A ditadura brasileira está sendo exposta no mundo inteiro.
Michael Shellenberger, David Ágape, Eli Vieira e Marcel Van Hattem contaram em Londres como funciona a tirarina no Brasil, com as supressões de direitos básicos, como a liberdade de expressão.
O objetivo do desarmamento não é “reduzir a violência” de forma genérica, mas impedir a resistência da sociedade contra o próprio Estado. Quando a população está desarmada, a capacidade de se opor a abusos, perseguições e massacres diminui drasticamente.
Nêumanne, que não é bolsonarista, descreve Bolsonaro como um perseguido político, julgado por juízes parciais e tratado com crueldade. Para ele, quem manda no Brasil hoje não são os cidadãos, mas o STF.
Ainda existem juízes em Pindorama. Só espero que o pobre coitado não venha a sofrer retaliações dos donos do poder por cumprir a lei, mas acho difícil que não aconteça…
🌍'Lula vive um efeito Biden', diz cientista política americana sobre desânimo do eleitorado brasileiro
Wendy Hunter, uma das maiores especialistas mundiais sobre o PT, diz que o Brasil vive um desânimo difuso que ela compara ao que cercou o ex-presidente americano nos seus últimos meses na Casa Branca.
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A mídia canalha vendida escreve justiça uma perseguição política de uma ditadura.Não gosto desse sujeito, mas e obvio que se tivesse ficado no Brasil ja estaria morto.
Lula vai disputar a sétima eleição. Tem 80 anos.
Discursou prometendo as mesmas coisas que não consegue entregar desde 2003. Até a picanha que o pessoal está esperando há quase quatro anos.
A vida do brasileiro piorou. Tudo desandou: preço da comida, a saúde no SUS, a criminalidade.
O Brasil precisa encerrar esse ciclo. Sair do retrovisor da História. É disso que se trata.
Mendonça suspeita que a PF vazou investigações ao Planalto. STF tentou evitar que caso sobre Lulinha ficasse com Mendonça com novo sorteio. Centrão evita Flávio por medo de retaliação da Corte
E a imprensa te conta que o risco para as eleições é a interferência externa dos EUA
Na campanha: "O que é que o Bolsonaro quer com tanto sigilo?"
No Vilela: "O sigilo nem passa pela presidência da república, eu não fico sabendo de nada"
Mais de 20 anos no poder, indo para o quarto mandato, principal adversário cassado e preso por um crime imaginário, total controle das instituições. Falta o quê? Dar um brilho na imagem. Falta um podcast bonitinho, planejado, com boa iluminação e fotografia, roupa elegante e chapéu. Pode até colocar umas perguntinhas difíceis.
Depois deixa que a própria oposição vai disseminar o material nas redes.
As TVs vão dedicar horas ao assunto, discutindo detalhes irrelevantes e esquecendo INSS, Master e os 129 milhões.
“Mas não podemos deixar de comentar isso”, disse um jornalista.
Pois é.
Vera Magalhães: “A PF tentou dar um drible da vaca no caso Lulinha para tirar o inquérito da relatoria de André Mendonça. A PGR concordou com a redistribuição, e Alexandre de Moraes determinou novo sorteio. Mas o carma entrou em campo: o caso caiu novamente nas mãos de Mendonça”
Nunes Marques já deu sinais de que entregará a cadeira do TSE a Moraes. Fux sumiu: ninguém sabe, ninguém viu. E Mendonça insiste em investigar Lulinha, contra tudo e contra todos. No fim, sobrou Mendonça. Cada vez mais isolado na Corte.
Mendonça virou o principal crítico interno do modelo de gestão de crises inventado por Alexandre de Moraes.
Em reuniões fechadas de gabinete e nos julgamentos de turmas, Mendonça costuma fustigar a tese da "prevenção perpétua" de Moraes, a regra não escrita que faz qualquer assunto político novo ser distribuído automaticamente para o gabinete do Alexandre sob o argumento de que "tem conexão com os atos antidemocráticos" ou com as fake news.
O troco de Mendonça veio quando ele assumiu os inquéritos sensíveis ao governo (como o do INSS/Banco Master e do Lulinha): ele aplicou o mesmo rigor de sigilo e blindagem de autos que Moraes usa, criando uma blindagem espelhada que deixou a ala governista do STF bastante desconfortável.
O Centrão consultou ministros do STF sobre uma possível aliança com Flávio Bolsonaro e ouviu “Melhor não”
Democracia inabalada é isso: ministros do STF sabotando uma campanha presidencial
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