Em Copacabana, sob o céu aberto e com o mar logo ali, Caetano Veloso chorou.
Geraldo Azevedo cantava “Dia Branco” e a multidão acompanhava.
Uma música de amor, de caminhar junto pro que der e vier.
Naquela tarde ela ganhou outro peso.
A praia estava cheia, o ato falava de democracia a uma semana do segundo turno, e a música atravessou o momento e tocou em algo mais antigo.
As vozes que tentaram apagar ainda estavam ali.
Às vezes a democracia se lembra não só dos discursos, mas de uma canção antiga e de dois homens que, mesmo feridos, continuaram cantando.
E que, décadas depois, ainda se mantêm na luta pela liberdade.
#AtoPelaDemocracia 🇧🇷🇧🇷🤩
Luiz Inácio Lula da Silva na história do cinema brasileiro: ABC Brasil (1980), de Sérgio Péo, José Carlos Asbeg e Luiz Arnaldo Campos.
Nas imagens, Lula retorna à Vila Euclides após ser libertado da prisão, em maio de 1980, e é recebido com abraços pelos metalúrgicos.
Gnt sou tijucana. O Tal do Flávio tb é. Tou num ódio, mas num ódio... vcs não sabem o q é um playboy tijucano. É a pior espécie na face da terra. Esse cara não pode vencer. PALAVRA DE CARIOCA. Lula tem TODA razão, além de MALANDRO, acrescento q é tijucano. E tenho lugar de FALA.
jornalismo acabou né?
Benito Di Paula praticamente inventou uma vertente do samba
escreveu músicas entoadas em rodas de samba sem parar, regravadas por centenas de músicos
e uma penca de jornalão e site de música publicando "grande nome da MPB"
ngm na redação pra dar o toque?
🚨 URGENTE: Lula autoriza, por vontade própria, que o TSE QUEBRE TODOS os seus sigilos telefônico e bancário:
“Por que que eu tô fazendo isso? Porque é preciso, de uma vez por todas, acabar com a história de ladrão ficar chamando gente honesta de ladrão.”