@ericbowenky@visegrad24 you're assuming that we have a honorable and regular justice system here in Brazil. That's just delusional now. A judge here represents more authority than God, and thinks that he's indeed the Almighty. No other judge or politician to intervene.
@StefanAsbom@CforCatholics Have you ever researched that out? Put are you just venting something on the go, for the sake of being a petty Protestant? Please, show us your Greek studies concerning the word woman —in Greek, of course.
@histdireito@jameswebb_nasa Já viu que tudo metido a cientista de Twitter não se pergunta jamais a condição de contorno? Eles assumem que tudo começou do zero. Chumbo pode ter vindo de meteoros e etc. coisa que eles mesmos usam quando conveniente. Siênsia deles tem Alzheimer
@charlestingler I have come to this same conclusion a few years ago. Also protestants just misuse the Bereans.
If I may add something to you, brother, the Bereans accepted Pauls TRADITION (the good news); because they already had Scriptures, but could not reach Christ through it alone.
@salsoleto@catholicpat@sjggraham @QuickDraw42069 @willfulCatholic That’s claim was really stupid. Just reread it slowly until your brain gets the juice running. “Going directly” through a pastor. The joke is right there patiently waiting for your intelligence.
Caio César – O Herdeiro Que Nunca Subiu ao Trono
Caio César era neto de Augusto e filho de Marco Agripa com Júlia, filha do imperador. Junto com seu irmão Lúcio, foi adotado por Augusto como filho e moldado desde a infância para ser seu sucessor. Jovem carismático, inteligente e amado pelo povo, Caio era a joia da sucessão imperial. O império o via como um novo Alexandre — um líder brilhante destinado à glória.
@histdireito@JohnnyWelte@julioocoelhoxz Pior. Pela tese do cara, o critério da Verdade é o "rigor argumentativo". Ora, esqueceram de dizer isso a Nosso Senhor Jesus, não é? Será que o próprio Deus não sabia que os juízes do X ditam que a melhor teologia está no muito falar? A soberba emburrece.
Júlio, esta armadilha é facilmente desmontada pela teoria dos quatro discursos. Os padres sao um grupo heterogêneo e operavam em varias claves de discurso poético, retórico, dialético e analítico; enquanto um teólogo moderno opera já um ambiente acadêmico r eclesial analítico e no máximo desce até o dialético. Portanto é como comparar atletas de modalidades diferentes.
O Massacre dos Santos Inocentes (26 de dezembro) refere-se a um evento mencionado no Novo Testamento da Bíblia, mais especificamente no Evangelho de Mateus (Mateus 2:16-18). O relato descreve um evento ocorrido durante o reinado do rei Herodes, o Grande, na região da Judeia.
Segundo a narrativa, após o nascimento de Jesus em Belém, os Magos do Oriente visitaram Herodes em Jerusalém, procurando informações sobre o "Rei dos Judeus" que havia nascido. Herodes, percebendo a ameaça à sua autoridade, pediu aos Magos que o informassem quando encontrassem o bebê, sob o pretexto de adorá-lo. No entanto, após a visita dos Magos, eles foram avisados em um sonho para não retornarem a Herodes.
Diante da falta de informações dos Magos, Herodes ficou furioso e ordenou a execução de todos os meninos menores de dois anos em Belém e nas regiões circunvizinhas, na esperança de eliminar qualquer rival ao trono. Esse ato cruel ficou conhecido como o Massacre dos Santos Inocentes.
O episódio é mencionado na fonte fidedigna no Evangelho de Mateus. Alguns estudiosos sugerem que, dada a magnitude do evento e a limitação da preservação dos textos antigo, sua ausência em outras fontes históricas é devida à escala local da tragédia ou à falta de documentação fora dos registros religiosos.
O Massacre dos Santos Inocentes é lembrado principalmente na tradição cristã durante a época do Natal, como parte do relato do nascimento de Jesus e da tentativa de Herodes de suprimir qualquer ameaça ao seu governo.
Hoje em dia, o Massacre dos Santos Inocentes deve ser lembrado para impelir o verdadeiro cristão em sua luta contra o flagelo do aborto.
O Martírio dos Santos Inocentes e a Luta Contra o Aborto: Um Chamado à Consciência
A celebração do martírio dos Santos Inocentes, recordado em 28 de dezembro, ecoa como um grito de justiça que atravessa os séculos, alertando-nos sobre o valor inegociável da vida humana. Esses pequenos mártires, assassinados por ordem de Herodes, tornaram-se símbolos de inocência e da dignidade violada, oferecendo-nos um paradigma profundo para enfrentar o flagelo do aborto em nossa sociedade contemporânea.
Assim como Herodes, ao temer pela própria posição de poder, não hesitou em sacrificar vidas inocentes, hoje, muitas vezes, a sociedade relativiza o valor da vida em nome de conveniências pessoais ou ideologias. Contudo, a memória dos Santos Inocentes não permite que nos calemos diante dessa cultura de descarte. Eles são um testemunho de que cada vida, mesmo a mais vulnerável e indefesa, possui um valor intrínseco dado por Deus, sendo, portanto, inviolável.
O aborto, que ceifa milhões de vidas todos os anos, é um Herodes moderno. Não há justificativa que possa apagar a realidade: estamos falando de vidas humanas interrompidas. Como cristãos e cidadãos de boa vontade, somos chamados a proclamar com veemência que o direito à vida é o mais fundamental de todos os direitos, precedendo e fundamentando qualquer outro. Sem vida, todos os demais direitos tornam-se ilusórios.
A celebração dos Santos Inocentes deve nos impelir à ação. Não basta lamentar; é necessário educar, legislar e agir em defesa dos nascituros. É preciso lembrar que, assim como esses pequenos mártires alcançaram a glória eterna, hoje podemos ser instrumentos para que outras vidas cheguem ao seu potencial pleno, defendendo-as desde a concepção.
Que esta memória litúrgica reacenda em nós a coragem de lutar pela vida, especialmente em tempos onde ela é tão desrespeitada. E que os Santos Inocentes intercedam por nós, para que, fortalecidos pela fé e pela razão, sejamos verdadeiros defensores dos indefesos, proclamando em todos os cantos que cada vida importa, porque é imagem e semelhança do Criador.