Ir ao SUPERMERCADO no BRASIL
de LULA virou um exercício de SOBREVIVÊNCIA!
Você não compra NADA e deixa uma fortuna em IMPOSTOS para um governo que não faz NADA pelo povo!
O GOVERNO LULA é uma TRAGÉDIA e o Brasil não aguenta mais!
O governo diz que a economia vai bem. Mas o carrinho de compras diz ao contrário.💣🔥
O povo está trabalhando só pra comer, diz esta Senhora horrorizada com os presos.
Acorda Povo!
Tem que ser FLÁVIO BOLSONARO PRESIDENTE
@FlavioBolsonaro
🚨Trabalhadores de todo o Brasil estão mostrando, em vídeos, a realidade que Lula e a esquerda tentam esconder: o salário não acompanha o mercado, as contas não fecham e o custo de vida virou um peso insuportável para as famílias brasileiras.
Enquanto o governo vive de discurso, o povo vive no aperto. A esquerda prometeu picanha, mas entregou imposto, inflação e perda do poder de compra. O Brasil real está nas ruas, nos mercados e nas casas de quem trabalha e não aguenta mais pagar a conta da incompetência.
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Presidente da república, ministro da casa civil,líder do governo, presidente da Câmara, presidente do senado, delegado geral da polícia federal, procurador geral da república e ministros do STF.
Num país normal seria uma relação das autoridades do país.
No Brasil são só corruptos
Quem é Rossana Baeza?
Rossana Baeza (conhecida profissionalmente como "Rosy") é uma advogada americana sediada em Miami, Florida, integrante do escritório Boies Schiller Flexner LLP — um dos mais respeitados escritórios de litígio dos EUA.
Perfil profissional:
Sua prática abrange litígio de alto risco e recursos em tribunais superiores, investigações transfronteiriças e recuperação de ativos. Tem histórico de vitórias perante a Suprema Corte dos EUA e Cortes de Apelação federais. Em casos de primeira instância e class actions, já litigou contra Google LLC, grandes montadoras e as maiores distribuidoras e farmácias do país. É fluente em espanhol e tem experiência extensiva em casos envolvendo a América Latina e a Europa, com expertise em rastreamento de ativos, execução de sentenças, IEEPA, FCPA e RICO.
Relevância atual — caso Rumble vs. Alexandre de Moraes:
Na sexta-feira (26), Baeza protocolou um notice of appearance na Corte Federal do Distrito Médio da Flórida, em Tampa, comunicando formalmente que passa a representar a Rumble no processo movido contra o ministro Alexandre de Moraes.
Ela integra o mesmo escritório de Martin De Luca — que representa tanto a Rumble quanto a Trump Media — e vem reforçar a equipe jurídica da plataforma após a entrada da AGU no processo.
A movimentação ocorre depois de a Justiça americana admitir a intervenção do governo brasileiro e suspender, por ora, a análise do pedido de revelia contra Moraes.
Ela entrou imediatamente após a AGU se habilitar no processo. Isso não é coincidência. A AGU trouxe advogados experientes em direito internacional público e imunidade soberana. A Rumble respondeu escalando com alguém que conhece os instrumentos americanos que perfuram alegações de imunidade soberana — especialmente IEEPA e RICO, que foram usados historicamente contra agentes de estados estrangeiros mesmo quando invocaram proteção diplomática.
Por que a expertise dela é importante para o caso Rumble vs. Alexandre de Moraes?
O IEEPA é a lei americana que regula o poder do Executivo federal de bloquear transações econômicas com estrangeiros em situações de emergência nacional.
A expertise de Baeza nessa lei é diretamente relevante porque:
- As ordens de Moraes bloquearam o acesso de plataformas americanas no território dos EUA, o que pode configurar interferência econômica de agente estrangeiro em empresas americanas — exatamente o tipo de conduta que o IEEPA foi desenhado para endereçar.
- O governo Trump já invocou o IEEPA de forma agressiva em 2025-2026 para sancionar países e indivíduos. Uma advogada especialista nessa lei pode construir argumentos ligando as condutas de Moraes ao arcabouço de sanções econômicas americanas — o que elevaria o caso de um litígio civil para uma questão de segurança nacional americana.
O RICO é uma ferramenta processual de altíssimo poder: permite tratar condutas coordenadas como crime organizado, com danos triplicados (treble damages) e responsabilidade solidária.
A aplicação ao caso Moraes poderia argumentar que:
- As ordens sigilosas, os acordos com plataformas sob coerção, e o esquema de censura coordenada constituiriam um padrão de atividade ilícita organizada (pattern of racketeering activity) direcionada contra empresas americanas.
- O RICO tem jurisdição extraterritorial quando os efeitos recaem sobre entidades americanas — o que é exatamente o caso.
Isso transformaria o pedido de meros danos compensatórios em algo potencialmente três vezes maior, além de criar exposição criminal paralela.
O FCPA criminaliza o pagamento de propinas a funcionários públicos estrangeiros por entidades americanas — mas também tem sido usado defensivamente para enquadrar condutas de agentes estrangeiros que extorquem empresas americanas.
A expertise aqui pode servir para construir o argumento de que as ordens de Moraes equivalem a coerção econômica de agente público estrangeiro sobre empresas americanas.
Associar um Estado inteiro ao racismo e ainda citar Hitler para atacar adversários políticos é uma postura incompatível com o cargo. Mas, vindo desse aí, já era de se esperar. Minha solidariedade ao governador Jorginho Mello e ao povo de Santa Catarina. O debate político deve ser firme, mas jamais ser baseado em ofensas e generalizações que desrespeitam milhões de brasileiros.