🚨URGENTE: Comunidade nova na área!
Essa será a comunidade mais foda em alguns meses, vamos dar inicio à revolução a partir dela
Em breve vão sair novidades muito boas/importantes sobre a minha pré candidatura, por aqui, então já entra e fica ligado
Nós temos uma missão! 🫵⚔️
Goiás tem força, produção e um povo que cresce mesmo quando o Brasil trava, mas ainda é limitado por uma política sem ambição.
Estou anunciando minha pré-candidatura para mudar isso.
Vai ter Missão na Alego, sim.
O Favelismo e a Romantização da Margem
Há quem diga, como Renan Santos, que “o favelismo é a ideologia secreta que governa o Brasil”. A frase pode soar provocativa, mas revela um fenômeno que há muito se infiltra nos discursos políticos, midiáticos e culturais: a transformação da favela em símbolo nacional, em mito fundador de uma identidade brasileira.
O problema não está em reconhecer a favela como parte da realidade social do país, mas em romantizá-la. A favela, muitas vezes, é retratada como espaço de alegria, criatividade e resistência, e de fato abriga tudo isso. Mas reduzir sua complexidade a uma narrativa positiva é uma forma de invisibilizar a precariedade, a violência e a ausência de direitos que marcam a vida cotidiana de milhões de brasileiros.
A romantização da favela cumpre uma função política: legitima a ideia de que viver na margem é aceitável, quase desejável. Quando se afirma que a favela é “boa de se viver”, o que se está dizendo, implicitamente, é que não há urgência em superar suas condições estruturais. É uma postura que naturaliza a desigualdade e transforma a carência em identidade.
A mídia e as redes sociais reforçam esse imaginário ao difundir imagens da favela como espaço cultural vibrante, sem dar o mesmo destaque às demandas por saneamento, segurança, saúde e mobilidade. Políticas públicas, por sua vez, muitas vezes se limitam a reproduzir esse discurso, tratando a favela como símbolo em vez de como território que exige transformação concreta.
O “favelismo”, nesse sentido, é uma ideologia oculta porque opera silenciosamente: molda percepções de cidadania, orienta projetos de poder e cria uma narrativa nacional em que a favela é celebrada, mas não é resolvida. É preciso romper com essa lógica. Reconhecer a favela não como mito, mas como espaço de desigualdade que demanda políticas efetivas.
Romantizar a favela é perpetuar a ideia de que o Brasil pode conviver com a precariedade como se fosse parte natural de sua identidade. Criticar essa postura não é negar a potência cultural das periferias, mas afirmar que dignidade não pode ser substituída por narrativa. O país só será verdadeiramente democrático quando a favela deixar de ser símbolo e passar a ser superada como condição de vida.
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Leo Rizzo shova Q4o no 500K SUPER HIGH ROLLER - DIA 2 - @BSOPoficial MILLIONS 2025.
Isso mesmo, com entrada de R$ 500 mil, ele coloca todas no centro da mesa sem cerimônia.
Você teria culhões?
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@Gabriel91129201@Felinadofundao Ela foi antes de assumir o mandato seu bosta, tem prova disso?
Que eu saiba, o passe é livre para autoridades neste tipo de evento.
Nando Moura usa post do Gorgonoid para "atacar" o Brigadeiro, o post fala da filha do Marcelo Brigadeiro.
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🚨🚨🚨O Tribunal do Júri de São Paulo absolveu, nesta sexta-feira (14), o policial militar Henrique Otavio Oliveira Velozo, acusado de matar o campeão mundial de jiu-jitsu Leandro Lo em agosto de 2022.
O julgamento, realizado no Fórum Criminal da Barra Funda e iniciado na última quarta-feira (12), terminou com os jurados aceitando a tese de legítima defesa apresentada pela defesa do tenente.
Leandro Lo, de 33 anos, foi baleado na cabeça durante um show no Clube Sírio, na zona sul da capital paulista, após um desentendimento com o policial. O atleta chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.
Com a decisão, Velozo deixa o plenário inocentado das acusações de homicídio qualificado que pesavam contra ele. A absolvição, no entanto, gerou forte repercussão entre familiares, amigos e admiradores do lutador, que afirmam que a justiça não foi feita.