@eubrguedes Muito se fala em bater x não bater, orixá ou entidade se importar x não se importar. A questão, num ponto de vista cultural, é que se perpetua o esvaziamento dos símbolos que bravamente não deixamos apagar pelo racismo estrutural e pelo processo de colonização que se estende.
@GoulartVigna @flavioe_la @eutauat Legitimar o seu ponto de vista sobre monogamia, tanto porque ele não legitima. É o que você demanda hoje, e isso por si só já é suficiente.
@GoulartVigna @flavioe_la @eutauat Enfim, seja monogâmico ou seja não-monogâmico, sexualidade é frustração. Sua escuta não é psicanalitica, contudo a referência está com uma leitura não muito condizente com a visão dos teóricos. E fica aqui uma questão de comprometimento com o desejo: não precisa de Freud para
@GoulartVigna @flavioe_la @eutauat Monogâmicos ou poligamicos, estamos destinados à frustração sexual por que a relação sexual NÃO EXISTE. Ela é por si só a experiência do desencontro e uma promessa não cumprida de completudo, já que a falta é fundamental ao sujeito castrado pelo tabu edipiano.
@GoulartVigna @flavioe_la @eutauat E para nos adaptarmos a esse grande pacto que reprime a sexualidade e agressividade, fazemos contratos. Inclusive, ao falarmos da ascensão da extrema direita, falamos sobre a quebra destes pactos que reprimem nossa parcela animal (e outras cositas mais).
@GoulartVigna @flavioe_la @eutauat A repressão do instinto sexual sempre vai existir, vide o complexo de édipo. Essa repressão que traz o sofrimento na cultura, o que vai além de questões como monogamia e poligamia. Esse é o grande tabu que estrutura o sofrimento humano.