Não dá pra olhar o caso da Kamylinha e da filha de 2 meses sem lembrar de onde ela veio.
Ela foi sexualizada a vida inteira. Entrou no circuito do Hytalo Santos ainda criança e cresceu num ambiente em que aquilo era tratado como normal, como conteúdo, como “sucesso”. Foi ensinada a fazer exatamente isso.
Agora, muito nova, mãe de primeira viagem, repetiu o padrão que aprendeu. Parou, viu que errou, apagou a foto e pediu desculpas chorando. Isso não apaga o erro, uma bebê de 2 meses não deveria estar com salto e chupeta de batom. Mas explica de onde veio o olhar distorcido.
Não existem pais e mães perfeitos. Tem gente que precisa desaprender o que nunca deveria ter sido ensinado.