depois que eu descobri que alguns problemas são resolvidos quando não damos atenção, eu parei de ser plateia de palhaço. às vezes, tudo o que gente precisa fazer é ficar calado, fingir que não leu, não viu ou não ouviu!
DENÚNCIA
Logo após atropelar brutalmente Taynara, causando a amputação das duas pernas da jovem, Douglas Alves da Silva, 26 anos, tentou mudar completamente a versão do crime durante sua abordagem pela polícia.
O diálogo fala por si:
Policial: “Por que você fez isso com a mina? Fala aí.”
Douglas: “Eu não conheço nem ela, meu rei.”
Policial: “Você não conhece ela?”
Douglas: “Não conheço.”
Policial: “Você não é ficante dela?”
Douglas: “Não. Isso aí tá tudo é mentira na internet, senhor.”
Policial: “Qual que é a verdade, então?”
Douglas: “A verdade foi uma confusão que teve lá dentro com o cara que tava com ela. E, quando ele saiu, ele falou que ia me matar. Aí, quando eu virei a curva do carro, que eu voltei… Tem uns vídeos e tudo, tá? Eu voltei, eu fui pra atropelar ele, não foi ela. Eu não conheço ela, não. Pode postar aí, tá?”
A tentativa desesperada de negar o vínculo e minimizar o crime contrasta diretamente com o comportamento de Douglas horas antes, quando publicou nas redes sociais:
“Eu avisei, cê duvidou… agora engole o resultado.”
Publicação que mostra frieza, orgulho e zero arrependimento, ao mesmo tempo em que Taynara lutava pela vida.
O que Douglas chama de “confusão” foi um ataque deliberado, cometido com um carro, contra uma mulher que havia dito não. E isso não muda só porque ele decidiu inventar outra história depois.
Este caso não pode ser tratado como acidente, nem como equívoco, nem como “versões divergentes”.
É violência, é misoginia, é tentativa de feminicídio.
E Taynara precisa de justiça, não de mais uma narrativa criada para proteger o agressor.
Acho que tô cansada emocionalmente de tanta coisa que lidei nos últimos meses e não tô percebendo o quão cansada eu estou, e isso tá se transformando em preguiça e desânimo, pq tô cansada de lidar com as coisas e só queria não fazer nada dentro da minha cabeça, só um pouco.
Hoje não faço a menor questão de ser incluída nas coisas! Hoje em dia são poucos que considero, são poucos que participam da minha vida, e são poucos que me importo.