Josh Hart:
"Everybody wants to be the guy that scores the most, that puts the ball in the basket and that's not everybody's path. That wasn't my path and sometimes that's a tough pill to swallow but when you embrace that when you're a star in your role and you take pride in doing the little things that breeds winning basketball. For me as embraced as I was in this city wearing this jersey that sacrifice was easy. Some days it was tough don't get me wrong but you sacrifice for moments like this"
@RadioKnicksBR amigo alê, agradeci ontem um bocado de gente no grupo do @NYKnicksBR. Você, o Bernardo, o Jardim e tantos outros que vivenciaram as merdas juntos, que prazer compartilhar esse momento único com vcs!
NOS SOMOS UMA FAMILIA DE SOFREDORES
NÓS MERECEMOS MUITO!!!!!
FOR THE FIRST TIME IN 53 YEARS, THE KNICKS ARE NBA CHAMPIONS 🏆
New York defeats San Antonio 4-1 in the NBA Finals, capturing their third championship in franchise history!
Não normalize.
Não normalize o New York Knicks nas finais da NBA nesse SÉCULO.
Uma franquia que foi largada as traças e parecia condenada há sei lá, seis anos atrás?
Eu sempre faço questão de lembrar o começo dessa história.
Eles queriam atrair Kevin Durant e Kyrie Irving… depois de draftar Zion Williamson para a temporada 2019/20.
Mal sabiam eles, não é mesmo?
Como todo plano acelerado demais, e como toda franquia que se sente megalomaníaca demais, a ponto de pular processos que não podem ser ignorados… os planos do Knicks deram errado ali.
Não só errado, como mexeram com o orgulho… o time da cidade perdeu para o cada vez mais interessante e bem trabalho Brooklyn Nets.
Perdeu a sorte na loteria para um time que ganhou o sorteio como o Dallas Mavericks fez com Cooper Flagg há dois anos… com 1% de chance.
Tudo mudou, na administração, um novo técnico, um novo elenco… tudo precisava começar do zero.
O trabalho foi feito.
Dos contratos expirantes de Julius Randle, Bobby Portis e outros.
Ao espaço a jovens pouco badalados como Mitchell Robinson, ou ao resgate de veteranos como Derrick Rose.
Ainda no primeiro ano da reformulação, playoffs… o que é até hoje lembrado como uma série histórica no ápice da rivalidade com Trae Young, era também muito mais sucesso do que aquele projeto embrionário sonhava alcançar.
A falha no ano seguinte em chegar aos playoffs parecia lembrar a todos que o Knicks… “Ainda era o Knicks”.
Até que eles decidiram pagar “caro” em um reserva do Dallas Mavericks que tinha brilhado em uma série de pós-temporada assumindo o papel de Luka Doncic… um movimento que TODOS julgavam.
Afinal… o Knicks ainda era o Knicks.
Desde então, eles nunca mais ficaram fora da pós-temporada, o único time a fazê-lo nesse meio tempo além do Boston Celtics no Leste.
Eles bateram na trave muitas vezes, pareciam distantes, trocaram Randle, um astro praticamente construído em New York e também um lembrete de que eles ainda eram insuficientes, por Karl-Anthony Towns.
Trocaram SEIS PICKS de 1ºR por Mikal Bridges… algumas pratas da casa em RJ Barrett e Immanuel Quickley por OG Anunoby, fizeram um bom negócio com Josh Hart.
Todos os movimentos tiveram seus céticos, suas críticas… a vaga nas finais da NBA não vai cessar esse barulho sem um título, no cruel mundo esportivo em que só um campeão conta sua própria história e tem o direito de celebrar.
Mas entre a megalomania que os ferrou por um quinto de século.
Entre o recomeço necessário, que é sempre tão duro de fazer, mesmo quando você tudo indica que é o caminho.
Entre as vitórias mais rápidas que o esperado e o quanto isso acelerou o processo.
Entre a chegada do grande símbolo da franquia desde Patrick Ewing em Jalen Brunson, um marco para esta era e independente do que acontecer daqui pra frente, já um dos maiores nomes dessa franquia na história.
Entre os ajustes, necessários, criticados, trocas, riscos corridos, recompensas esperadas.
Tudo isso guiou o New York Knicks, uma das franquias mais populares da NBA, a uma nova final, a uma nova série decisiva, a tentativa de acabar com uma maldição oriunda dos anos 70, quando a liga sequer tinha o tamanho que tem hoje.
De forma não convencional, eles concluem uma das campanhas mais dominantes que vimos de um time em uma conferência nos últimos anos.
Dizer algo MENOR do que isso é desmerecimento.
Da crise que relembrou a insuficiência no 1-2 contra o Hawks, ao nível insano que fazem a torcida mais apaixonada da NBA sonhar como não sonha há mais de 25 anos.
O drama se tornou um sucesso instantâneo de bilheteria rapidamente… como no começo dessa história.
Afinal… os Knicks sempre serão os Knicks.
Campeão da Conferência Leste em 2025/26.
Parabéns meus manos @brasilcoast2@NYKnicksBR@RadioKnicksBR@gustavondd