“Ordunuz yok, o yüzden sizin ordunuz olmaya karar verdik”
En meşhur ve en deneyimli Fransız avukatlardan biri olan Gilles Devers, Siyonist varlığın Filistinlilere karşı işlediği suçlardan dolayı dava açmak için sadece 10 gün içinde dünyanın her kıtasından bir avukat ordusu topladı.
Devers’in topladığı Liste farklı milletlerden ve dinlerden 300 avukatı geçti ve daha fazlasının katılmasına hala açık.
Usta avukat Giles Devers işgalci İsrail’ i karanlık bir gelecekle tehdit etti ve Filistinlilere şöyle seslendi:
-"Sizi savunacak kimseniz yoktu ama artık uluslararası ve ulusal mahkemelerde sizi savunacak bir ordunuz var."
O filme da Elize na Netflix escancarando mostrando a sobrecarga que a maternidade é. A mulher teve que interromper o esquartejamento para amamentar a bebê!!
Não conseguiu sair para desovar o corpo porque a menina estava com febre.
Olha, sinceramente?
Mãe não tem tempo nem pra matar em paz. A maternidade é isso: você tenta cometer um crime hediondo e a criança resolve ficar doente justo no dia da logística. A rotina de mãe não respeita nem o calendário do capeta.😁
"Israel é o único país do mundo capaz de bombardear 9 países e invadir 3 países vizinhos em um único ano; matar 100.000 pessoas (25.000 crianças) em 1.000 dias; deslocar quase 6 milhões de pessoas em 3 países; submeter 2 milhões de pessoas em Gaza à fome; violar as Convenções de Genebra e de Viena, o direito internacional, os direitos humanos e a soberania estatal; sequestrar, estuprar e torturar crianças e mulheres; atirar, prender e assassinar... e, ainda assim, posar de vítima."
Então arma de fogo é sinônimo de liberdade, mas spray de pimenta para autodefesa feminina é motivo de chilique na macholândia? Enfiaram a coerência no toba e esqueceram de puxar de volta.
"Dicen que las empresas contaminan los ríos... ¿y cual es el problema? ¿dónde está el daño? Las empresas pueden contaminar todo lo que quieran los ríos, porque sobra el agua, estamos en una sociedad donde sobra el agua".
El demente ultraderechista de Milei defendió que las empresas destruyan los ríos y los bosques si eso le hace ganar dinero al capitalista, ya que según este bufón, el agua sobra en la sociedad.
Este infraser debería ser enviado a Somalia para que camine durante kilómetros solo para llenar una botella de agua de un pozo contaminado, como allí tienen que hacer los niños, se le quitarían las ganas de hablar así del agua.
Esta es la clase de criminales que el capitalismo pone a gobernar, exterminarían a media humanidad si fuese preciso por tal de aumentar 4 dólares más los beneficios de sus amos capitalistas.
TESTIMONIO DE UN DIPLOMÁTICO ARGENTINO EN OFF SOBRE LA ESTUPIDEZ DE MILEI DE INSULTAR A LULA DA SILVA EN SU PAÍS
“Los insultos desaforados de Milei a Lula en territorio brasileño de hoy constituyen el más grande papelón en la historia diplomática entre ambos países vecinos, cofundadores del MERCOSUR".
"Que, sin mediar una guerra o tan siquiera un conflicto fronterizo menor, un presidente en funciones cruce la frontera a un país hermano a insultar como un demente al jefe de estado y a la cabeza del poder judicial de su máximo socio comercial solo puede explicarse desde la locura personal del agresor.
"Nunca antes se vio una acción tan bizarra y avergonzante para la diplomacia argentina como ésta, en especial para nuestro embajador en Brasilia.
"Hoy es un día horrible para la política exterior de la Argentina. Estos hechos serán recordados en lo de libros de historia latinoamericana como una página negra y calamitosa para la integración regional”.
Artigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicado neste domingo no jornal Washington Post
As tarifas dos EUA contra o Brasil são um erro estratégico
Há um ano, fui surpreendido pela publicação, em uma plataforma digital, de carta do Presidente Donald Trump que impunha tarifa de 50% a produtos brasileiros. A menção, logo no primeiro parágrafo, ao ex-presidente Jair Bolsonaro — condenado no ano passado e hoje preso por tentativa de golpe de Estado no Brasil — deixava explícita a motivação política da medida.
Nos diálogos que mantive com Trump desde então ressaltei que não é necessário compartilhar as mesmas visões de mundo para buscar relação mutuamente benéfica entre nossos países. Afinal, somos líderes das duas maiores democracias e economias das Américas.
Negociações entre nós e decisões da Suprema Corte dos EUA desmontaram a primeira versão do tarifaço. Mas este mês, desconsiderando dezenas de reuniões entre nossas equipes, sólidos argumentos técnicos e documentos que entreguei pessoalmente ao próprio Trump, o governo norte-americano decidiu adotar novas tarifas contra o Brasil que vão de 12,5% a 37,5%.
