#30Ago#EEUU#Migración#Venezuela
La psicóloga venezolana Lila Romero fue detenida por ICE en enero y permaneció tres meses y medio en un centro de detención en Texas, donde brindó terapia a otras reclusas. – El Pitazo
Delcy Rodríguez no tiene legitimidad para negociar nada como presidente de Venezuela. El interinato terminó y lo único que podía y debía hacer era convocar elecciones y no lo hizo . Venezuela no tiene presidente Hay un vacío de Poder que debe llenarse con una junta de gobierno.
Mercedes Pulido. 10 años de la partida de esta gran venezolana, mi muy querida suegra. Nos hace mucha falta. @venezolanasenlahistoria https://t.co/ESyitLADrm
Por un radiecito así, "veía" los juegos de los Yankees, en especial las Series Mundiales, antes de Bill Mazeroski.
Y Buck Canel decía "No se vayan que esto se pone bueno".
Why Carly Simon’s Voice in This Live Performance Still Feels Impossible to Replace
(George Harrison & Art Garfunkel attended the concert)
Some voices don’t need to soar or dazzle. They only need to sound true. Carly Simon’s live version of “That’s The Way I’ve Always Heard It Should Be” is one of those rare moments where a singer doesn’t perform a song so much as she simply tells it.
Her voice has always carried a slight natural rasp, a textured quality that never aimed for polished perfection. In this live setting that texture becomes even more present. Without the protective layer of studio production, the warmth and intimacy of her tone come through clearly. It feels close, almost conversational, as if she is speaking directly to the listener rather than projecting to a crowd.
What stands out most is how she shapes the words. Simon delivers each line with deliberate clarity and unhurried pacing. The phrasing stays close to natural speech. She doesn’t force dramatic arcs or ornamental runs. Instead she lets the melody follow the emotional weight of the lyric, pausing where thought would naturally pause and leaning into certain words when they carry more meaning. The result is less like traditional singing and more like a private confession set to music.
Her breath control supports this approach without drawing attention to itself. You can hear the air move. That small human detail keeps the performance grounded. It reminds you that a real person is sitting at the piano, not a perfected recording.
The emotion in the song has always been complicated—doubt about the expected path of marriage and family, quiet resistance to the life everyone said should bring happiness. In the live performance that complexity feels sharper. Simon doesn’t overplay the melancholy. She sings with a calm, almost resigned honesty that makes the questions in the lyric land harder. There is no theatrical sadness, only the weight of someone who has thought carefully about what she is saying.
That honesty is inseparable from her artistic personality. Carly Simon never seemed interested in becoming a conventional pop ideal. Her independence and slight edge of resistance shape every phrase. You hear a woman who values her own perspective more than audience approval, and that self-possession gives the performance its quiet authority.
Other singers can learn the melody and match the notes. What they struggle to recreate is the particular combination of texture, conversational phrasing, and unforced emotional truth that Simon brings. The voice does not try to be beautiful in the expected way. It becomes beautiful because it refuses to pretend.
This is why the live recording continues to matter. It proves that the power of the song never depended on studio perfection. When Simon sits at the piano and sings it in front of people, the same essential quality remains: a voice that sounds like it belongs only to her, telling a story that still feels uncomfortably real. In an era full of carefully crafted performances, that kind of unfiltered presence remains rare—and still impossible to replace.
RICARDO MORANDI/PUENTE SOBRE EL LAGO DE MARACAIBO
Esta monumental obra de más de 8 kms de vialidad fue proyectada por el ingeniero y profesor universitario Ricardo Morandi, nacido en la capital de Italia (1902)
Se especializó en estructuras de hormigón y sistemas pretensados.
ES HORA DE APOYAR A SCARLETT . ESTAMOS DE ACUERDO CON ELLA EVITEMOS QUE NUESTROS NIÑOS SEAN CONFUNDIDOS POR EL ANTICRISTO ....GLORIA A DIOS.
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Olhem para essa foto de 1890. Whitechapel Workhouse, Londres. A mesma rua onde Jack, o Estripador, ainda esquentava a memória coletiva. As mulheres sentadas nos bancos não são presidiárias. São viúvas, abandonadas, doentes, velhas demais ou fracas demais para o mercado. Na Inglaterra vitoriana, a pobreza não era condição social. Era crime. Sem marido, sem emprego, sem parentes, o destino era esse: o workhouse.
O trabalho do dia: oakum. Rasgar com as unhas e os dedos nus cordas de navio encharcadas de alcatrão até virar fiapos. Os dedos sangram. A pele queima. Se param, não comem. A mulher de preto com a bengala é a matrona. Falar é proibido. Silêncio absoluto das seis da manhã às oito da noite, num salão de pedra gelada com uma única janela. As crianças de seis e sete anos ao lado? Também trabalham. Não existe escola. Quando a mãe entra, os filhos são separados e só podem vê-la uma hora no domingo. À noite, cinquenta pessoas dormem em cima de palha, duas por cama. Jantar: mingau ralo e pão mofado.
Isso não é ficção de Dickens. Dickens apenas descreveu o que via. Oliver Twist não nasceu da imaginação. Nasceu desse salão.
Agora, para os falsos saudosistas do passado, os que suspiram pelo “tempo em que as coisas eram mais sólidas”, pelo “Império que ainda tinha ordem”, pelo “mundo de antes que a modernidade estragou”: olhem de novo. Esse inferno estava no coração do maior império da Terra. Há apenas 136 anos. Não era a periferia. Era Londres.
Quem romantiza o passado costuma escolher só as partes elegantes: os palácios, os desfiles, as etiquetas, a disciplina. Nunca escolhe o oakum. Nunca escolhe a matrona com a bengala. Nunca escolhe a mãe que perdeu o marido na fábrica e, junto com ele, o direito de criar os próprios filhos. A nostalgia seletiva é a forma mais covarde de mentira. Ela transforma miséria institucionalizada em “valores sólidos” e chama de decadência qualquer avanço que tenha tirado milhões de pessoas desse limbo.
Não se trata de negar que o presente tem suas próprias podridões. Tem. Mas quem usa o passado como arma moral precisa ser obrigado a encarar o que o passado realmente fazia com os fracos. Porque o workhouse não era acidente. Era política. Era a solução oficial para a pobreza. E durou até bem perto de nós.
A próxima vez que alguém vier com a cantilena do “como era bom antigamente”, mostre a foto. E pergunte, sem rodeios: você estaria disposto a rasgar oakum com os dedos sangrando para ganhar o direito de não morrer de fome na rua? Se a resposta for silêncio, então a nostalgia deles nunca passou de pose.
LUIS MARIANO RIVERA
120 AÑOS DE SU NACIMIENTO
Nació en el estado Sucre el 19 de agosto de 1906.
Poeta, compositor y músico autodidacta.
Considerado uno de los más genuinos símbolos del folclor oriental.
Autor de Cerecita :
🎻Cerecita de mi monte
frutica sabrosa y pura🎻