Quando uma sociedade chega ao ponto de normalizar a busca pela reeleição de alguém cuja trajetória pública é marcada por sucessivos escândalos.. mensalão, petrolão, condenações, delações e um padrão reiterado de degradação institucional, não estamos apenas diante de uma escolha eleitoral. Estamos diante de um diagnóstico moral.
O texto desta imagem não é hipérbole. É o reconhecimento de um limiar. A falência moral não começa no dia da eleição; ela se consolida quando a memória coletiva prefere o esquecimento conveniente à exigência de responsabilidade.
Quando o voto deixa de ser instrumento de correção e se transforma em absolvição tácita.
Derrotar Lula nas próximas eleições não é, portanto, apenas uma preferência partidária.
É a condição mínima para que a sociedade brasileira afirme que ainda existe um padrão ético abaixo do qual não está disposta a descer.
Sem essa afirmação, o que resta não é democracia, é a gestão rotineira da indulgência.
A história não perdoa sociedades que, tendo visto tudo, escolhem fingir que não viram.
Dia 4 de outubro vote 22 para presidente da república e pelo resgate do amado Brasil.
Gente, vcs têm noção do que significa @jairbolsonaro? Mesmo preso, amordaçado, trancado em casa e sem poder se comunicar, ainda conseguir eleger o próprio filho?
Isso diz muito sobre a força do nosso líder.
E quando nós falamos em
@FlavioBolsonaro ,pra mim, existe algo muito maior por trás: é a honra ao nosso presidente Bolsonaro, é reconhecer tudo o que ele representa e tudo o que enfrentou.
Jair Bolsonaro continua sendo o maior de todos os tempos.
Nunca se viu tantos assassinatos, sobretudo de mulheres e crianças, e nunca se viu tantos bandido se criando.
Precisamos eleger o maior número de senadores e deputados para que a paz volte a reinar.