olhar para esta nomeação com ainda mais estranheza.
Nos últimos dias voltou a discutir-se a contestação do FC Porto à nomeação de Fábio Veríssimo para um outro clássico. Não porque essa posição tenha surgido agora. Muito pelo contrário.
Veio integrada numa polémica muito mais ampla sobre aquilo que alegadamente se passou dentro da arbitragem.
Palavras do nosso mister sobre os lances do último jogo levar rapidamente para outro tema: Condicionamento para o clássico.
É precisamente por isso que esta nomeação me parece tão pouco prudente. Ou conveniente.
Porque escolhe-se agora um árbitro que transporta consigo uma polémica recente num FC Porto-Benfica.
E é muito fácil antecipar o que acontece a seguir.
Se o FC Porto questionar a escolha, fala-se em pressão.
Se recordar o jogo anterior, fala-se em condicionamento.
Se não disser nada, aceita-se a nomeação em silêncio.
É uma posição curiosa.
Porque a escolha pode ser discutível, mas discutir a escolha pode rapidamente transformar-se no verdadeiro problema.
Não consigo ignorar que era absolutamente previsível que esta escolha pudesse provocar uma reação. E mesmo assim foi feita.
Talvez por isso a pergunta seja bastante simples. Era necessário?
Tenho apenas uma certeza sobre o critério que utilizaria.
Alguém com um litígio atual com um dos clubes ou com uma história tão recente e polémica num jogo entre ambos seria precisamente o nome que tentaria evitar.
Quanto à prestação de Miguel Nogueira, logo veremos.
Quanto à decisão de o colocar novamente aqui, essa pode ser discutida hoje.
E quanto mais olho para ela, menos consigo perceber a necessidade.
A não ser que se esteja também à espera de perceber quem reage.
E depois chamar-lhe outra coisa.
Últimos 2 jogos do Benfica desbloqueados por penalties assinalados em lances semelhantes a outros que em jogos do Porto não foram assinalados. No ano passado aconteceu o mesmo em muito jogos, @FCPorto tem que tomar uma posição forte. Estes 2 pontos de hj tem importância no título