Como resultado, a Global Trade Alert, organização independente baseada na Suíça, estima que o Brasil e a Turquia são hoje os segundos países mais tarifados pelos Estados Unidos, depois apenas da China. E isso apesar do superávit norte-americano no comércio bilateral de bens e serviços, que ao longo de quinze anos consecutivos acumula 428 bilhões de dólares.
Além de injustas, as novas tarifas são um erro estratégico: elas prejudicam a economia dos Estados Unidos e a parceria com o Brasil. Diversos segmentos industriais dos Estados Unidos dependem de insumos brasileiros. Alimentos, calçados, têxteis, móveis, autopeças e vários outros produtos chegarão mais caros ao consumidor norte-americano.
As exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram para o menor patamar desde 1997. Na comparação entre os primeiros 6 meses de 2025 e 2026, o comércio bilateral com os EUA recuou 12,8%, enquanto o comércio com a União Europeia cresceu 6,1% e com a China aumentou 15,9%.
No médio prazo, essas tarifas vão levar à desorganização de cadeias produtivas que hoje se encontram densamente integradas e as empresas brasileiras vão substituir fornecedores norte-americanos por outros parceiros.
Isso diz muito da inconsistência entre os interesses dos EUA anunciados em sua estratégia de segurança nacional e as políticas que adota em relação ao Hemisfério Ocidental.
A América Latina e o Caribe não precisam de porta-aviões rondando suas águas nem de punições tarifárias. O que nos falta são parceiros confiáveis e previsíveis. Neste momento em que os EUA isolam seu mercado, outros países se apresentam como alternativas, oferecendo uma agenda positiva, capaz de fomentar o desenvolvimento econômico e social.
Estou convicto de que a união de esforços em torno de iniciativas concretas de investimento, comércio e combate ao crime organizado é o caminho a seguir para superar as mazelas que afligem um hemisfério que é de todos nós.
A divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais por recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos e retrocessos.
Apesar da longa história de intervenções políticas e militares dos Estados Unidos na América Latina e no Caribe, houve momentos em que Washington soube ser um parceiro à altura de nossos interesses de desenvolvimento.
O Presidente Franklin D. Roosevelt implementou uma política de Boa Vizinhança que tinha como objetivo substituir o uso da força pela diplomacia em sua política externa para a região. Essa postura contribuiu de forma decisiva com os primórdios da industrialização no Brasil. O presidente George W. Bush, ao enfrentar a crise financeira de 2008, incluiu 3 países latino-americanos na primeira reunião de líderes do G20.
Para o Brasil, a única guerra que precisamos travar nesta parte do mundo é contra a fome, a pobreza e a desigualdade. E as únicas armas a empregar são as dos investimentos, da transferência de tecnologia e do comércio justo e equilibrado.
Tentativas de impor amarras ideológicas à parceria bilateral, ou de instrumentalizá-la para fins eleitorais, não se sustentam. Nunca antes um secretário de Estado norte-americano havia qualificado o Brasil como um país não-amigo. Ninguém vai nos derrotar com base em mentiras.
As alegações do Presidente Trump contra o Brasil, na tentativa de justificar as tarifas, são infundadas. A liberdade de expressão não é carta branca para a criminalidade nas plataformas de redes digitais — não vamos abdicar de proteger nossas famílias e nossas crianças contra a ganância de um punhado de tecno-oligarcas. Nosso sistema de pagamentos, o Pix, não discrimina empresas norte-americanas e é uma referência internacional de infraestrutura pública digital. O mundo inteiro sabe que, a partir de 2023, combatemos de forma incisiva os ilícitos ambientais e reduzimos drasticamente o desmatamento em todos os biomas brasileiros.
Respeitamos a soberania de outros Estados e negociamos com todos aqueles que saibam respeitar a nossa. A reciprocidade é a base de toda relação entre nações e temos mecanismos apropriados para assegurá-la.
Estamos prontos a continuar dialogando de maneira aberta e construtiva, como o relacionamento entre dois países como o Brasil e os Estados Unidos requer. Mas o destino do Brasil compete apenas aos brasileiros, sem interferência externa, nem subserviência.
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva
La barbaridad que hizo Milei hoy en Brasil queda para la historia más oscura de la Argentina.
Insultar a un presidente de un país hermano y al presidente de la Corte Suprema sin motivo o provocación alguna nunca ocurrió en nuestra historia.
Es gravísimo.
As viagens internacionais de Lula, tão criticadas pela direita, permitiu que o Brasil não dependesse mais dos EUA para negociar os seus produtos.
Em três anos e meio, Lula abriu mais de 500 parcerias internacionais, e é isso que tanto incomoda os Bolsonaros: um Brasil independente do domínio americano.
Por isso
MEU VOTO É LULA
@LulaOficial@FlavioBolsonaro