🇨🇳🇮🇱🇮🇷 A China está chocada com o facto de as forças armadas de Israel terem sido autorizadas a atacar responsáveis iranianos — Lin Jian, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês.
Vamos aos fatos, não à retórica.
O uso da força entre Estados não é regido por poesia diplomática, é regido pela Carta da ONU. O mesmo documento que muitos citam seletivamente quando convém. A Carta é clara: soberania não é escudo para narcoterrorismo, crime transnacional, financiamento ilícito e ameaça regional. Estado que abriga, protege ou se confunde com organizações criminosas deixa de ser apenas “vítima” e passa a ser parte do problema.
A história recente está cheia de precedentes ignorados por conveniência. Operações contra líderes terroristas em território estrangeiro ocorreram sem autorização prévia do Conselho de Segurança, foram criticadas politicamente, mas toleradas juridicamente sob o argumento da legítima defesa ampliada e da proteção internacional contra ameaças continuadas. Isso não é narrativa. É prática real do sistema internacional, gostem ou não.
Falar em “linha inaceitável” enquanto se fecha os olhos para um regime que não respeita eleições, não respeita direitos humanos e opera em simbiose com o crime organizado é mais do que hipocrisia. É cumplicidade discursiva.
E esse papo de “zona de paz” na América Latina soa quase ofensivo para quem conhece a realidade. Zona de paz para quem? Para o cidadão comum que foge da fome? Para o dissidente preso? Para quem cruza fronteiras sob domínio de facções e cartéis?
Agora, o ponto sensível que ninguém quer tocar.
Quando se adota uma narrativa que relativiza regimes criminosos e ataca quem os enfrenta, o risco não é externo. É interno. O risco é político, jurídico e histórico. Porque quando as peças começam a cair, quando documentos aparecem, quando cooperação internacional avança, discursos ficam registrados. E registro não some.
Foros não caem do céu. Eles se corroem. Principalmente quando delações, acordos de cooperação e investigações transnacionais começam a cruzar fronteiras. Não por causa de um post, mas porque a realidade uma hora cobra a conta.
No fim, sobra o velho truque: pedir “diálogo” com quem vive do caos, pedir “cooperação” com quem despreza regras e pedir “ONU” como escudo moral, esquecendo que a própria ONU já foi ignorada dezenas de vezes quando o interesse era outro.
Não é defesa da soberania.
É defesa de narrativa.
E narrativa, quando confrontada com fatos, costuma ruir.
A casa pode até parecer sólida.
Mas quando os alicerces começam a falar, os ratos sentem antes.
Seu foro de São Paulo vai cair.
Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional.
Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo.
A condenação ao uso da força é consistente com a posição que o Brasil sempre tem adotado em situações recentes em outros países e regiões.
A ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz.
A comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação.
Engraçado como há sempre qm faça malabarismos para transformar qualquer coisa num sinal de desastre.
Jogadores, depois de um jogo, raramente mencionam a formação adversária, falam geralmente d próprio desempenho ou d elenco, é o normal em qualquer lugar do mundo.
Vergonha?😂
MESSI TEM VERGONHA DE PUBLICAR AS FOTOS QUE TIROU EM ANGOLA?
O melhor jogador do mundo, Lionel Messi, fez finalmente a primeira e única publicação com imagens tiradas em Angola, mas é muito curioso notar que o seu editor fez tudo o que pôde, aliás, fez até o impossível para limpar, cortar e ocultar qualquer detalhe ou cor que pudesse associar a imagem do craque a Angola. Quanto à legenda? Bem, o Messi só se lembrou do orgulho que tem em representar a Argentina; não mencionou o local onde as fotografias foram tiradas…
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“E até lá, estou-me nas tintas.