E minha prima que mora nos estados cunidos a 8 anos e acabou de falar no grupo da família que denunciou os vizinhos bolsonaristas ILEGAIS dela pro ICE pois um deles viu ela com a blusa do pt e mandou ela ir pra Cuba
Oiiiii amor não posso responder agora tô aproveitando o movimento do antifeminismo pra curtir todos os tweets acabando com a raça da Eduarda Campopiano
Instrutor Bolsonarista veio me perguntar em que eu votei e disse que foi no Flavio porque queria que a academia abrisse sabado e domingo ate as 23h também
Justin Bieber também já se manifestou sobre bullying homofóbico.
Bieber comentou publicamente o caso de um garoto que morreu por suicídio após sofrer bullying relacionado à sua orientação sexual, chamando atenção para os impactos da homofobia.
O tema voltou a repercutir quando usuários passaram a fazer comentários sobre um vídeo de Bieber com um amigo, associando a interação entre os dois a estereótipos sobre homossexualidade.
Durante esse período, Bieber também abriu suas lives no Instagram para que ativistas negros pudessem falar diretamente com seu público.
Entre eles estavam LaTosha Brown e Cliff Albright, fundadores do Black Voters Matter, que participaram de uma transmissão para discutir racismo e participação política da população negra.
Não foi apenas uma publicação: Bieber utilizou uma plataforma com milhões de seguidores para ampliar a voz de pessoas diretamente envolvidas na luta contra o racismo.
Justin Bieber já se posicionou publicamente em apoio ao movimento Black Lives Matter.
Em 2017, Justin declarou apoio à causa e reconheceu que, por ser branco, não poderia compreender completamente a experiência de pessoas negras nos Estados Unidos.
Em 2020, após a morte de George Floyd, Bieber voltou a falar sobre racismo. Ele afirmou reconhecer a influência e os benefícios que recebeu da cultura negra e disse que usaria sua plataforma para dar mais espaço ao debate sobre injustiça racial.
No Grammy de 2026, Justin e Hailey Bieber apareceram usando o broche “ICE OUT”.
O símbolo estava sendo utilizado naquele momento como protesto contra as ações da ICE (Immigration and Customs Enforcement) e contra as políticas de imigração do governo Trump. A imprensa descreveu explicitamente os broches usados pelos artistas como uma manifestação contra as políticas de imigração de Trump.
No dia 20 de janeiro de 2025, justamente quando Trump tomou posse para seu segundo mandato, Justin publicou uma imagem de Martin Luther King Jr. com a frase:
“O ódio não pode expulsar o ódio; apenas o amor pode fazer isso.”