Tem dois momentos que vou lembrar do Papa Francisco:
1 - A Jornada Mundial da Juventude em 2013 e toda a euforia em torno do evento;
2 - A benção no início da pandemia com a Praça São Pedro totalmente vazia. Parecia o fim do mundo.
Esse vídeo do Papa Francisco concedendo a bênção Urbi et Orbi,completamente sozinho na Praça de São Pedro, no Vaticano, no dia 27 de março de 2020, durante o momento mais crítico da pandemia de COVID-19, é um das mais emblemáticos da história. De arrepiar
Poder de polícia da Justiça Eleitoral foi usado corretamente por Moraes. A matéria da Folha confunde as coisas e, com isso, leva a uma conclusão equivocada. Não há uso informal da estrutura de um tribunal, pois não há formalidade prevista para o exercício do poder de polícia de que dispõe o juiz (ou ministro) na função eleitoral. Trata-se de função prevista na lei, no art. 41 da Lei 9.504/97, que não depende de acionamento por terceiros, tampouco de formalidades, como a remessa de ofícios, tema tratado na reportagem. O juiz eleitoral que se depara com ilegalidade eleitoral tem o direito e o dever de tomar as devidas providências para fazer cessar as ilegalidades e levantar os dados necessários para tanto (Fernando Neisser - Professor de Direito Eleitoral da FGV/SP, uol)
"Ah, mas os jogadores da França não deviam se posicionar por um lado e mimimi". Que lado?! O "lado" que era contra a própria existência de pessoas como eles? Isso aí não é "lado", tem outro nome. Não é pedir voto para partido A ou B. É lutar pelo básico: existir, com democracia.
Os jogadores da França são milionários - como qualquer atleta desse nível. Mas não se esquecem de quem são, de onde vieram suas famílias, do que está em jogo. Seria mais cômodo se alienar, durante uma Euro, com o país polarizado. Não fugiram da raia. Olha o valor desses caras!
"Um cinismo expresso porque as mesmas pessoas que são contra o aborto defendem pena de morte, tortura, execução sumária fora do devido processo legal... Querem que nasçam para matá-los vivos. Uma contradição absoluta." (Flávia Oliveira em 2023)
Eu estava curioso para entender o porquê da urgência para a votação do PL 1904. Pesquisei “Arthur Lira”, “estupro” e apareceu a notícia abaixo, de julho de 2023.
“Ex acusa Arthur Lira de estupro: ‘Me esganava e dizia: Tá atrás de homem?’'' @UOL https://t.co/HMlvxdhLdR
A emoção genuína da jornalista Mônica Waldvogel, @MonicaWaldvogel, nos dá um sentimento de revolta contra esses políticos com viés religioso
É repulsivo ver política misturada com religião e devemos isso ao maldito ladrão de joias que presidiu o país por terríveis 4 anos
Nesta quinta-feira (13), a jornalista Adriana Araújo fez um forte comentário sobre o avanço do projeto que equipara aborto após a 22ª semana ao crime de homicídio, inclusive em casos de estupros. "Os deputados fazem conchavos e aprovam a urgência de um projeto que nem deveria existir. Tratar mulheres estupradas como se fosse assassinas é cruel, é covarde, é tripudiar sobre a dor de meninas porque 60% das vítimas de estupro no nosso país são menores de 14 anos. Sabe quem deve rir com essa ideia e aplaudir os senhores deputados? Os estupradores", começou a âncora. Na proposta, a pena para a mulher que realizar o procedimento fica maior do que a prevista para o homem que a estuprou, podendo chegar a 20 anos de reclusão para a vítima e 12 anos para o abusador.
Adriana ainda analisou a aplicação de pena de homicídio simples nos casos de aborto em fetos com mais de 22 semanas nas situações em que a gestante provoque o aborto em si mesma ou consente que outra pessoa lhe provoque. "Se coloque no lugar de uma mulher que, depois das 22 semanas de gestação, descobre que corre risco de vida. Como está no projeto, se essa mulher abortar, ela vai presa, se não abortar, pode morrer. Grávidas, em um momento de imensa angústia, vão ter que escolher a morte ou a cadeia? E os deputados têm a sordidez de dizer que estão defendendo da vida. Tenham vergonha!", completou.
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(📹: @bandjornalismo; @adrianaaraujo_)
Ana Paula Padrão sempre muito necessária! Nesta quinta-feira (13), a apresentadora se manifestou contra o PL 1904, e reuniu uma série de dados. “Ninguém gosta de aborto, mas a gente precisa conversar em cima de dados. A gente não tem uma epidemia de abortos no Brasil, mas a gente tem sim uma epidemia de estupros. Não é aceitável que a cada 8 minutos uma menina ou mulher seja estuprada, mas é isso que acontece. É um viés cultural e eu não vejo a classe política mobilizada pra enfrentar isso. Essa lei é, pra mim, é cruel, absurda, não é razoável e é mais uma covardia contra a mulher”, afirmou.
O Projeto de Lei 1904/24, que tramita na Câmara dos Deputados, prevê que o aborto realizado acima de 22 semanas de gestação, em qualquer situação, passará a ser considerado homicídio, inclusive no caso de gravidez resultante de estupro. A pena será de 6 a 20 anos para a mulher que fizer o procedimento - maior do que a pena para o homem que comete estupro. (🎥: @anapaulapadrao)
Davi merece o prêmio porque foi protagonista. Essa é a loucura desse formato... Outras vitórias foram complicadas porque os piores tipos também eram protagonistas.
As mentiras dele; as hipocrisias dele; as artimanhas e oportunismos dele... tudo isso faz parte de um cenário permitido pro jogo.
O problema é que o Davi virou ferramenta de esvaziamento de pautas; virou soldado da justiça e da moral; virou tatuagem de "consciência social" e escapou de muitos julgamentos que seriam justos, mas que foram ignorados.
Ele não é um jogador bom. Os outros é que são piores. Ele representa tudo que eu não admiro em um homem. Mas, ele é o protagonista. O protagonista de um país acostumado com o sucesso da estupidez.
#BBB24